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O Mobile World Congress 2022, que está a acontecer em Barcelona até ao próximo dia 03 de março, assistiu hoje ao discurso proferido pelo Rotating Chairman da Huawei. Numa intervenção difundida online, Guo Ping aproveitou a ocasião para salientar o plano da empresa de dar continuidade à sua estratégia de globalização e aumentar o investimento em tecnologias fundamentais.

Ao centrar o seu discurso em dois dos maiores desafios que o mundo actualmente atravessa, a digitalização e a neutralidade carbónica, Guo Ping fez questão de frisar que, face às previsões que apontam para que, em 2022, mais de 50% do PIB global será na área da digitalização, “a indústria deve explorar novas teorias e arquiteturas para remodelar o paradigma tecnológico e assim alcançar a sustentabilidade digital”. Já no campo da neutralidade carbónica, o Rotating Chairman da Huawei destacou que “a densidade de conectividade e o poder de computação determinam a força da economia digital, mas também devem manter a vitalidade a longo prazo”. Por essa mesma razão, acrescentou Guo Ping, “é absolutamente necessário considerar uma nova dimensão; a redução de carbono“.

As palavras do Rotating Chairman da Huawei foram aliás reforçadas por Li Peng. O presidente para a região da Europa Ocidental da Huawei, destacou que a empresa “está a colaborar activamente comos seus parceiros da indústria para reduzir a pegada de carbono”, ainda dizendo que esta ”é uma das principais prioridades” da empresa. Dando como exemplo a solução de agricultura inteligente da Huawei que já criou valor para os agricultores na Suíça, em que drones que usam big data e 5G são capazes de monitorizar campos agrícolas 20 vezes mais rápido do que antes, ou a colheita de precisão que reduziu o uso de herbicidas em 90%, Li Peng referiu que a multinacional “tem vindo a explorar desde há décadas formas de economizar energia e reduzir as emissões dos nossos próprios equipamentos e soluções”. Isto porque, frisou, “a transformação digital é uma jornada que nunca termina”.

Tendo em conta estas preocupações globais, a Huawei adoptou entretanto a estratégia “More Bits, Less Watts”. Nesse sentido, a empresa tem envidado grandes esforços para melhorar os seus recursos digitais fundamentais, comprometendo-se a multinacional a tornar os seus produtos 2,7 vezes mais eficientes em termos de energia, através de consideráveis avanços em áreas como teoria, materiais e algoritmos.

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Foi esta semana divulgado o EU Industrial R&D Investment Scoreboard, relatório anual produzido pelo EU Joint Research Centre (JRC), que, entre 2500 empresas à escala global que constituem 90% do investimento total em Investigação & Desenvolvimento (I&D), posiciona a Huawei como o segundo maior investidor privado a nível mundial em I&D.

Ao apostar em I&D como factor de diferenciação – só em 2020, a multinacional investiu mais de 21 mil milhões de dólares nesta área, cerca de 15,9% das receitas globais –, a Huawei continua a planear o futuro mantendo um ímpeto de inovação intenso. Nessa sequência, Tony Jin, Representante da Huawei junto das Instituições Europeias, frisa que este relatório “é uma das mais credenciadas avaliações sobre o investimento do sector privado em Investigação & Desenvolvimento”, salientando que “a colaboração internacional nas áreas de investigação e ciência é muito importante para garantir que os produtos e serviços mais inovadores sejam desenvolvidos”.

Importa referir que uma grande fatia dos investimentos em I&D realizados pela Huawei a nível mundial é realizada na Europa, onde a empresa emprega mais de 2400 investigadores distribuídos por 23 centros de investigação, a que se juntam as parcerias com mais de 150 universidades europeias, que também permitem à multinacional estar profundamente inserida no ecossistema de investigação. 

Através desta atividade de investigação colaborativa, a Huawei tem vindo a alavancar a necessária transição digital no continente europeu, “assim contribuindo para reforçar a competitividade da União Europeia e para a mitigação das alterações climáticas, apoiando estrategicamente o European Green Deal”, destaca o representante da Huawei.

