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O Pai Natal Solidário, tem por vocação garantir que este sonho de Natal chega a todas as crianças e, nomeadamente, a cerca de duas mil crianças desfavorecidas, à guarda ou acompanhadas por instituições, que merecem, também elas, que os seus pedidos sejam satisfeitos.

Nesse sentido, os CTT pediram a 2300 crianças até 12 anos de 55 instituições de solidariedade, de Norte a Sul do País (o número ainda está a crescer), que escrevessem as suas cartas ao Pai Natal. As cartas estão disponíveis no site www.painatalsolidario.pt, a 19 de novembro de 2021 até 6 de janeiro de 2022.

Para efetuar a reserva das cartas escolhe-se a carta que se pretende e esta fica reservada durante três dias úteis. Se o pedido não chegar aos CTT durante esse espaço de tempo, a carta deixa de estar reservada e novamente disponível para apadrinhar. 

Teresa Duarte é um exemplo de alguém que escolheu dar um Natal mais feliz a uma criança. A jovem de 21 anos é patinadora e no ano passado descobriu «uma menina que tinha escrito uma carta a pedir uns patins». Então, Teresa juntou-se a algumas colegas de equipa e compraram «um conjunto de patins, capacete e joelheiras» para oferecer.

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Filipa Coelho, presidente da Associação VilacomVida e Joyeux Portugal, fala-nos sobre a importação do conceito de cafés-restaurantes solidários e inclusivos e a necessidade de difundir este tipo de projetos para uma maior sensibilização relativamente a jovens-adultos com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento.

No que consiste o conceito do café Joyeux e qual o seu objetivo? 

O Café Joyeux é a primeira família de cafés-restaurantes solidários e inclusivos que tem por missão trazer a diferença para o centro das nossas vidas e das nossas cidades, empregando – para então formar – jovens-adultos com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento (DID). Para convidar cada vez mais pessoas a conhecerem a mais-valia na diferença, os cafés-restaurantes Joyeux propõem uma carta deliciosa, composta por pequenos-almoço, almoços e lanches, produzidos no local com produtos frescos e da estação, por uma equipa inclusiva e motivada composta por estes jovens e por tutores especializados na área da restauração, que têm por objetivo ajudar estes jovens a serem colaboradores autónomos e polivalentes no setor da restauração. Para favorecer esta autonomia, todos os processos, receitas, equipamento, comunicação, são pensados de forma inclusiva.

Fotografia: André Seabra Moura

Como surgiu esta ideia inclusiva? 

A Associação VilacomVida, IPSS nascida em 2016 com o objetivo de aproximar a sociedade da diferença, para desmistificar preconceitos e assim beneficiar a inclusão de pessoas com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento (tais como trissomia 21 ou as perturbações do espectro do autismo), preparava-se para lançar um conceito de restauração inclusiva muito semelhante – o CafécomVida – que esteve aberto como projeto-piloto deste modelo durante 18 meses em Santos. Quando soubemos da abertura dos Cafés Joyeux em França – em vez de “reiventarmos a roda” – convidámos a marca a internacionalizar a sua presença e missão, começando por Lisboa, e por termos a mesma visão sobre esta necessidade de incluir a diferença naturalmente nas nossas vidas, ela imediatamente aceitou. 

A história dos Cafés Joyeux, por seu lado, começou quando numa viagem de barco, o fundador dos Cafés Joyeux, Yann Bucaille, foi abordado por um jovem com autismo, o Theo (hoje imagem no logotipo), que lhe disse: “Capitão, eu gostava muito de ter um trabalho e de me sentir útil. Tu que és empresário, podes arranjar-me um emprego?”. Perante a resposta negativa por parte de Yann Bucaille, o jovem ficou triste e esta tristeza incomodou o fundador dos Cafés Joyeux, levando-o a criar este projeto, juntamente com a sua esposa, Lydwinne Bucaille.

Fotografia: André Seabra Moura

Qual o destino dos lucros gerados pelo café Joyeux? 

Todo o lucro destina-se a ser reinvestido na abertura de mais cafés-restaurantes Joyeux, para assim criar mais postos de trabalho – tudo para que estes super-heróis possam mostrar aquilo de que são capazes.

