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Entre a serra e o mar encontramos o Dream Guincho. Turismo sustentável que combina a tranquilidade do campo com a proximidade da cidade.

Nesta conversa ficamos a conhecer melhor este hotel em Cascais que apresenta uma arquitetura sustentável e totalmente integrada na paisagem que o envolve. Falamos ainda sobre os desafios desta altura atípica, e de que forma o Dream Guincho os tem enfrentado.

O que os motivou a abrir o Dream Guincho? Como surgiu a ideia?

Este hotel, Dream Guincho, nasce de um sonho antigo da proprietária Maria do Rosário Pinto Correia que sempre disse que o seu projeto de reforma seria um hotel. Em 2017 apaixonou-se por um terreno entre o mar do Guincho e a Serra de Sintra, e um ano depois começaram as obras para a construção do edifício que entrou em soft opening em finais de 2019 sendo a abertura oficial ao público feito em Março 2020.

piscina turismo sustentavel

Que experiência pretendem proporcionar a quem visita o alojamento?

Queremos que as pessoas que aqui chegam se sintam em casa. Que consigam desligar da correria do mundo lá fora, e que consigam aproveitar tudo o que temos para oferecer para relaxar e carregar baterias. Quisemos associar a este ambiente de tranquilidade um conforto extremo, aliado a uma decoração discreta, mas muito cuidada e com qualidade. E este requinte está em todos os pormenores: nas almofadas e edredons de penas, nos cremes da CastelBel, nos lençóis de tecido 100% algodão, nos pratos de porcelana, no sumo de laranja feito na hora para o pequeno almoço, …

 

Quais as atividades disponíveis no vosso espaço? Visam usufruir da proximidade ao mar e serra?

Temos uma sala de estar com lareira e outra para juntar os amigos à mesa, uma sala de bilhar e piano, uma outra para ler e para desenhar, um jardim com uma piscina exterior, vários terraços cobertos e descobertos, um espaço para exercício, um elevador, excelente WI-FI em todo o Dream Guincho… e toda a Serra de Sintra e a Praia do Guincho à nossa porta!

A decoração da Fusion criou um ambiente que faz do Dream Guincho o sítio ideal para descomprimir e relaxar, para celebrar momentos especiais… e até para teletrabalho.

Organizamos todo o tipo de actividades com parceiros selecionados, aproveitando a extraordinária localização que temos, entre mar e serra e perto de tudo! No Dream Guincho podemos ter aulas de chi kung ou yoga, um personal trainer para a sala de exercício ou aqua pilates, massagens, reiki e healing… Fora daqui, desporto no mar (surf, kitesurf, windsurf, pesca ou vela no mar, …) ou em terra (passeios a cavalo, caminhadas, observação de pássaros ou golfe, ténis e padel, …), um spa ou uma mesa no restaurante. Podemos também organizar transferes e passeios para todos os destinos que nos rodeiam – Cascais, Estoril, Sintra, Lisboa, Costa Oeste, …

 

De que forma o vosso compromisso com a sustentabilidade está presente? Pode dar-nos exemplos?

Com uma arquitectura de António Castello Branco totalmente integrada na paisagem, a sua construção e operação respeitam muitos requisitos de sustentabilidade, nomeadamente a construção em madeira, sem um único tijolo, e a utilização de fontes renováveis de energia.

Apesar de não termos um restaurante convencional, o nosso staff dedica-se a comida tradicional portuguesa, e tentamos, sempre que possível, seguir as iniciativas de km0 servindo aos nossos clientes produtos locais.

dg turismo sustentavel

Sentem que a preocupação com a sustentabilidade se enfatiza pela proximidade que têm à natureza?

Estamos em Cascais, e para além disso encostados à serra e a minutos do mar, o que nos leva a estar cada vez mais conscientes da beleza da natureza e da paz que nos transmite.

É absolutamente impensável não tentar por todos os meios preservar este ar único que aqui respiramos e a riqueza natural de tudo o que nos rodeia… para que todos os que nos visitam, agora e no futuro, possam deles disfrutar.

 

O que sentem que os clientes mais valorizam no vosso espaço?

A tranquilidade, o campo, a proximidade com o mar e serra, o ar puro e o layout acolhedor do espaço são os principais fatores para nos procurarem, visitarem e adorarem. Os hóspedes veem um espaço cheio de luz natural, com uma decoração cuidada conjugando peças de todos os estilos e proveniências, com memoria, que os faz sentir em casa. Os quartos foram pensados ao pormenor, e o resultado é visível quando temos hóspedes recorrentes ou que vêm por indicação de outros. Falam nos muitas vezes também nos pequenos pormenores que temos no hotel, na simpatia e dedicação do staff para garantir o bem-estar dos hóspedes… e na nossa comida caseira e portuguesa.

 

Qual o perfil dos vossos clientes? É um cliente maioritariamente português ou internacional?