No que concerne à operação em Portugal, Diogo Madeira da Silva, Head of Public Affairs & Communications da empresa, refere que “ao contar com a Huawei há quase 20 anos, o nosso país tem a oportunidade de beneficiar da inovação tecnológica resultante deste investimento massivo em I&D, o que é fundamental para cumprir as ambições de transição digital e energética”. “Portugal, onde aliás inaugurámos recentemente o 5G GAIner, laboratório de I&D na área do 5G e da Inteligência Artificial, não pode abdicar de estar na linha da frente do desenvolvimento”, remata.

Mais informações sobre a estratégia da Huawei no âmbito da Investigação & Desenvolvimento podem ser consultadas aqui.

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Com o objetivo de impulsionar a transformação digital do sector de educação e capacitar todos os seus intervenientes para a utilização das Tecnologias dee Informação e Comunicação (TIC), a Huawei e a UNESCO anunciaram o lançamento do projecto Technology-Enabled Open Schools for All (TeOSS) no Gana, na Etiópia e no Egipto.  Desenvolvida para dar resposta a necessidades locais específicas, esta iniciativa foi planeada em estreita colaboração com os respectivos governos e vai ao encontro das estratégias nacionais em curso nos países do continente africano incluídos neste programa de Responsabilidade Social.

Com uma forte e estruturada ligação ao sector da educação desde a sua fundação, a Huawei integrou o TeOSS no Tech4Edu, o qual faz parte do programa umbrella TECH4ALL, iniciativa de inclusão digital da multinacional onde também estão incluídos programas atualmente desenvolvidos em Portugal, nomeadamente a ICT Academy, o Seeds for the Future, o SmartBus, a Summer School for Female Leadership in Digital Age e o laboratório de 5G + IA 5GAIner, inaugurado em Novembro passado na Universidade de Aveiro.

Alinhado com o SDG4 da ONU, que visa garantir uma educação de qualidade inclusiva e equitativa e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, o TeOSS servirá como base para impulsionar a transformação digital do sector de educação e apoiar os três estados-membros da UNESCO no desenvolvimento de sistemas de educação resilientes que podem resistir a interrupções globais, como COVID-19. A avaliação dos resultados do projecto ajudará a orientar estratégias e modelos para expandir o TeOSS da Huawei a nível nacional e para alargá-lo a outros países do continente africano, no intuito de impulsionar a integração das TIC no ensino e na aprendizagem.

Além de conectar escolas, os projectos TeOSS no Gana, na Etiópia e no Egipto vão disponibilizar formação para professores e alunos quanto à utilização de ferramentas digitais, estabelecendo ainda plataformas online para vincular a aprendizagem escolar e em casa. Esta iniciativa da Huawei tem também em vista desenvolver currículos digitais cujo acesso pode ser remoto e sem supervisão. O objetivo passa por ajudar os alunos a tornarem-se cidadãos digitais confiantes, capazes de navegar no mundo virtual de forma independente, assim como dotar os professores das capacidades necessárias para tirar partido das novas ferramentas digitais existentes, para que assim possam maximizar os resultados de aprendizagem.

Segundo Stefania Giannini, Subdirectora Geral de Educação da UNESCO, o projecto TeOSS “foi pensado para testar modelos de escolaridade que possam responder imediatamente aos novos desafios impostos pela pandemia e também alavancar a tecnologia para possibilitar o desenvolvimento de modelos futuros de escolarização”. Acrescentou a responsável da UNESCO que se trata de um modelo de escola digital “que torna os programas acessíveis a todos os alunos, seja em tempos de crise ou não – queremos ultrapassar a situação atual e abrir um novo horizonte de ensino e aprendizagem”.

No Egipto, uma estrutura de capacitação na área das TIC foi desenvolvida para professores e alunos em escolas K12. Especialistas em desenvolvimento de cursos digitais e professores do ensino primário e secundário vão receber formação, e um futuro Centro Nacional de Formação à Distância vai beneficiar educadores em todo o país, de maneira a garantir a continuidade no desenvolvimento profissional. Já na Etiópia, o TeOSS da Huawei vai centrar-se na construção de infraestruturas de TIC para conectar escolas-piloto, formar professores e alunos e construir um Sistema de Gestão de Aprendizagem integrado com uma Plataforma de Formação de Professores. Quanto ao Gana, o foco está na criação de conteúdos digitais para todas as disciplinas do currículo escolar, bem como na formação de professores e alunos nos estabelecimentos de ensino primário e secundário – o projecto também tem em vista a criação de um directório electrónico ao qual os professores podem recorrer para fazer upload de conteúdos, cujo acesso online e offline é igualmente aberto aos alunos.