 

Qual a maior dificuldade que sentiram para a abertura do café Joyeux em Portugal? 

Por um lado, a localização de um espaço central que ao mesmo tempo permitisse cumprir um plano de negócios sustentável e, por outro, a procura do investimento necessário para a primeira abertura – angariação de fundos que ainda decorre neste momento junto de particulares e empresas para pagar os custos do investimento necessário à abertura do Café-Restaurante Joyeux em Lisboa.

O modelo de investimento para a abertura de cada Café Joyeux em França, e agora também em Portugal, assenta na angariação de fundos feita junto de doadores empresariais e particulares, que apoiam a compra dos equipamentos, obras, decoração e fundo de maneio para os primeiros 3-6 meses. Passado este período, todos os custos decorrentes da operação serão cobertos pelo negócio social e os lucros existentes serão reinvestidos na abertura de mais cafés-restaurantes Joyeux, para assim poderem ser proporcionados mais postos de trabalho. O plano de expansão prevê que com cinco cafés-restaurantes Joyeux abertos será atingida a sustentabilidade do projeto. Para além de Portugal, o Café JOYEUX tem previstas outras aberturas internacionais nos próximos meses: Bruxelas, Genéve e Nova Iorque.

Fotografia: André Seabra Moura

Sente que já existia necessidade de Portugal dar um passo em frente na inclusão de pessoas com dificuldades intelectuais? 

Sim, totalmente. Existe um trabalho extraordinário que é efetuado por instituições especializadas na área da deficiência há muitos anos, mas, através das respostas subsidiadas que existem atualmente, o Estado continua a não favorecer, por não trazer estas respostas para mais perto de todos nós – este segmento da população – aqueles que, tendo uma dificuldade intelectual e do desenvolvimento, têm, quando devidamente estimulados e em contexto inclusivo, capacidade para se tornarem profissionais autónomos e não subsídio-dependentes ou estarem ocupados em vez de serem profissionalizados para terem o seu próprio rendimento e independência. As pessoas têm medo daquilo que não conhecem. Será por isso mais fácil que, conhecendo e estimulando, na perspetiva social e humana de cada um, a relação com a diferença, seja mais natural, intuitivo e fácil também que cada um de nós – enquanto empregador, professor, colega – possa também incluir mais naturalmente alguém dito “diferente” na sua vida.

 

Não sendo esta a realidade presente no dia a dia comum da maior parte dos portugueses, sente que existe alguma barreira à adesão por parte das pessoas, ou tem feito um grande sucesso? 

De forma alguma. Já do tempo do CafécomVida sentimos que tudo o que é preciso é convidar as pessoas, criar oportunidades naturais e positivas de proporcionar que todos possamos conhecer a diferença – ou a vida como ela é – , envolvê-las na missão com algo fácil, simples e natural, e não colocarmo-nos na posição de pedir ajuda. Desta forma as pessoas acabam por perceber que podem ter um dois em um – continuar as suas vidas, – neste caso ir almoçar ou beber um café a um local agradável, onde comem bem, são bem atendidos – e ainda se sentem úteis a apoiar uma causa em que acreditam. Por tudo isto a adesão tem sido extraordinária – e estamos particularmente gratos a todos quantos – como vocês – nos ajudam a divulgar este projeto, pois só assim conseguiremos demonstrar a cada vez mais pessoas a grande mais valia e potencial transformador que existe na relação com a diferença.

Fotografia: André Seabra Moura

Quais os próximos passos para este projeto?

Iremos em breve – até ao final do primeiro semestre de 2022 – abrir um novo Café-restaurante Joyeux em Cascais, num espaço fabuloso que já encontrámos, junto à Baía de Cascais. Aqui empregaremos cerca de 10 a 12 jovens-adultos com este perfil e daremos novas oportunidades à sociedade de desmistificar preconceitos e conhecer as capacidades extraordinárias destas pessoas. O nosso plano de expansão prevê a abertura de 5-6 cafés-restaurantes até 2026 em diversos pontos do país. Apenas precisamos de angariar o investimento necessário para tal, convocar as equipas-piloto locais para nos apoiarem nesta angariação – replicando assim o modelo francês – e assim podermos todos fazer parte desta missão nacional.

