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No mês em que celebra o seu terceiro aniversário, a The Loop Co., startup tecnológica sediada em Coimbra, anuncia o fecho de 2021 com resultados de 3.5 milhões de euros em faturação, registando um crescimento de 30% face ao ano anterior. Prestes a inaugurar um novo espaço na praça de Coimbra, promete continuar a desenvolver soluções tecnológicas aplicadas à economia circular e levá-las além-fronteiras. 

O primeiro projeto Book in Loop, plataforma de e-commerce dedicada à revenda de manuais escolares e calculadoras gráficas, nasceu em 2016, e em 2019 surgiu a BabyLoop, produtos de puericultura sustentáveis e em segunda-mão, formando-se assim o grupo The Loop Co, que celebra agora três anos. A startup de greentech desenvolveu, ao longo do ano passado, novos projetos como a plataforma online de marcação de testes à COVID-19 utilizada pela Associação Portuguesa de Farmácias e a Cruz Vermelha e a aplicação das Reverse Vending Machines de “Do Velho se Faz Novo” e “Bebidas+Circulares”. Para tal, contratou 50 colaboradores, o que representou um aumento de equipa em 83%, tendo em conta a dimensão no ano anterior. 

A operar em pilares como a responsabilidade social, tecnologia e desenvolvimento e economia circular, a startup celebrou o seu terceiro aniversário na passada sexta-feira, num evento centrado no tema da economia circular e da transição digital em Coimbra. Com mesas redondas e debates assentes em temas como PRR e Transição Digital e Sustentável, Economia Circular no Retalho e por último de Inovação e Tecnologia a Partir de Coimbra, a The Loop Co. antecipou aquelas que serão as tendências e a missão para os próximos anos. 

Já no início deste ano, a anteriormente empresa do portfólio da The Loop Co., a BiLD Analytics, foi adquirida pela gigante britânica de serviços digitais Ascent, elevando o esforço feito pela startup tecnológica na área dos dados. Atualmente, mantém uma relação de colaboração com a BiLD Analytics e a sua equipa de gestão junto do grupo Ascent. 

Para o futuro, a The Loop Co. planeia internacionalizar-se, onde marca presença através dos projetos de economia circular, com a missão de levar o conhecimento tecnológico português ao mundo. 

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Na semana em que o mundo estará atento à cerimónia dos Óscares, a Cash Converters desafia portugueses, sem qualquer experiência na área, a atuar na vida real e a serem os protagonistas do novo “filme” que dá vida ao Movimento Converters.Chega de Estreias” é o nome da película que pretende reforçar a luta contra a compra de produtos em primeira mão e levar as pessoas a mudar os seus hábitos de consumo na vida real. 

Para participar, basta ter vontade de atuar por um mundo melhor, assistir ao trailer do filme e aceder ao site da Cash Converters. De seguida, cada participante receberá um guião com algumas regras que terá de decorar e pô-las em prática, dando assim vida ao Movimento Converters no mundo real. “Chega de comprar novo”, “chega de comprar o desnecessário”, “chega de greenwashing”, “não ser mais um mero espectador”, são algumas das falas incluídas no guião que colocará os portugueses no papel principal da economia circular.

Segundo a Cash Conveters, “os ativistas atuam da mesma forma que os atores e atrizes do cinema. Neste sentido, a Cash Converters pede às pessoas que atuem. A dinamização deste casting associa o conceito de estreias cinematográficas à estreia de produtos em primeira mão e tem como objetivo mudar os hábitos de consumo e levar os portugueses a agir. É disto que se trata o Movimento Converters, um apelo para que as pessoas estreiem uma nova atitude e tomem medidas na vida real, na sua vida quotidiana. Desta forma, ao descarregar o guião, os portugueses terão uma surpresa: o papel principal no filme sobre as suas vidas onde se tornarão verdadeiros protagonistas.”

Para a Cash Converters ter produtos em segunda mão em condições novas por estrear e estrear produtos novinhos em folha são coisas muito diferentes, sendo que o desafio não está no conceito de estrear, mas sim no uso de produtos em primeira mão. A marca garante que os produtos em segunda mão tenham a mesma garantia que os produtos novos, quer a nível de qualidade como de segurança. Neste sentido, o filme “Chega de Estreias” é uma das muitas iniciativas dinamizadas pela marca com o objetivo de reforçar o Movimento Converters lançado em Portugal, que tem como objetivo combater o consumo desmedido e promover a economia circular e um consumo mais responsável e inteligente.