Este projeto foi pensado para clientes nacionais e internacionais. Com a abertura em plena pandemia, mais de 90% dos nossos hóspedes no ano passado foram portugueses, mas já tivemos hóspedes de vários países – Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Áustria etc.

O nosso cliente é aquele que procura a tranquilidade do campo, não muito longe da cidade, que prefere um sítio aconchegado e cuidado, em vez da agitação dos grandes hotéis. São pessoas que procuram sentir-se em casa longe de casa, com todo o conforto que um hotel lhes pode dar… e que gostam do que é genuíno e bom.

Dream_Guincho_Interior

Estudos indicam que o setor do Turismo foi um dos mais afetados pela pandemia. Como têm conseguido diminuir o seu impacto no vosso negócio?

A nossa dimensão foi um fator crítico para conseguirmos adaptar-nos à nova realidade durante esta pandemia. O facto de sermos um hotel com 8 quartos com áreas socais grandes facilita o distanciamento entre os hóspedes e esse é um grande ponto a nosso favor. As pessoas procuram sítios pequenos, tranquilos e onde se possam sentir seguros.

Também o nosso serviço de refeições, servidas à mesa, facilitou esta adaptação.

Apenas tivemos de reforçar as medidas de higiene, e com a ajuda do selo Clean & Safe que nos foi atribuído pelo Turismo de Portugal foi ainda mais fácil mostrar às pessoas que para além de ser um lugar de paz é também um lugar onde se podem sentir em segurança.

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O YogurtNest chegou para facilitar a vida de todas as famílias. É uma iogurteira multifunções, fácil de transportar e sustentável. E para além disso, é um produto Português!

Ana Jervis e Miguel Leal contaram-nos a origem daquela que acreditam ser a iogurteira mais sustentável do mundo, e explicaram-nos de que forma esta permite empoderar as famílias e diminuir o impacto negativo no Planeta.

Em que consiste o YogurtNest e como surgiu?

O YogurtNest é uma iogurteira natural não eléctrica e multifunções, portanto sem ficha eléctrica. É um produto Português, confeccionado no norte de Portugal, usando materiais naturais como cortiça e têxteis (algodão, lã, cânhamo, linho) recuperados de antigos armazéns Portugueses.

Além de iogurteira, tem as funções de estufa Slow Cooker, ninho para levedar a massa e mala térmica. Permite que as famílias poupem dinheiro, reduzam o seu impacte ambiental e se alimentem de forma mais saudável.

Recebeu o Prémio Novo Rumo a Norte 2018.

O YogurtNest é o produto dos nossos (Ana e Miguel) interesses pessoais e profissionais, sempre com o objetivo que criar ferramentas úteis que possam empoderar as famílias a viver de forma a gerar menos impacto no Planeta.

O YogurtNest criou uma Comunidade YogurNest crescente e está a mudar a forma como fazemos e consumimos iogurte. Já existem YogurtNest em lares nos 5 continentes, desde os EUA à Rússia, passando pela Austrália, Singapura, Malta ou Moçambique, entre muitos outros países. Costumamos dizer, na brincadeira, que o YogurtNest é a iogurteira mais sustentável do mundo e é Portuguesa. E, se calhar, não estamos muito longe da verdade!

O primeiro YogurtNest teve origem numa pequena colmeia de abelhas. Podem contar-nos um pouco sobre a sua história e evolução?

O YogurtNest nasceu do nosso envolvimento como fundadores de iniciativas Cidades em Transição (Transition Towns), que preconizam um decréscimo da dependência da cultura do petróleo e uma vida mais eco responsável, mas também do nosso interesse pela Apicultura Natural e defesa dos Polinizadores, como formadores e Educadores Ambientais.

Em 2011, o Miguel fez um post no blog de Paredes em Transição, a primeira iniciativa Portuguesa, sobre como fazer iogurte, pão, compota em casa, no âmbito da ideia do DIY e de empoderamento das famílias. Em resposta a uma questão de um leitor, sobre como fazer iogurte em casa, o Miguel deu-lhe as instruções que viriam a ser as de como fazer iogurte num YogurtNest. Como o leitor não respondeu, o Miguel testou esse método específico, e resultou! Para tal, usou uma pequena colmeia Warré, modelo usado em Apicultura Natural, da sua empresa de apicultura, a TimberBee. Inicialmente, o enchimento foi feito com serradura, um subproduto das serrações, com o objetivo de o reutilizar. Após ter derramado leite e percebido que a serradura não era lavável, mudou-se para a cortiça, um material natural Português, renovável, reutilizável, lavável e um excelente isolante térmico, exatamente como pretendíamos. Também se passou da colmeia para um saco, de forma a ser transportável e mais leve, pois não daria muito jeito andar com uma colmeia debaixo do braço!

E assim fomos testando e melhorando o modelo, sendo que atualmente temos 2 tamanhos, com ou sem asas e bolso exterior. O nosso objetivo sempre foi que este fosse confecionado em materiais naturais e nacionais, prático, funcional e acessível a todos, em qualquer parte do mundo.