Filipa Pinto Coelho

Foi quando engravidou do seu terceiro filho – Manuel – a quem foi diagnosticado Síndrome de Down na 15ª semana de gravidez – que a sua vida e percurso profissional mudaram completamente. Amor e Paixão comandaram o resto da sua história até agora. Ela usou o seu know-how para criar um projeto de empreendedorismo social chamado CafécomVida, em nome da ONG que criou juntamente com um grupo de pais de crianças com deficiência cognitiva – VilacomVida -, cuja missão é transformar a vida das pessoas promovendo uma experiência baseada na qualidade com jovens adultos diagnosticados nomeadamente com Síndrome de Down e Autismo, permitindo-lhes mostrar ao mundo os seus super-poderes ocultos. Agora ela representa exclusivamente, em nome de VilacomVida e Joyeux Portugal, a primeira família solidária e inclusiva de coffee-shop que emprega e forma pessoas espantosas com deficiência cognitiva, convidando toda a sociedade portuguesa a ligar-se e a familiarizar-se com a riqueza para além da diferença: Café JOYEUX.

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O Grupo Mercantina destacou-se durante o período de confinamento, ao criar o projeto “Food For Homeless” em conjunto com a Comunidade Vida e Paz. Fomos falar com José Bartolomé Duarte, um dos fundadores, para conhecer um pouco melhor o grupo, saber mais sobre o “Food for Homeless” e descobrir que outras ações levam a cabo, na área da sustentabilidade. Podemos adiantar que foi uma agradável surpresa, com cuidados que vão desde o controlo do desperdício alimentar até à adoção de um coala. Está tudo abaixo.

 

Durante a pandemia, a Mercantina juntou-se à Comunidade Vida e Paz no apoio aos sem-abrigos de Lisboa. Foi criada a iniciativa Food for Homeless em que foram entregues refeições a quem mais precisa. Como surgiu esta iniciativa?

A marca Mercantina e a nossa agência de comunicação, ADBD Communicare, entenderam desde o início que a pandemia agravou ainda mais as evidentes necessidades de algumas pessoas. Foi efetivamente o momento em que seria necessário chamar a atenção para a importância de cuidar do outro e de garantir que quem mais precisa não é esquecido. A Comunidade Vida e Paz é um dos parceiros ideais, uma vez que presta apoio a pessoas em condição de sem-abrigo ou de vulnerabilidade social, procurando a sua reabilitação e reinserção social, tentando responder às necessidades que encontram nesta comunidade.

Na sua missão de responsabilidade social, o Grupo Mercantina associou-se à Comunidade Vida e Paz e preparou a campanha ‘Food for Homeless’. Lançámos este projeto a 21 de março e mantemo-lo até à data. O objetivo é ajudar e chegar a quem mais precisa.

 

Quais os resultados alcançados?

Nestes quatro meses já distribuímos mais de 1 000 refeições. Fazemos as entregas todas as semanas, sempre em veículo próprio para garantir a qualidade dos produtos. Tem sido para nós verdadeiramente gratificante contribuir para esta causa, incluída nas nossas Políticas de Responsabilidade Social.

O grupo Mercantina acredita verdadeiramente na ética do comportamento social e na sua importância para todos nós.

 

Na Mercantina existe uma preocupação com a reciclagem ou outra causa ambiental? Se sim, descrevam por favor.

Posso referir que lançámos recentemente uma submarca de comida asiática, a Take The Box, como atrás referido.  Como marca de delivery que é, as boxes são muito importantes, sendo que procurámos evitar ao máximo o plástico e encaminhámos todos os processos no sentido de termos embalagens de papel reciclável.

Acreditamos que é um investimento que compensa a marca a vários níveis: sustentabilidade, redução da nossa pegada ecológica e uma preocupação social genuína para com as gerações futuras.

 

 

Qual o cuidado que têm na seleção das matérias-primas e fornecedores? É importante para vocês a região de origem? Quais os critérios que aplicam?