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 Há pais e pais e na Cash Converters há descontos demais. Para  incentivar ao consumo responsável e consciente no dia dedicado aos pais de Portugal, a marca  líder de economia circular torna a compra de presentes ainda mais acessível, com uma  campanha de descontos de 80% em todas as categorias de produtos em segunda mão, perfeitos  para oferecer no Dia do Pai. A campanha está disponível na loja online e nas lojas físicas da Cash  Converters em Lisboa e Porto até à data efeméride, 19 de março. 

Para ajudar os filhos a escolher a melhor prenda, a Cash Converters sugere opções para  surpreender cada tipo de pai: 

Para o Pai Tecky, a categoria de smartphones com descontos até 74% pode ser o paraíso  dos presentes. As sugestões são o iPhone 11 Pro 256gb, a 671,95€, ou o Samsung Galaxy  Note 10 Lite 6gb 128gb, a 257,95€.  

Para o Pai Vaidoso: o que gosta de cuidar de si, existem descontos de 49% em produtos  de barba e depilação. A Máquina De Barbear Braun Series 9, a 181,95€, pode ser uma  opção. 

Para o Pai Desportista, o que não perde uma corrida ou um passeio de bicicleta, basta  escolher entre os produtos de desporto e auscultadores, com descontos na ordem dos  64% e 74%, respetivamente. As sugestões passam por um Suporte De Bicicleta, a 7,95€,  ou um auscultadores In Ear Samsung Sm-R140, a 51,95€.  

Para o Pai amante de Relojoaria, categoria de relógios tem descontos até 87%, com  opções que vão desde o Samsung Gear S2 Classic Smr732, a 91,95€, ou o Relógio Daniel  Wellington Br40r33, a 115,95€. 

Para o Pai Gamer, a categoria de consolas, com descontos na ordem dos 88%, pode ter  o presente ideal A Ps4 Slim 500gb, a 221,95€, e a Nintendo Switch, a 247,95€, são  algumas das sugestões. 

Todos os produtos vendidos pela Cash Converters passam por um processo de verificação e  segurança aprofundado e têm dois anos de garantia. 

Até dia 19 de março, todas as peças estão disponíveis na loja online e nas lojas físicas em Lisboa  (Rua Antoni Pereira Carrilho, 5; Rua José Rodrigues Migueis, 1; Rua Pinheiro Chagas, 101B;  Edf.Trevo – Rua Quinta Do Paizinho, 2 R/C B) e no Porto (Rua Fernandes Tomas, 432). 

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A Humana é uma associação sem fins lucrativos que, desde 1998, trabalha a favor da proteção do meio ambiente através da reutilização têxtil e realiza tanto programas de cooperação para o desenvolvimento em Moçambique e na Guiné-Bissau como de apoio local em Portugal. Falámos com Rafael Mas para saber mais sobre esta associação.

A Humana tem a missão de proteger o meio ambiente através da reutilização de têxtil e melhorar as condições de vida das comunidades em vias de desenvolvimento. De que forma?

Procuramos obter o máximo aproveitamento do têxtil usado ao recolher através de uma rede de contentores as doações têxteis por parte dos cidadãos, e preparando esse têxtil para a reutilização. O objetivo é dar uma segunda vida à roupa e favorecer o modelo de economia circular. Através da reutilização transformamos um possível resíduo num recurso. É através das lojas secondhand que a Humana promove a reutilização da roupa usada.

A gestão do têxtil usado permite reunir fundos para financiar projetos de cooperação para o desenvolvimento em África.

Desenvolvemos um trabalho complementário de apoio local em Portugal, em municípios parceiros, para apoiar as instituições com os recursos gerados através da recolha de roupa usada em atividades de carácter social, ambiental e humanitário. É uma prova do nosso compromisso reverter para a sociedade parte dos recursos gerados através da gestão das roupas doadas.

Fomentamos a consciencialização da cidadania através de várias ações e iniciativas de sensibilização, como exposições, workshops e eventos, com o objetivo de informar a população sobre o nosso trabalho e o impacto positivo do mesmo.