 

Esta é uma iogurteira multifunções. Afinal, o que pode ser feito com o YogurtNest?

Podemos usar como iogurteira, para fazer iogurte lácteo, sem lactose, grego, líquido, aromatizado, com bebida vegetal caseira ou de compra.

Como estufa slow cooker para terminar de fazer pratos como arroz, massa, quinoa, vegetais, sopa, etc, poupando gás/electricidade e evitando que a comida queime no fundo. Podemos deixar a comida a terminar de fazer enquanto nos ausentamos de casa ou para os nossos familiares que chegam a seguir ou para levar a comida a fazer durante a viagem para o picnic.

Como ninho para levedar a massa, ajuda a manter a temperatura de fermentação, seja para a massa, mas também por exemplo para outros fermentados como kefir ou kombucha. Sabemos que também é usado para fermentar a tinta azul indigo.

Para manter a comida quente ou fria, como mala térmica, temos modelos com asas e bolsos, bastante práticos para o transporte, seja para as férias, praia ou picnic.

No vosso website admitem ter um compromisso sério para com o Planeta. Em que consiste na prática?

Para as matérias-primas escolhemos materiais de origem natural, como a cortiça e fibras têxteis naturais. Reutilizamos têxteis salvos de finais de coleções de empresas que já fecharam, bastante antigos, mas em perfeitas condições. Damos sempre primazia aos materiais nacionais e estamos em constante procura e teste de outras soluções de reaproveitamento em termos de materiais, seja pelo seu upcycling ou pela sua sustentabilidade ambiental e social.

É extremamente importante desenhar produtos cujas matérias-primas, no seu final de vida, possam ser reaproveitadas para novos produtos, como é aqui o caso, numa perspetiva de economia circular.

Os nossos fornecedores localizam-se preferencialmente num raio de 50km, com raras exceções, de forma a reduzir as emissões decorrentes dos transportes e a valorizar a economia local e nacional.

As nossas encomendas são enviadas para os revendedores e clientes em caixas de cartão reaproveitadas recolhidas do comércio local ou de cartão reciclado, fechadas com fita de papel FSC e cola de borracha natural sem solventes. Os manuais e etiquetas não contêm plásticos ou agrafos.

Fazemos doação a projetos de conservação da Natureza, através da iniciativa internacional 1% for the Planet, da qual fomos a primeira empresa Portuguesa a aderir.

Ao usar o YogurtNest, uma família de 4 pessoas que coma 1 iogurte diário, ao final de 1 ano, terá evitado cerca de 1500 embalagens plásticas de iogurte, além da poupança de gás ou electricidade a cozinhar. Para nós, este impacto da Comunidade YogurtNest também é importante.

Fazemos igualmente ações de limpeza de praia complementadas por sessões de Educação Ambiental.

 

O YogurtNest era fabricado na vossa garagem, e hoje é vendido para todo o mundo. Porque motivo consideram que as pessoas receberam tão bem este produto?

Os primeiros protótipos foram feitos na oficina da costureira, mas mais tarde fomos contando com mais costureiras para a sua confeção. Sabemos que o fazem com muita satisfação porque sabem que vai passar das suas mãos para as mãos de outra mulher ou família, onde lhes será muito útil.

O seu aspeto cativante, bonito e inusitado, para uma iogurteira, também terá contribuído para chamar a atenção, assim como o seu compromisso a nível ambiental e de poupança económica para as famílias. A facilidade de uso e polivalência, em qualquer lugar, permitiram que despertasse o interesse noutros países. Verificamos que os adultos e crianças gostam do iogurte que fazem em casa, até porque o podem personalizar, passando a preferir o gosto deste face ao comercial que comiam antes.

As pessoas desejam liberdade e poder de escolha para fazerem as suas opções alimentares e o YogurtNest dá-lhes precisamente isso, é uma nova forma de confecionar e consumir iogurte.

Sentem que a maioria dos vossos clientes chegam por serem sustentáveis ou pela multifuncionalidade e praticidade do YogurtNest?

Pensamos que chegam exatamente por essas razões e por se apaixonarem pelo produto e pelo estilo de vida que ele representa e lhes proporciona.

O YogurtNest é feito em Portugal com cortiça e tecidos naturais. Quais são as vantagens de utilizar estes materiais?

As matérias-primas naturais usadas permitem que no final de vida do produto, estas sejam transformadas em novos produtos, seja por upcycling ou reciclagem. A cortiça é aproveitada até ao pó e pode ser efetuada a reciclagem das fibras têxteis. As perdas são reduzidas ao mínimo, numa ótica de economia circular, e os materiais são também comportáveis e biodegradáveis, não constituindo materiais tóxicos para a saúde dos habitantes do Planeta.

 

Quem pretende adquirir um YogurtNest, onde o pode fazer?

Podem adquirir o YogurtNest e os nossos outros produtos na nossa loja online e nos nossos revendedores em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda e Reino Unido, listados no site. Os envios são efetuados via transportadora ou correios para todo o mundo.