Uma das principais preocupações da Mercantina é o produto, sempre fresco e com uma qualidade irrepreensível. Como nos assumimos como uma marca verdadeiramente mediterrânica, os produtos usados na confeção dos pratos vêm diretamente dos países que inspiram a nossa gastronomia, como a farinha Caputo, de Nápoles, ou o tomate San Marzano, do  Monte Vesúvio.

Cremos que a origem e qualidade dos produtos fazem a diferença para o cliente que nos visita e é a pensar nele que, todos os anos, viajamos até aos países da Bacia Mediterrânea para procurar novas combinações e inspirações. Todos os produtos passam por uma rigorosíssima seleção, feita pelos nossos chefs e pela administração.

 

Nota que os clientes estão mais exigentes com aquilo que consomem e questionam mais, como por exemplo, os ingredientes utilizados, etc?

O cliente é o centro da nossa razão de ser enquanto marca. Consideramos que a quantidade de informação que hoje existe nas diferentes plataformas comunicacionais, obriga-nos, obviamente, a estar atentos a todos os pormenores. Sendo que o mercado concorrencial é enorme, o Grupo Mercantina não pode parar de procurar inovar. É verdade que o mundo da informação ao dispor de um click revolucionou verdadeiramente este aproach entre os clientes e a marcas. O cliente quer estar por dentro, quer conhecer, quer saber, procura explicações e nós temos que cá estar para lhas dar, razão pela qual investimos numa comunicação transparente em todas as plataformas onde nos encontramos.

 

Criámos o ‘Menu Populi Solidário’ em exclusivo para apoiar a Associação Ajuda de Berço

 

Qual o posicionamento da Mercantina no mercado dos restaurantes mediterrânicos? Em que se diferencia dos demais?

A marca Mercantina nasce em 2013, pela mão de três sócios: José Bartolomé Duarte, António de Sousa Duarte e Paulo Antunes. Considero que a marca trouxe inovação ao mercado e um olhar diferente face ao que existia na altura. Foi a primeira marca em Lisboa e a segunda em Portugal a obter o certificado de qualidade, reconhecido pela Associazione Verace Pizza Napoletana (AVPN), mais conhecida como a Michelin das Pizzas. Obtivemos também, em 2015, o certificado de Ospitalità Italiana, da Câmara de Comércio de Itália.

O posicionamento da Mercantina, ao longo dos anos, tem procurado ser de referência, no que diz respeito à genuinidade dos produtos e à qualidade constante dos mesmos, procurando estar sempre perto do seu consumidor. Desde o início contou com o Chef pizzaiolo Diogo Coimbra, a consultadoria, para a pizza alla pala da marca Pizza & Gelato, do chef Luca Belliscioni (um dos mais reputados chefs de Roma) e, também desde o início, o chef Giorgio Damasio, chef reconhecido a nível nacional e internacional. Hoje, a cozinha da Mercantina está aos comandos do chef Nathanel Silva.

A Mercantina tem uma inquietação permanente ao nível da inovação, traduzida sempre em novas propostas para os clientes, procurando novos sabores e caminhos no seu desenvolvimento. A marca Mercantina conta hoje com os seus restaurantes de Alvalade, que é a casa mãe, Chiado e Avenida da República, sob a designação Bistro 37.

Lançámos, em plena pandemia, a submarca Take The Box, sendo esta virada exclusivamente para o delivery e take away. Na inquietude mental que nos caracteriza, o grupo Mercantina abriu e rasgou horizontes para novas culturas e, desta feita, para a gastronomia oriental. Considero que a Marca Mercantina não pretende ser apenas e tão somente uma marca de gastronomia mediterrânica, mas aberta a novos sonhos e a novos projetos. Assim sendo, procuramos e procuraremos sempre entender os hot topics mundiais nos nossos projetos.

 

 

Ao nível da vossa oferta gastronómica, existem opções vegan ou mais saudáveis (biológicas)? 

