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Vasos orgânicos

Entrevistamos Tomás Ramos, Digital Marketeer & Client Manager da Planta Livre, uma empresa que se dedica à produção e comércio de Plantas Ornamentais, que nos falou sobre este projeto e o seu compromisso com a sustentabilidade.

Como surge a Planta Livre e no que consiste?  

Somos uma empresa familiar, fundada em 2006 por dois irmãos, Armindo Gonçalves e Augusto  Gonçalves, que se dedica à produção e comércio de Plantas Ornamentais. O negócio foi criado com o objetivo de preencher uma necessidade de mercado, visto que, as empresas de  jardinagem recorriam à importação de produto. Neste sentido, o foco passou para a produção  nacional, proporcionando a todos os players de mercado uma maior oferta com redução de custos e recursos inerentes à importação. 

 

Que medidas adotam para a redução do impacto ambiental na vossa atividade?  

Alguns dos pontos são vistos como objetivos a médio/longo prazo, mas todos concretizáveis,  pois, nada do que apontamos como objetivo fica no papel.  

Posso referir 3 medidas:  

  • Redução da utilização de plástico;
  • Investimento em produção de energia fotovoltaica; 
  • Reutilização da água da rega. 

Participaram na feira Tektónica onde o vosso foco foi o compromisso com a sustentabilidade. Fale-nos um pouco sobre isso.  

Aproveitamos sempre todas as ocasiões para ser disruptivos e causar impacto positivo junto de  quem ainda não conhece a marca, sem esquecer todos aqueles que sempre nos acompanharam.  

Por isso, a ocasião serviu para comunicar junto do público o nosso foco na utilização de energia limpa, na redução do plástico, onde apresentámos o “Vaso Orgânico” e também a nossa  responsabilidade e compromisso na utilização dos recursos naturais, nomeadamente, a água e  os solos.

 

Estão a apostar em vasos orgânicos, constituídos por 50% de cartão e 50% de substrato.  Conseguem medir qual o impacto que teve na pegada ecológica da Planta Livre?  

O “Vaso Orgânico” é um produto que ainda se encontra em estudo. O grande objetivo da  utilização deste vaso passa pela redução de plástico, mas também, tem uma ótica de facilitar a vida de todos os nossos clientes. Ao adquirir uma planta em vaso orgânico, os clientes podem  efetuar a plantação sem se preocupar em retirar os vasos, uma vez que estes se degradam e até  servem de adubo. 

A que se deve o facto de terem ganho o certificado MPS, padrão global líder em sustentabilidade no setor da horticultura?  

Somos detentores do certificado MPS, e isto deve-se ao facto de trabalharmos com práticas de  negócio sustentáveis, tais como:  

  • Gestão do consumo elétrico; 
  • Reutilização e redução do consumo de água;  
  • Escolha de produtos menos agressivos capazes de suprir as mesmas necessidades.  

É um certificado de extrema importância, pois, serve de guideline com vista a melhorar os nossos  viveiros em termos ambientais. 

 

Quais os próximos passos para este projeto?  

Queremos continuar a ser pioneiros e disruptivos na implementação de técnicas de produção  sustentáveis no viveirismo em Portugal, incluindo neste grande objetivo os nossos  colaboradores e clientes.  

Prometemos comunicar e executar sustentabilidade, não por uma questão de moda, mas por  uma questão de sobrevivência.

Tomás Ramos

Gosta sempre de abordar o ROI (Return On Investment) quando falo das suas capacidades. Para ele, todo o trabalho e tempo despendido, especialmente a nível profissional tem de ser obrigatoriamente um investimento, nunca uma perda de tempo. Com uma licenciatura em Gestão de Marketing, atualmente desempenha funções no Departamento de Marketing da Planta Livre, empresa líder na produção e comércio de Plantas Ornamentais em Portugal. É um apaixonado pelos meios digitais, pelo Marketing Digital e sobretudo pela transformação digital. Para ele o trabalho, o foco e o compromisso são a chave para o sucesso.

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