Como é que as pessoas podem participar ativamente nesta economia circular?

No caso da Humana, doar o têxtil de que já não necessita, depositando-o no contentor apropriado. Além disso, comprar moda em segunda mão. Desta forma, a economia circular é favorecida.

 

Qual o processo de preparação para a reutilização das roupas?

O processo de preparação para reutilização é realizado nas duas fábricas em Espanha que a Humana Fundación Pueblo para Pueblo, uma organização irmã da Humana Portugal. O processo é realizado manualmente, apoiado por meios semimecanizados. Este processo, baseado na Hierarquia de Resíduos da UE, permite obter 5 grupos principais de materiais.

  • Têxtil para reutilizar nas lojas Humana Portugal
  • Têxtil para reutilizar fora de Portugal
  • Têxtil que se destina à reciclagem, pois o seu estado não permite a sua reutilização
  • Outros resíduos, como papel, papelão ou plástico
  • Material que não pode ser reutilizado ou reciclado, por isso é enviado para centros de tratamento de resíduos
    90% do têxtil processado tem uma segunda vida, através da sua reutilização ou reciclagem.


Conseguem medir/estimar qual o impacto do vosso contributo para o planeta e para a sociedade?

A Humana Portugal recuperou no ano pasado, 2.700 toneladas de têxteis usados para dar-lhes uma segunda vida. As 2.700 toneladas recuperadas equivalem a quase 11 milhões de peças de vestuário que tiveram uma segunda vida através da reutilização e reciclagem.

Além disso geram um duplo benefício: ambiental, pois reduz a geração de resíduos e contribui para o combate às mudanças climáticas. A reutilização de têxtil usado contribuiu para a redução das emissões de CO2: por cada kg de roupa recuperada (e não levados a um centro de tratamento de resíduos e incinerada) é evitada a emissão de 6,1 kg de CO2, de acordo com um estudo da Federação Humana People to People.

As 2.700 toneladas recuperadas no ano passado em Portugal evitaram a emissão de 16.470 toneladas de CO2 à atmosfera, que equivalem à emissão anual de 6.186 carros que circulam 15.000 km cada ou à absorção anual de dióxido de carbono de 122.910 árvores.

O benefício social consiste na criação de empregos inclusivos, estáveis e de qualidade: a Humana gera um emprego indefinido para cada 24.545 kg de têxteis recolhidos. Por outro lado, os recursos obtidos destinam-se a programas de cooperação para o desenvolvimento em Moçambique e na Guiné-Bissau como de apoio local em Portugal.

Para além da vossa principal atividade, que outras ações desenvolvem para incentivar uma maior sustentabilidade ambiental?

Todos os anos passam por nossa rede de lojas centenas de milhares de pessoas interessadas em moda sustentável e, portanto, em um modelo que tenha a proteção ambiental entre seus objetivos. As lojas são, portanto, uma ótima ferramenta para promover a consciência e a sensibilidade ambiental. Tudo isso aliado ao caráter social da entidade.

 

Quais os próximos passos para esta associação?

A recolha seletiva de têxteis usados passará a ser obrigatória em 2025 em toda a EU e a Humana pretende, ao lado dos municípios, juntas de freguesias e empresas, ampliar a sua rede de contentores, que atualmente é de 842, e aumentar a sua recolha, que hoje é insignificante frente ao que é descartado em Portugal.

A organização recolheu apenas 1,4% das 200.000 toneladas de resíduos têxteis gerados em Portugal por ano, o que mostra que no país ainda há um longo caminho de conscientização em conjunto com o sector de recuperação têxtil.

Rafael Mas

Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Autônoma de Madrid (Espanha) e Especialista Universidade em Gestão Diretiva de Organizações Sem Fins Lucrativos pela UNED (Espanha). Há desenvolveu sua carreira profissional na Fundación Pueblo para Pueblo desde 1998, realizando diferentes posições na organização tanto nas unidades produtivas de Gestão de Resíduos Têxtil e nas áreas de Gestão e Planeamento de Projectos de Cooperação e na área de comunicação. Atualmente promove Relações Institucionais e Alianças Estratégico com os colaboradores.