As plataformas digitais que as TeOSS dotadas de tecnologia vão ter a capacidade de criar abrem caminho para que a aprendizagem nunca seja interrompida, independentemente do que o futuro nos reserva”, disse Kevin Zhang, CMO de ICT Infrastructure da Huawei, fazendo ainda questão de salientar que a empresa “está totalmente comprometida em trabalhar com a UNESCO, governos e demais stakeholders interessados em desenvolver projetos bem-sucedidos, sustentáveis e escaláveis”.

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A iniciativa da Huawei, Eco-Connect Europe 2021, dedicada à dupla transição digital e verde da Europa decorreu online e também com sessões onsite em Espanha, França, Itália, Países Baixos e Alemanha. Presentes no evento estiveram vários convidados de renome, entre representantes setoriais e do Parlamento Europeu que se reuniram para debater a necessária coabitação e colaboração entre a tecnologia e a sustentabilidade ambiental europeia. 

No decorrer do seu discurso de abertura do Eco-Conect Europe 2021, o Rotating Chairman da Huawei destacou o modelo de atuação da multinacional para levar a cabo uma plena transição digital e verde da Europa, por sua vez enunciando as três propostas de valor da empresa neste âmbito. De acordo com Guo Ping, com recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e no sentido de a Europa manter a liderança global em termos de infraestruturas TIC, a Huawei “pretende alavancar a transformação digital da região de forma robusta, o que vai permitir a consequente transição verde e assim cumprir a nossa responsabilidade social corporativa na era digital“.

Tendo em conta a urgência desta dupla transição nos campos digital e verde, importa salientar que a Huawei também está a desenvolver projectos em parceria com inúmeros players da indústria, com o objectivo de estes se tornarem cada vez mais digitais, nomeadamente através de vários centros de inovação conjunta, como por exemplo os existentes OpenLabs localizados na cidade alemã de Munique e na capital francesa, Paris. 

Face à inovação partilhada que se faz notar entre os principais intervenientes do mercado, Marcus Gloger, PwC Strategy & GmbH Partner que também marcou presença no Eco-Conect Europe 2021, destacou a importância da infraestrutura digital, frisando que esta “é a base para a transformação e, por isso mesmo, tem um impacto duradouro na realização de valor tanto para as empresas, como para a sociedade no seu todo”.

Na sequência das declarações do PwC Strategy & GmbH Partner, Guo Ping fez ainda questão de recordar que “ao se utilizar bits para gerar watts, a Huawei oferece aos seus clientes da indústria soluções de energia de baixo carbono, ajudando-os a atingir as metas de neutralidade carbónica de maneira mais célere e eficiente”. O Rotating Chairman da Huawei ainda acrescentou que, para atingir essas metas, implica adoptar “soluções fotovoltaicas inteligentes, energia localizada e do data center, electrificação do tráfego e soluções integradas de energia inteligente”. 

Confirmando as palavras de Guo Ping, o presidente do Global Solar Council (GSC), José Donoso, comentou que os associados do GSC, como é o caso da Huawei, “estão sobretudo focados no desenvolvimento de inovações tecnológicas, e os produtos que daí derivam têm sido usados a nível mundial”. Como tal, acrescentou o Rotating Chairman, a Huawei “está a utilizar tecnologias digitais para contribuir activamente para o bem-estar da comunidade europeia”, até porque, argumentou por sua vez o Senior Vice President of Global Government Affairs da Huawei, a multinacional, como empresa responsável, “tem vindo a implementar na Europa a sua iniciativa TECH4ALL (cujas áreas de atuação são educação, proteção ambiental, saúde e desenvolvimento equilibrado)”. Na perspectiva de Afke Schaart, “a pandemia acelerou o recurso a tecnologias digitais, tornando ainda mais importante que ninguém seja deixado para trás”. Tal como referiu na sua intervenção o eurodeputado Lars Berg, “ser ecológico e digital requer colaboração”, tendo o membro do Parlamento Europeu a certeza de que “é consensual que a cooperação e a colaboração são essenciais para o progresso e o sucesso”.