Quais são os vossos planos para o futuro? Pensam lançar novos produtos assentes no mesmo compromisso?

Sim, exatamente. Temos vários ideias e estamos em fase de procura de fornecedores de matérias-primas, dentro desta linha de atuação, o que exige bastante investigação e tempo. Temos estado a testar alguns produtos, que esperamos divulgar em breve!

Estamos igualmente a tentar fazer chegar o YogurtNest a outros países, através de novos Revendedores e Distribuidores, pois verificamos que a quantidade de clientes de outros países que chega à nossa loja online é crescente. Deixamos aqui o repto para nos contactarem, caso estejam interessados!

Miguel Leal

Atraído pelo Mundo Natural desde cedo, a sua vida desenrolou-se entre Portugal e o Canadá. A sua preocupação com a sustentabilidade do Planeta levou-o a tornar-se biólogo e a aproveitar cada oportunidade para alargar os seus conhecimentos sobre como regenerar o Planeta. Foi assim que se tornou apicultor e criou a TimberBee, empresa onde nasceu o YogurtNest, resultado de todas estas experiências, sucesso e falhanços.

Ana Jervis

Formou-se em Ciências e trabalhou em Educação Ambiental, Biologia Marinha e Apicultura, onde conheceu e trabalha desde então com o Miguel. Tem contribuído na gestão de projetos ambientais na criação de movimentos cívicos e ambientais, o que lhe conferiu a oportunidade de criar uma iniciativa das Cidades em Transição e conhecer muitos outros projetos e pessoas, noutros países.

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Preocupamo-nos cada vez mais com a nossa alimentação. Queremos saber a forma como os alimentos são produzidos e tratados até chegarem a nossa casa.

À conversa com Nelson Gomes, fomos perceber o que compõe os cabazes d’O Chico da Fruta, como são selecionados os produtos e onde podemos encomendar para os receber no conforto e segurança do nosso lar.

O Chico da Fruta: como surgiu e em que consiste este projeto?

O Chico da Fruta surgiu pela vontade de levarmos a casa de todas as famílias frutas e legumes frescos, de pequenos produtores, minimizando o tempo entre a “terra” e o “prato” e ainda garantindo a frescura e qualidade máxima.

 

O que podemos encontrar nos cabazes d’O Chico da Fruta? Como é feita a seleção dos alimentos que compõe os cabazes semanais?

Nos cabazes d’O Chico da Fruta podemos encontrar muita variedade dos produtos da época e que as famílias mais consomem. De forma a termos alguma flexibilidade, permitimos duas trocas e também temos alguns produtos extras que se podem adicionar ao cabaz. A seleção de todos os produtos é feita manualmente, com muito amor e carinho.

 

Qual considera ser a motivação das pessoas para comprar alimentos frescos diretamente aos produtores? Sente que a pandemia enfatizou esta procura?

Acreditamos que cada vez mais as pessoas se preocupam com a frescura, qualidade e proveniência de tudo o que consomem, e o facto de saberem que estão a comprar produtos de pequenos produtores, sentem-se mais seguras, e depois de experimentarem sentem também a grande diferença na qualidade dos produtos. Este era um movimento que já vinha a acontecer cada vez com maior expressão e a pandemia veio acelera-lo pela comodidade e segurança das entregas ao domicilio ou local de trabalho, evitando deslocações desnecessárias e poupando também tempo.

 

De que forma a preocupação com a sustentabilidade está presente no seu negócio?

A preocupação com a sustentabilidade está presente desde o 1º dia deste projeto. Os nossos cabazes são entregues em caixas de cartão, que vamos recolhendo, higienizando e reutilizando semana após semana. Decidimos também abolir a utilização de plásticos, e apenas os utilizamos quando não temos alternativa. Alguns estudos indicam também que o facto de concentrarmos as entregas por zona, se traduz na redução de até 80% das emissões de CO2, comparativamente ao que seria emitido caso as pessoas se deslocassem individualmente.

 

Como caracterizam o vosso público alvo? Sentem maior procura por parte de pessoas que demonstrem preocupação com o seu tipo de alimentação?

O nosso público-alvo são as famílias que procuram qualidade e frescura dos produtos que consomem, a preços justos, e a conveniência de poderem encomendar de forma rápida e simples e receber em casa ou no trabalho, sem terem de se deslocar ou perder tempo a selecionarem todos os produtos. Estimamos que a visita ao supermercado para selecionar e comprar o conteúdo do cabaz semanal demoraria entre 45 minutos e 1 hora e 30 minutos.

 

 

Qual a característica do seu negócio que sente ser mais valorizada pelos clientes? Porquê?

É-nos difícil fazer essa avaliação, mas o feedback que temos dos nossos clientes é: os produtos são realmente de qualidade superior, o atendimento ao cliente, a simpatia dos nossos motoristas, o facto de avisarmos o horário previsto da entrega no dia anterior, o preço ser equivalente e às vezes até mais baixo do que o que estavam habituados a gastar no supermercado/mercado. São tudo aspetos valorizados e que se traduzem na satisfação e fidelização dos nossos clientes.