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O Back Market, a empresa líder no mercado de aparelhos eletrónicos recondicionados, quer tornar as empresas e os consumidores mais conscientes sobre as escolhas que fazem para se tornarem mais sustentáveis, até quando o tema é a tecnologia e o início de um negócio. Assim, apresentam alternativas mais sustentáveis e mais económicas pelas quais os empreendedores poderão optar ao escolherem os dispositivos necessários para começarem uma nova atividade.

Existem inúmeros aparelhos que são necessários adquirir quando se começa um novo negócio, seja este a nível individual ou já considerando uma equipa e possível espaço de escritório para a integrar.

Para os profissionais, seja o trabalho em freelance ou com o objetivo de formar uma equipa, existem desafios constantes e alguns ainda mais expressivos no início da atividade, no entanto, os gastos em tecnologia – e o impacto que da sua compra no ambiente – não têm de ser um deles. O Back Market disponibiliza dispositivos como computadores, telemóveis, impressoras, ratos, auscultadores, ecrãs ou teclados com valores que são até 70% inferiores quando comparados com os aparelhos novos.

Veja-se que, por exemplo, que a produção de um único iPhone utiliza 44 kg de CO2 em matéria-prima e produz mais 70 kg do mesmo composto químico. Estes valores ajudam-nos a compreender como o impacto do digital nas emissões globais de CO2, neste momento, se concentra nos 4%, sendo que metade deste valor está associado à produção de aparelhos digitais. Na outra ponta do processo está o lixo eletrónico, uma vez que as pessoas descartam frequentemente os seus produtos para arranjar “espaço” para os mais recentes e, os números de 2019, apontam para 53,6 milhões de toneladas de lixo eletrónico produzidas anualmente em todo o mundo – número que aumentou 21% em 5 anos e continua a aumentar a uma taxa de 3% todos os anos.

As escolhas dos empreendedores não precisam de contribuir para estes números, podendo até ajudar a combatê-los numa altura em que a aplicação de gastos tem de ser delicadamente gerida.

O Back Market está em Portugal desde março de 2021 e o seu foco é a apresentação dos produtos recondicionados como mais do que uma opção, a escolha certa para a compra de tecnologia.

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A INNGAGE aceitou o desafio lançado pela EcoX para revolucionar o futuro dos detergentes ecológicos e ganhou mais um prémio — Green Good Design Award, uma edição especial dedicada à sustentabilidade do programa de prémios Good Design® 2021. 

Uma marca pioneira e 100% portuguesa que transforma óleos alimentares usados em produtos de limpeza, a EcoX tem por missão tornar o futuro mais limpo, uma e outra vez. É a primeira empresa a nível mundial a fazer a valorização de um resíduo para a obtenção de produtos de limpeza amigos do ambiente, um conceito inovador, que chega a todas as casas através de embalagens e suportes de comunicação distinguidas com o prémio Green Good Design, um prémio que promove empresas e produtos que inspiram ao progresso em direção a um universo mais saudável e sustentável. 

Após meses de pesquisa e desenvolvimento estratégico, a INNGAGE chegou aos 3 valores essenciais da EcoXperience: Circularidade + Eficiência + Informação. Foi com estes valores em mente que se começou uma vasta exploração visual até encontrar a melhor forma de expressar o ADN da EcoX, materializando o mesmo através do posicionamento: O Futuro é Limpo, uma e outra vez. 

Definida a nova identidade da marca e o seu posicionamento, as novas embalagens desenhadas pela INNGAGE para a EcoX foram desenvolvidas com foco no contexto de uso e na reutilização. Feitas com 50% de plástico reciclado e conscientemente desenhadas em PE, este material tem a capacidade de ser facilmente lavado e reutilizado vezes sem conta, e permite a utilização em qualquer função de limpeza. Uma única garrafa, múltiplas funções, reutilização sem limites: este é o poder dos modelos circulares. 

Tem sido particularmente excitante trabalhar com uma empresa como a EcoX que nos confiou todo o desenvolvimento de marca, desde o posicionamento à estratégia e identidade, passando pela embalagem, comunicação em ponto de venda, suportes digitais, entre outros. Contribuir para uma marca que promove uma experiência de economia circular faz-nos sentir bem” diz-nos André Gouveia, diretor-geral da INNGAGE. 