Acreditamos que as opções que servimos na Mercantina são sempre saudáveis, pois só utilizamos produtos frescos. No entanto, fruto da procura e também da nossa vontade em chegar a novos clientes, temos hoje em dia uma grande preocupação em criar opções vegetarianas. Sempre tivemos o cuidado de incluir alternativas à carne e ao peixe na nossa carta, mas a oferta tem vindo a aumentar. Destaco a pizza Margherita D.O.P (Tomate, mozzarella di bufala D.O.P della Campania, parmesão, manjericão e azeite extra virgem), a Vegetariana (Tomate, mozzarella, pimentos, courgette, beringela e cebola) e a Arrotolata (Mozzarella fior di latte, tomate seco, pesto e azeitonas (pizza fechada). Temos também o Risotto de cogumelos e a Salada Caprese. Mesmo nas Sugestões do Dia, que compõem os Menus de Almoço, temos sempre opções saudáveis, com produtos da época que fazem parte as nossas saladas. Veja-se, por exemplo, a farinha biológica certificada que importamos diretamente de Itália e que incluímos nas nossas pizzas alla pala. Entendemos também que este é definitivamente o caminho e por isso estamos a trabalhar em novos processos. Com certeza que, no próximo ano, apresentaremos novas soluções para novas exigências.

 

O que fazem, por exemplo, para combater o desperdício alimentar?

Como trabalhamos sempre com produtos frescos e os nossos pratos são confecionados em doses individuais, previamente preparadas, reduzimos ao mínimo o desperdício nas nossas cozinhas. Foi sempre uma preocupação nossa evitar o desperdício alimentar, missão que temos cumprido com sucesso até à data e assim procuraremos continuar.

 

Que outras ações de responsabilidade social têm vindo a ser ou projetam que venham a ser desenvolvidas no futuro?

O Grupo Mercatina tem sempre várias ações de responsabilidade social. Ainda este ano, devido aos incêndios na Austrália, a Mercantina juntou-se à campanha de solidariedade mundial e adotou um coala que foi acolhido no Koala Hospital e que foi batizado de Paul.

Ainda dentro do grupo Mercantina, tivemos uma campanha no restaurante Populi, agora Terra Nova by Populi, onde criámos o ‘Menu Populi Solidário’ em exclusivo para apoiar a Associação Ajuda de Berço, que acolhe crianças até aos três anos de idade, em situação de risco ou abandono.

A responsabilidade social sempre teve muito peso para o Grupo Mercantina e estamos sempre a criar novas forma de apoio. Para 2021 temos já previstas algumas ações, nomeadamente para o Dia da Mãe e para o Natal. São ações que já tínhamos projetado para este ano, mas que devido à pandemia tivemos de adiar.

Conheça o grupo Mercantina em detalhe em: www.mercantina.pt

José Bartolomé Duarte,
Partner fundador do Grupo Mercantina

Lisboeta, benfiquista e homem do mundo. Foi o gosto pelo risco que o fez lançar-se, muito jovem, no mundo dos negócios. Licenciado em Gestão pela UE/ISLA e pós-graduado em Mercados e Ativos Financeiros pelo INDEG/ISCTE é um empreendedor que elege como áreas de interesse a gestão, a estratégia e os mercados financeiros. Há 20 anos fundou a agência de comunicação ADBD Communicare e é partner fundador da agência de comunicação Bulldog, desde 2013.

A paixão pela Comunicação leva-o a assumir o valor imenso deste lado estratégico para as empresas, mas também o impele, desde 2005, a ensinar Marketing Político, Comunicação Empresarial, Relações Públicas e Assessoria Mediática, na Universidade Europeia. Ainda na área da educação, foi também diretor executivo da pós-graduação em Estratégias de Comunicação e Assessoria Mediática, na UE/ISLA durante cinco anos.

Em 2012 inaugurou a marca Populi (agora Terra Nova by Populi) e em 2013 lança a marca Mercantina, em Alvalade, seguindo-se as Mercantinas Chiado e Bistro 37, em 2015 e 2018 respetivamente. Em plena pandemia, o Grupo Mercantina lança a marca Take The Box, exclusiva para Delivery e Take Away. Detém ainda a marca Biovitaminas desde 1995 na área do Healthy Food.

É coautor da obra ‘O Livro do Empreendedorismo’, da Universidade Europeia, onde leciona, e palestrante em várias conferências, nas áreas da Comunicação e Gestão. É membro da Câmara de
Comércio Luso-Britânica e do Grémio Literário.

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