 

Como podemos encomendar o cabaz d’O Chico da Fruta? Quando é feita a entrega?

As encomendas neste momento podem ser feitas através do nosso WhatsApp. Encomendas até às 12h são entregues no dia seguinte, de acordo com a nossa rota de distribuição definida e disponibilidade. Entregamos todos os dias de terça-feira a sábado. Temos também a hipótese de adicionar os clientes a uma lista semanal ou quinzenal, de forma a terem o seu cabaz sempre reservado.

 

De momento a distribuição dos cabazes é feita na Grande Lisboa. Ambiciona expandi-la para todo o país?

Acabámos de abrir as entregas para os concelhos de Amadora, Barreiro, Cascais, Loures, Oeiras e Sintra e neste momento estamos concentrados em chegar a mais famílias na área da Grande Lisboa. Sempre com a mesma qualidade e rigor do 1º dia.

Nelson Gomes
Formado em Gestão de Empresas, com experiência profissional no retalho alimentar e na relação com o consumidor. Nelson tem 32 anos e paixão por uma alimentação saudável,  baseada no consumo de frutas e vegetais, e o desejo de aproximar os consumidores aos pequenos produtores, levou-o a abraçar o projeto do Chico da Fruta.
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A MESH nasceu do desejo de democratizar a ourivesaria portuguesa. Apresenta peças delicadas e intemporais, que pretendem complementar a personalidade de quem as usa. Não descurando a sustentabilidade, através de um modelo de negócio assente na economia circular .

Conversámos com os fundadores, para compreender como levam a cabo a sua missão de democratizar a ourivesaria portuguesa.

 

Quem é a MESH Jewellery? Qual a origem do seu nome?

A MESH é uma marca de jóias pensada para a mulher contemporânea. Criamos peças para o uso diário, que complementam a personalidade de cada mulher. Somos os produtores de todas as nossas jóias, o que nos permite explorar constantemente novos horizontes.

O nome da nossa marca provém de um tipo de malha/fio usado na indústria de ourivesaria. O nosso principal objetivo foi democratizar a ourivesaria portuguesa, mostrar o que ainda era desconhecido para muita gente: a genialidade dos nossos artesãos ourives e, por isso, este foi o nome perfeito. Queríamos um nome com significado, curto e que, internacionalmente, fosse pronunciado da mesma forma.

 

 

Quando lançaram a marca sentiram falta de aceitação por parte dos proprietários das ourivesarias, atitude contrária ao que se verificou junto dos clientes. Porque motivo consideram que tal sucedeu?

O meu irmão e eu, após estarmos algum tempo a trabalhar na área como fabricantes de jóias para terceiros, percebemos que tínhamos algo de novo a trazer ao mercado. Tínhamos o design, os processos de fabrico e as ideias. Foi uma questão de tempo até concretizarmos o projeto.  O crescimento da marca confirma que tomámos a decisão correta.

 

No vosso website dizem ser possível combinar desejo com sustentabilidade. De que forma essa crença se reflete no vosso negócio?

Para nós, a sustentabilidade começa com as pessoas. Só trabalhamos com artesãos locais e preservamos o bem estar de todos os nossos stakeholders.

Relativamente às matérias primas, apenas utilizamos prata de origem reciclada para as nossas criações. Além disso, todos os metais usados nos banhos (ouro e ródio) são igualmente de origem reciclada. Todos são comercializados com a garantia do Responsible Jewellery Council. Temos o mesmo cuidado no packaging, utilizando apenas cartão reciclado com garantia FSC.

Foi também com base na sustentabilidade que desenvolvemos as nossas coleções de peças personalizáveis. Produzimos made-to-order, o que elimina totalmente os desperdícios na cadeia de abastecimento.

É com sentimento de dever cumprido que desenvolvemos o nosso negócio com base numa economia circular.

 

Sentem que os vossos clientes valorizam o vosso compromisso com a sustentabilidade?

Não forçamos muito a comunicação nesse sentido, porque esse compromisso é inerente ao nosso projeto desde início. É algo orgânico, que nasceu como princípio basilar da marca MESH. Trabalhamos num processo de melhoria contínua com o objetivo de fazermos mais e melhor.

Os resultados inevitavelmente aparecem.

 

Qual a principal inspiração das vossas peças?

Temos como objetivo criar peças com significado, delicadas e intemporais.

Inspiramo-nos essencialmente em linhas geométricas, no estilo boho e étnico e sobretudo na natureza.

 

De que forma conseguem garantir a individualidade de cada mulher através das vossas jóias?

Acreditamos no valor intemporal das jóias e no que elas transmitem.