É gratificante para nós como equipa de designers sermos distinguidos com este prémio e selecionados por importantes jurados internacionais na área da inovação e da sustentabilidade. É igualmente importante o destaque que é dado à indústria portuguesa e aos produtos que se produzem no nosso país. 

Agradecemos à equipa e aos jurados do Good Design Award e em especial à EcoX, que confiou na INNGAGE para o desenvolvimento do seu novo posicionamento e estratégia de marca, identidade, embalagem e experiência digital que irá certamente revolucionar o futuro dos detergentes ecológicos.

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A Humana é uma associação sem fins lucrativos que, desde 1998, trabalha a favor da proteção do meio ambiente através da reutilização têxtil e realiza tanto programas de cooperação para o desenvolvimento em Moçambique e na Guiné-Bissau como de apoio local em Portugal.

Em 2021, a Humana recuperou quase 11 milhões de peças de vestuário, num total de 2.700 toneladas, com o objetivo de dar-lhes uma segunda vida. A associação acrescenta que este valor representa 1,4% de todos os resíduos têxteis gerados em Portugal.

Sónia Almeida, responsável pela recolha têxtil em Portugal, refere que este “são números preocupantes, ainda mais quando a recolha seletiva tem um enorme potencial, já que 50% dos resíduos têxteis podem ser reaproveitados e mais de 35% podem ser reciclados”.

As 2.700 toneladas de têxteis recuperadas no ano passado em Portugal “evitaram a emissão de 16.470 toneladas de CO2 à atmosfera”, o que é equivalente à “emissão anual de 6.186 carros que circulam 15.000 km cada ou à absorção anual de dióxido de carbono de 122.910 árvores”.

Em Portugal, a Humana é composta por uma rede de estabelecimentos de moda em segunda mão que conta com 10 lojas em Lisboa e 5 no Porto.

 

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Conversamos com Pedro Santos, um dos fundador da White Stamp (uma plataforma que promove a economia circular),  sobre a necessidade de massificar hábitos de consumo circulares na indústria da moda.

Como surge a ideia de criar a White Stamp e qual a origem do nome? 

A ideia de criar a White Stamp surgiu com a conjugação de dois elementos: 

  1. Necessidade pessoal – tal como para um grande número de consumidores, os nossos roupeiros estavam repletos de artigos em perfeitas condições para continuarem a ser  utilizados mas, estação após estação, permaneciam parados. Embora a doação seja uma  solução extremamente nobre, por vezes sentimos que muitos desses artigos podiam ser capitalizados. No entanto, o processo inerente à venda nas plataformas existentes é  demorado e não oferece garantias de sucesso.
  2. Propósito – fazemos parte de uma geração que quer adicionar valor e fazer melhor do que  se fazia no passado. Hoje, que temos o conhecimento e as ferramentas para o fazer, seria  quase irresponsável não tentar! Assim, embarcámos na missão de criar uma solução simples,  rápida e segura para capitalizar os artigos de moda parados nos roupeiros de todos nós. 

A White Stamp, como conceito, passou por várias fases até se tornar no que é hoje. No  entanto, uma ideia era comum às diferentes versões: a colaboração é fundamental para  aumentar a probabilidade de sucesso na construção de um futuro melhor. Este “carimbo” é  a nossa forma de juntar aqueles que acreditam que podemos fazer mais na luta contra o desperdício têxtil. 

A White Stamp é uma plataforma que contribui para a economia circular. Fale-nos um pouco sobre o Programa SELL 1 BUY 1, e como é que as pessoas podem aderir a este conceito. 

Estima-se que cada Europeu tenha, em média, um pouco mais de 1,000€ parados no roupeiro.  De acordo com o nosso trabalho de pesquisa, 96% dos consumidores gostaria de vender estes  artigos com mais frequência, mas apenas 7% o faz. O motivo para este número tão baixo  explica-se pela complexidade, tempo e incerteza inerentes às soluções atuais. Num mundo  em que o tempo livre é uma commodity rara, fotografar artigos, descrevê-los em detalhe,  negociar, partilhar dados pessoais e marcar encontros com potenciais interessados – tudo  isto sem garantia de sucesso na venda – torna a venda de artigos usados pouco apetecível. 

