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A iniciativa da Huawei, Eco-Connect Europe 2021, dedicada à dupla transição digital e verde da Europa decorreu online e também com sessões onsite em Espanha, França, Itália, Países Baixos e Alemanha. Presentes no evento estiveram vários convidados de renome, entre representantes setoriais e do Parlamento Europeu que se reuniram para debater a necessária coabitação e colaboração entre a tecnologia e a sustentabilidade ambiental europeia. 

No decorrer do seu discurso de abertura do Eco-Conect Europe 2021, o Rotating Chairman da Huawei destacou o modelo de atuação da multinacional para levar a cabo uma plena transição digital e verde da Europa, por sua vez enunciando as três propostas de valor da empresa neste âmbito. De acordo com Guo Ping, com recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e no sentido de a Europa manter a liderança global em termos de infraestruturas TIC, a Huawei “pretende alavancar a transformação digital da região de forma robusta, o que vai permitir a consequente transição verde e assim cumprir a nossa responsabilidade social corporativa na era digital“.

Tendo em conta a urgência desta dupla transição nos campos digital e verde, importa salientar que a Huawei também está a desenvolver projectos em parceria com inúmeros players da indústria, com o objectivo de estes se tornarem cada vez mais digitais, nomeadamente através de vários centros de inovação conjunta, como por exemplo os existentes OpenLabs localizados na cidade alemã de Munique e na capital francesa, Paris. 

Face à inovação partilhada que se faz notar entre os principais intervenientes do mercado, Marcus Gloger, PwC Strategy & GmbH Partner que também marcou presença no Eco-Conect Europe 2021, destacou a importância da infraestrutura digital, frisando que esta “é a base para a transformação e, por isso mesmo, tem um impacto duradouro na realização de valor tanto para as empresas, como para a sociedade no seu todo”.

Na sequência das declarações do PwC Strategy & GmbH Partner, Guo Ping fez ainda questão de recordar que “ao se utilizar bits para gerar watts, a Huawei oferece aos seus clientes da indústria soluções de energia de baixo carbono, ajudando-os a atingir as metas de neutralidade carbónica de maneira mais célere e eficiente”. O Rotating Chairman da Huawei ainda acrescentou que, para atingir essas metas, implica adoptar “soluções fotovoltaicas inteligentes, energia localizada e do data center, electrificação do tráfego e soluções integradas de energia inteligente”. 

Confirmando as palavras de Guo Ping, o presidente do Global Solar Council (GSC), José Donoso, comentou que os associados do GSC, como é o caso da Huawei, “estão sobretudo focados no desenvolvimento de inovações tecnológicas, e os produtos que daí derivam têm sido usados a nível mundial”. Como tal, acrescentou o Rotating Chairman, a Huawei “está a utilizar tecnologias digitais para contribuir activamente para o bem-estar da comunidade europeia”, até porque, argumentou por sua vez o Senior Vice President of Global Government Affairs da Huawei, a multinacional, como empresa responsável, “tem vindo a implementar na Europa a sua iniciativa TECH4ALL (cujas áreas de atuação são educação, proteção ambiental, saúde e desenvolvimento equilibrado)”. Na perspectiva de Afke Schaart, “a pandemia acelerou o recurso a tecnologias digitais, tornando ainda mais importante que ninguém seja deixado para trás”. Tal como referiu na sua intervenção o eurodeputado Lars Berg, “ser ecológico e digital requer colaboração”, tendo o membro do Parlamento Europeu a certeza de que “é consensual que a cooperação e a colaboração são essenciais para o progresso e o sucesso”.

No final de seu discurso, Guo Ping reiterou o compromisso da Huawei na Europa: “em tempos questionaram-me se a Huawei deixaria a Europa. Quero garantir-vos que tal não vai acontecer. Antes pelo contrário. Vamos, isso sim, aprofundar ainda mais as nossas raízes na Europa e contribuir com mais valor para os seus esforços verdes e digitais.”