O facto de termos a nossa oficina e produzirmos todas as nossas peças permite-nos com rapidez e agilidade atender aos pedidos e aos sonhos dos nossos Clientes. Era algo que já fazíamos muito nas nossas lojas físicas. Com a pandemia, quisemos passar essa experiência para o digital e lançamos duas coleções.

No MY OWN MESH, deixamos à imaginação de cada um a construção da sua peça, disponibilizando pedras, pérolas, berloques, fios variados, que conjugam a seu gosto.

No mês passado lançamos a coleção ENGRAVE ME, criando assim mais uma proposta de personalização de colares, brincos, pulseiras.

Qual a vossa peça best seller?

Todas as jóias com elementos da Natureza, como por exemplo flores, são sempre best-seller.

 

A MESH tem loja online e já conta com duas lojas físicas no Porto. Pretendem abrir novos espaços pelo país?

A situação pandémica que temos estado a viver suspendeu os nossos projetos nesta área.

De referir que contamos igualmente com 15 pontos de venda, 3 dos quais fora do País.

Nesta fase, continuamos a apostar no digital para criar novos canais de venda e distribuição.

 

 Tiago Barbosa & João Barbosa

Tiago e João Barbosa pertencem à 3ª geração de uma família que se dedica há mais de 60 anos ao fabrico de jóias. Após se dedicarem à expansão do negócio além fronteiras, fabricando para marcas e cadeias de lojas em 4 continentes, partiram para a criação da sua própria marca – Mesh.

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De que forma a Realidade Aumentada pode apoiar a Sustentabilidade? Foi isso que fomos perceber numa entrevista à Vanessa Hipólito, que realizou uma dissertação de mestrado sobre o tema. Deixamos algumas pistas: reduzir devoluções; reduzir stocks; marcas sustentáveis que potenciam vendas com ela.

Fizeste uma dissertação de mestrado sobre realidade aumentada. Vamos começar pelo início: o que é realidade aumentada?

Apesar de ser um conceito bastante emergente e conhecido nos dias que correm, a tecnologia de realidade aumentada existe já há mais de uma década. Contudo, tem sido ao longo dos últimos anos, mais precisamente desde 2016 com o lançamento da aplicação Pokémon Go, que esta tecnologia tem vindo a ganhar importância e popularidade, não só junto dos seus utilizadores, como também das marcas e empresas.

Esta tecnologia consiste na capacidade de sobreposição de informações e objetos virtuais, gerados por um computador, sobre um ambiente físico real. É possível de ser implementada com recurso a uma câmera integrada num dispositivo móvel, como um smartphone ou um tablet, dispositivos cada vez mais comuns e  indispensáveis no nosso quotidiano. Distingue-se das restantes tecnologias não só pela sua interatividade, mas essencialmente pela possibilidade de interação em tempo real.

Apesar de ser considerada uma vertente da realidade virtual, e muitas vezes confundida com a mesma, estas duas tecnologias oferecem experiências muito diferentes. Enquanto que a realidade virtual consiste numa experiência totalmente imersiva, a realidade aumentada permite ao utilizador observar em simultâneo o mundo real e virtual, oferecendo assim uma experiência muito mais ampla e abrangente.

2020 e 2021 são anos marcados pela pandemia e pelo “boom” do digital. Nota esta evolução na adoção da tecnologia de realidade aumentada por parte das marcas?

Se antes existia uma clara distinção entre os mundos online e offline, atualmente estes dois mundos parecem começar a fundir-se num só. Este fenómeno denominado por phygital, alinhado ao forte crescimento da adoção de smartphones e outros dispositivos móveis, vem despontar a importância da adoção de inovações tecnológicas, como a realidade aumentada, por parte das marcas e empresas.

Contudo, e apesar de ser uma preocupação verificada ao longo dos últimos anos, este é sem dúvida o grande momento de aposta no que diz respeito ao digital. Não só é o momento em que muitas marcas e empresas se viram obrigadas a “fechar portas” e precisam de marcar presença no digital de forma a conseguir continuar a chegar junto dos seus consumidores, como também é o momento em que o consumidor passa mais tempo em casa, está predisposto a despender mais tempo conectado a tecnologias, assim como a aprender a trabalhar e estar mais informado sobre as mesmas.

Desta forma, e com uma concorrência atual praticamente infinita no mercado digital, as marcas e empresas precisam de conseguir diferenciar-se, junto do consumidor, e acima de tudo conseguir auxiliá-lo e ajudá-lo no momento de decisão de compra, surgindo assim uma preocupação pelo desenvolvimento da melhor experiência de compra online possível. E como tudo isto é possível? Com recurso à tecnologia de realidade aumentada.

ASPORTUGUESAS, são o exemplo de uma marca portuguesa de calçado de cortiça criada por Pedro Abrantes, que desenvolveu durante o confinamento uma aplicação de realidade aumentada que permitiu aos seus clientes experimentar virtualmente os vários modelos sapatos disponíveis. Apontando a câmera de um dispositivo móvel para os pés, o cliente estava automaticamente calçado e poderia caminhar normalmente, uma vez a aplicação estava desenvolvida para acompanhar o movimento do andar, procurando aproximar o mais possível a experiência virtual da realidade.