No final de seu discurso, Guo Ping reiterou o compromisso da Huawei na Europa: “em tempos questionaram-me se a Huawei deixaria a Europa. Quero garantir-vos que tal não vai acontecer. Antes pelo contrário. Vamos, isso sim, aprofundar ainda mais as nossas raízes na Europa e contribuir com mais valor para os seus esforços verdes e digitais.”

A Huawei vai dedicar especial atenção às aplicações tecnológicas que podem ajudar os seus clientes e parceiros a dar resposta às mudanças que se aproximam, partilhar experiências e trabalhar em conjunto para criar um novo valor acrescentado. A empresa também vai anunciar uma gama de novas soluções, e partilhará a sua experiência e as melhores práticas com clientes e parceiros. 

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Fruto da parceria entre a Huawei, a Universidade de Aveiro e o Instituto de Telecomunicações, o 5GAIner – 5G + IA Networks Reliability Center é inaugurado a 16 de novembro, pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, numa Cerimónia a decorrer na Universidade de Aveiro.

Consubstanciando o compromisso da Huawei com a inovação e com a sustentabilidade em Portugal e no contexto da forte ligação com o universo académico do País, este laboratório potencia a transição digital, um passo determinante para a economia portuguesa – segundo um estudo divulgado este ano pela Deloitte, 17 mil milhões de euros do crescimento económico em Portugal, até 2035, vão dever-se às inovações introduzidas pela rede 5G. Prevêem-se igualmente benefícios desta tecnologia a nível mundial, com um impacto de 1,08 biliões de dólares no PIB, já em 2030, refere a consultora PwC

Este investimento em Portugal refletir-se-á num avanço tecnológico para o país, e, consequentemente, económico e sustentável para o país. Apesar de que com a utilização de mais energia os consumos aumentem, a aplicação de 5G e a Inteligência Artificial (IA) permitem que o uso da mesma seja mais controlado e eficiente, evitando desperdícios e maximizando os recursos. 

Esta infraestrutura dedicada ao desenvolvimento do 5G e da Inteligência Artificial, está a ser implementada no seguimento do protocolo assinado em 2020 entre as três instituições, com o objetivo de apoiar a indústria na criação, em parceria com a academia, de soluções fiáveis para diferentes setores que permitam assegurar uma transição bem-sucedida para a sociedade digital em Portugal. Esta colaboração permitirá à comunidade portuguesa de Investigação e Desenvolvimento (I&D) testar novos conceitos e avaliar a criação de produtos que podem ser explorados para atividades de inovação e desenvolvimento da indústria.

Presente na cerimónia, Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, frisou que “esta iniciativa da Huawei assume-se como um projeto relevante para gerações futuras”, reconhecendo “o papel da Huawei nesta aposta tecnológica que vai posicionar Portugal a nível global”. 

Reunindo a experiência global da empresa em tecnologia de quinta geração e o know-how das duas instituições do sistema científico-tecnológico da região, “é fundamental trabalharmos em conjunto para desenvolver novos modelos no ecossistema digital”, comenta Tony Li, CEO da Huawei Portugal. “Este investimento da Huawei em Portugal, não só cria um hub de competências na região, como reforça a vontade da empresa em contribuir para a inovação e transição digital do país, explorando todo o potencial de tecnologias como as redes de quinta geração ou a Inteligência Artificial”, assegura o CEO. 

Tendo em conta o âmbito e impacto internacional das atividades de várias indústrias do ecossistema da quinta geração, o investimento da Huawei na região testará conceitos em diferentes mercados verticais, avaliará a sua fiabilidade e possibilitará a pesquisa em estruturas de rede 5G, com vista a facilitar a experimentação de novas soluções baseadas nesta tecnologia.

O 5G + IA Networks Reliability Center tem a sua base no Instituto de Telecomunicações, mas o seu raio de ação abrange outras áreas da região, incluindo o Porto de Aveiro e algumas fábricas instaladas na localidade, como por exemplo, o caso da Bosch Termotecnologia, S.A. (Bosch TT), em cuja fábrica decorrem já diversos testes, nomeadamente nos sistemas de produção flexíveis e no controlo de localização.

O 5GAIner estará à disposição da comunidade académica e científica nacional, bem como do ecossistema de empreendedorismo e inovação, prevendo-se que seja possibilitado o acesso a esta infraestrutura de I&D por parte de stakeholders internacionais.

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