A Huawei vai dedicar especial atenção às aplicações tecnológicas que podem ajudar os seus clientes e parceiros a dar resposta às mudanças que se aproximam, partilhar experiências e trabalhar em conjunto para criar um novo valor acrescentado. A empresa também vai anunciar uma gama de novas soluções, e partilhará a sua experiência e as melhores práticas com clientes e parceiros. 

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Fruto da parceria entre a Huawei, a Universidade de Aveiro e o Instituto de Telecomunicações, o 5GAIner – 5G + IA Networks Reliability Center é inaugurado a 16 de novembro, pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, numa Cerimónia a decorrer na Universidade de Aveiro.

Consubstanciando o compromisso da Huawei com a inovação e com a sustentabilidade em Portugal e no contexto da forte ligação com o universo académico do País, este laboratório potencia a transição digital, um passo determinante para a economia portuguesa – segundo um estudo divulgado este ano pela Deloitte, 17 mil milhões de euros do crescimento económico em Portugal, até 2035, vão dever-se às inovações introduzidas pela rede 5G. Prevêem-se igualmente benefícios desta tecnologia a nível mundial, com um impacto de 1,08 biliões de dólares no PIB, já em 2030, refere a consultora PwC

Este investimento em Portugal refletir-se-á num avanço tecnológico para o país, e, consequentemente, económico e sustentável para o país. Apesar de que com a utilização de mais energia os consumos aumentem, a aplicação de 5G e a Inteligência Artificial (IA) permitem que o uso da mesma seja mais controlado e eficiente, evitando desperdícios e maximizando os recursos. 

Esta infraestrutura dedicada ao desenvolvimento do 5G e da Inteligência Artificial, está a ser implementada no seguimento do protocolo assinado em 2020 entre as três instituições, com o objetivo de apoiar a indústria na criação, em parceria com a academia, de soluções fiáveis para diferentes setores que permitam assegurar uma transição bem-sucedida para a sociedade digital em Portugal. Esta colaboração permitirá à comunidade portuguesa de Investigação e Desenvolvimento (I&D) testar novos conceitos e avaliar a criação de produtos que podem ser explorados para atividades de inovação e desenvolvimento da indústria.

Presente na cerimónia, Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior, frisou que “esta iniciativa da Huawei assume-se como um projeto relevante para gerações futuras”, reconhecendo “o papel da Huawei nesta aposta tecnológica que vai posicionar Portugal a nível global”. 

Reunindo a experiência global da empresa em tecnologia de quinta geração e o know-how das duas instituições do sistema científico-tecnológico da região, “é fundamental trabalharmos em conjunto para desenvolver novos modelos no ecossistema digital”, comenta Tony Li, CEO da Huawei Portugal. “Este investimento da Huawei em Portugal, não só cria um hub de competências na região, como reforça a vontade da empresa em contribuir para a inovação e transição digital do país, explorando todo o potencial de tecnologias como as redes de quinta geração ou a Inteligência Artificial”, assegura o CEO. 

Tendo em conta o âmbito e impacto internacional das atividades de várias indústrias do ecossistema da quinta geração, o investimento da Huawei na região testará conceitos em diferentes mercados verticais, avaliará a sua fiabilidade e possibilitará a pesquisa em estruturas de rede 5G, com vista a facilitar a experimentação de novas soluções baseadas nesta tecnologia.

O 5G + IA Networks Reliability Center tem a sua base no Instituto de Telecomunicações, mas o seu raio de ação abrange outras áreas da região, incluindo o Porto de Aveiro e algumas fábricas instaladas na localidade, como por exemplo, o caso da Bosch Termotecnologia, S.A. (Bosch TT), em cuja fábrica decorrem já diversos testes, nomeadamente nos sistemas de produção flexíveis e no controlo de localização.

O 5GAIner estará à disposição da comunidade académica e científica nacional, bem como do ecossistema de empreendedorismo e inovação, prevendo-se que seja possibilitado o acesso a esta infraestrutura de I&D por parte de stakeholders internacionais.

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