Este é apenas um exemplo entre as muitas marcas e empresas, não só grandes como pequenas, que implementaram esta tecnologia como forma de contornar a pandemia. Desta forma, garantem assim não só o acompanhamento das tendências e evolução tecnológica, como a capacidade de criar experiências autênticas, únicas e inesquecíveis, respondendo às necessidades cada vez mais exigentes impostas pelos consumidores.

Como é que um e-commerce pode tirar partido da realidade aumentada?

Apesar das vendas online verificarem ao longo dos últimos anos um crescimento exponencial, e em especial desde o primeiro confinamento em março de 2020, são ainda bastantes as dificuldades e limitações existentes no momento de compra online por parte de muitos consumidores.

A impossibilidade do consumidor ver, tocar ou experimentar o produto é sem dúvida uma das principais, senão maior dificuldade e limitação em comprar online. Contudo, com recurso à tecnologia de realidade aumentada esta dificuldade pode ser facilmente contornada e ultrapassada.

Quando se fala de ferramenta de apoio à compra online, a realidade aumentada é sem dúvida uma das mais relevantes e mais valorizadas inovações tecnológicas.

Esta permite eliminar a barreira existente entre os mundos físico e digital, disponibilizando ao consumidor a possibilidade de experimentar virtualmente o(s) produto(s) desejado(s), quer em si mesmo, quer num espaço físico. Desta forma, esta experimentação virtual permite ao consumidor não só aumentar os níveis de confiança e satisfação no(s) produto(s) experimentado(s) e visualizado(s), como consequentemente na marca. Uma vez que é possível obter uma imagem muito próxima daquilo que será o resultado final desejado, mesmo  antes de adquirir o(s) produto(s), permitirá ainda minimizar os riscos inerentes à compra online.

Desta forma, a utilização da tecnologia de realidade aumentada no e-commerce permitirá assim não só criar uma experiência de compra online única e inesquecível, como aumentar a taxa de conversão e o volume de vendas. Uma vez satisfeito com a sua experiência online, o cliente compra e volta a recomprar, quer online, quer offline.

 

Realidade Aumentada

 

No que à sustentabilidade diz respeito, a realidade aumentada permite a experimentação virtual de artigos, reduzindo por isso o número de devoluções. Acredita que a realidade aumentada pode contribuir para vendas mais sustentáveis? Dê-nos mais alguns exemplos?

Muitas vezes as devoluções e/ou trocas ocorrem porque, ou o consumidor compra online e não tem a possibilidade de experimentar o produto antes de este chegar a sua casa, ou o consumidor está em loja e não tem tempo, paciência ou necessita efetivamente de o levar até sua casa para o experimentar.

Em qualquer uma das situações descritas, a realidade aumentada pode ajudar a diminuir o número de devoluções e/ou trocas.

Como referi anteriormente, esta tecnologia permite ao consumidor experimentar o(s) produto(s) virtualmente e de forma mais rápida e acessível, mesmo antes de o(s) adquirir. Desta forma, no momento efetivo da compra o consumidor já está consciente do seu resultado final, minimizando assim a possibilidade de troca ou devolução futura do mesmo.

Consequentemente, e alinhado à diminuição da taxa de trocas e/ou devoluções, no que diz respeito à sustentabilidade, permitirá minimizar ou mesmo eliminar outros desperdícios inerentes a este processo.

Especificamente, permitirá reduzir a utilização de sacos ou de caixas utilizadas nas trocas e/ou devoluções de compras quer offline, quer online. Por outro lado, e ainda ao nível da sustentabilidade, permitirá em vários setores diminuir o número de protótipos necessários em loja física e consequentemente os materiais e custos relacionados com a produção dos mesmos.

Estes são apenas alguns exemplos de como a tecnologia de realidade aumentada poderá contribuir para tornar o processo de venda mais sustentável, e consequentemente, contribuir para vendas mais sustentáveis.

 

Que ingredientes deve ter uma experiência de realidade aumentada para ser impactante junto do consumidor?

No desenvolvimento de uma experiência de realidade aumentada é fundamental ter em consideração ingredientes-chave como o registo, isto é, o alinhamento entre os objetos ou informações virtuais e o ambiente real, a interatividade ou a acessibilidade.

O consumidor espera ter uma experiência o mais aproximada possível à realidade, com gráficos de elevada qualidade, em HD e 360, onde os objetos tenham as dimensões proporcionais ao espaço onde estão inseridos.

Adicionalmente deve existir uma elevada preocupação com a capacidade do consumidor interagir com os objetos na aplicação, conseguindo redimensioná-los, movimentá-los ou ajustá-los, em tempo real, de modo a conseguir obter o resultado final o mais próximo possível do desejado.

E por último, mas não menos importante, estas aplicações devem ser intuitivas e acessíveis, não exigindo ao consumidor muito tempo de aprendizagem para conseguir utilizar a aplicação e usufruir de toda a experiência na sua plenitude. Apesar de grande parte dos consumidores serem tecnologicamente informados, são ainda muitos os que começam agora a explorar o mundo digital, sendo fundamental conseguir alcançar todos eles independentemente do seu grau de conhecimento da tecnologia.

 

Uma marca pode utilizar realidade aumentada para explicar ao consumidor o seu compromisso com a sustentabilidade? Se sim, dê-nos alguns exemplos de marcas que o fizeram? 

A realidade aumentada pode também também ser implementada através de QR Codes. Estes códigos são lidos, com recurso a uma câmera integrada num dispositivo móvel, que automaticamente permite ao consumidor aceder a um conjunto de informação adicional. Esta informação pode ser disponibilizada nos mais diversos formatos, como vídeos, fotografias, texto, entre outros.

Estes códigos podem, assim, ser utilizados pelas marcas e empresas nos seus produtos para fazer chegar aos seus consumidores mais informação, além da descrita no mesmo, de forma intuitiva e interativa.

Muitas marcas utilizam QR codes para divulgar campanhas de sustentabilidade e explicar o seu compromisso com a mesma. A Tetra Pack no Brasil, por exemplo, procurou através da colocação de QR Codes nas suas embalagens de leite educar o consumidor, de forma lúdica e divertida. O consumidor, através da leitura deste código conseguia posteriormente interagir com uma personagem digital que contava histórias sobre o processo correto de reciclagem das embalagens ou o processo de fabricação de novos produtos.

realidade aumentada sustentável

 

Desenvolver uma experiência de realidade aumentada é algo complexo? E em termos de custos?

A complexidade de desenvolvimento de uma experiência de realidade aumentada, assim como os custos inerentes ao mesmo, estão diretamente relacionadas com o objetivo final da mesma. Estes objetivos variam de acordo com, por exemplo, funcionalidades desejadas, quantidade de produtos disponibilizados ou qualidade dos gráficos e/ou imagens. Pelo que, é praticamente impossível standardizar um processo de desenvolvimento de uma experiência de realidade aumentada, pois cada caso é um caso.

Contudo, a aceitação desta tecnologia por parte dos utilizadores é bastante alta, o que garante um bom retorno quando o investimento é bem aplicado.

A longo-prazo, a aplicação de realidade aumentada permitirá às empresas que a empreguem, não só reduzir custos relacionados com a loja física, mas também aumentar o seu volume de vendas, quer online, quer offline.

 

A realidade aumentada pode contribuir para a criação de experiências omnichannel no retalho? Em que sentido? 

Uma boa experiência omnichannel é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Garantir uma comunicação consistente em todos os canais de comunicação entre a marca e o consumidor permitirá aumentar não só os níveis de  satisfação, como a confiança e a imagem da marca perante o seu público.

Apesar de muitas vezes a customer journey dos consumidores ser iniciada e finalizada num único canal – online ou offline –, existem múltiplas situações em que o consumidor inicia a sua jornada num canal e a finaliza noutro, pelos mais diversos motivos. Quer o consumidor inicie a sua jornada em loja e finalize online, quer o consumidor escolha o produto online e dirija-se até uma loja física para efetivar a compra, é importante garantir uma experiência consistente nos diversos contactos que existem entre o consumidor e a marca.

No retalho, a tecnologia de realidade aumentada vem permitir eliminar as barreiras existentes entre os vários canais, tanto online ou offline. Permite assim oferecer uma experiência muito idêntica online àquela que até então o consumidor só poderia usufruir em loja física, otimizando assim a experiência em qualquer canal. D

esta forma, a realidade aumentada permitirá ao consumidor, através de plataformas de e-commerce não só ter acesso a informação como visualizar virtualmente o produto, tal e qual como em loja. Adicionalmente, a tecnologia de realidade aumentada pode ainda ser utilizada em loja física, auxiliando o consumidor não na experimentação do produto, mas por exemplo, também com a disponibilização de mais informação necessária para efetivar a compra.

Vanessa Hipólito - realidade aumentada

Vanessa Hipólito

Tem 24 anos e são os novos desafios que a alimentam diariamente. Após terminar a sua licenciatura em Gestão, no ISEG, procurou “fugir” à monotonia dos números e encontrou a sua verdadeira paixão, numa escolha que se veio a revelar numa das melhores da sua vida – especializar-se em Marketing. Decidiu assim ingressar no mestrado em Marketing, igualmente no ISEG, onde desenvolveu a sua dissertação sobre um tema até então muito pouco explorado e aprofundado – a realidade aumentada e o desenvolvimento do relacionamento consumidor-marca.

Atualmente, enquanto trainee na empresa Leroy Merlin, abraça um desafio relacionado com o conceito phygital, onde tem a oportunidade de conciliar duas das áreas pelas quais é apaixonada, Inovação e Marketing.

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