O programa Sell 1 Buy 1 resolve estes problemas associando a experiência de revenda ao  momento de compra. Através deste programa, é possível trocar artigos de moda que já não utilizamos por crédito para descontar nas marcas aderentes ao programa (e.g. Havaianas,  Play Up, Näz, Armazém das Malhas). 

Para tal basta: 

  1. Aceder ao website de qualquer marca aderente ao programa e clicar no botão “Sell 1  Buy 1” que se encontra no menu principal;
  2. Completar 8 campos de descrição pré-preenchidos (e.g. marca, tamanho, estado) – após este momento será apresentada a cotação que oferecemos pelo artigo; 3) Optar por recolha gratuita ou entrega gratuita (em qualquer loja/ponto CTT).

Os artigos são verificados assim que chegam até nós e o crédito fica imediatamente disponível  para ser utilizado. 

O cliente só precisa de: 

  1. Aceder à página Sell 1 Buy 1 da marca aderente onde pretende utilizar o crédito;
  2. Criar um código de desconto com o crédito disponível; 
  3. Inserir o código de desconto no carrinho de compras da marca aderente. 

Se queremos promover o hábito de vender usado sempre que se compra novo, é essencial  tornar o processo o mais simples e “user friendly” possível. É por esse motivo que acreditamos  que o acesso deve ser feito, essencialmente, por via das marcas que já fazem parte da rotina  de consumo do utilizador. É também por isso que, mais do que da White Stamp, o programa  Sell 1 Buy 1 é das marcas aderentes. 

Nota: Lista completa de marcas aderentes ao programa Sell 1 Buy 1 aqui.

 

Qual tem sido a adesão à plataforma por parte das pessoas? 

O feedback e adesão registados até ao momento têm superado todas as expectativas, com  taxas de crescimento muito significativas desde a data de lançamento do programa (final de  2020). 

Na perspetiva das marcas, o processo de adesão é muito simples – em menos de 1 dia  conseguimos ter o programa operacional. Simultaneamente, não há qualquer custo associado  à manutenção, que é feita essencialmente pela White Stamp. As marcas aderentes ganham  acesso a um programa que promove a circularidade sem necessitarem de ajustar o modelo  de negócio ou alocarem tempo e recursos à sua implementação/manutenção. 

O conceito de oferecer um desconto com propósito é algo muito apelativo para as marcas,  na medida em que, cada vez mais, está alinhado com o seu ADN e, simultaneamente, vai ao  encontro das exigências do consumidor atual (85% dos Millennials acredita que é muito  importante que as empresas implementem programas que promovam a sustentabilidade ambiental). 

Para as pessoas, o programa Sell 1 Buy 1 resolve o problema da acumulação de artigos  parados no roupeiro, ao mesmo tempo que promove a adoção de práticas de consumo mais  conscientes e sustentáveis, associando um desconto com um propósito nas suas marcas de  moda favoritas. 

A Havaianas juntou-se recentemente à White Stamp. No que consiste esta parceria? 

A parceria com a Havaianas funciona nos mesmos moldes que qualquer outra marca aderente  ao programa Sell 1 Buy 1. Ou seja, o utilizador pode trocar artigos usados por crédito para  descontar em compras na Havaianas. Para tal, basta aceder ao website da Havaianas, clicar  no botão Sell 1 Buy 1 e seguir os passos apresentados.

A Havaianas tem, efetivamente, uma projeção internacional e um nível de maturidade que  nos permite explorar outras oportunidades – algo que está a ser explorado e testado e que,  a seu tempo, será certamente implementado. 

De momento, o foco passa por garantir que a experiência proporcionada ao utilizador excede  as suas melhores expectativas, promovendo uma utilização regular do programa. 

 

Para além do core business, participam em mais alguma iniciativa que promova a sustentabilidade ambiental? 

A reutilização, complementada com a consciencialização, é a principal solução da White  Stamp para a poupança de recursos naturais escassos. Mais de 90% dos artigos que chegam  até nós são reintroduzidos no mercado de 2ª mão através de parceiros que operam nesta  área. No entanto, nem todas as peças que recebemos cumprem com os critérios de venda do  mercado de segunda mão. Por este motivo, estabelecemos parcerias que permitem adiar ao  máximo o descarte precoce ou a reciclagem de artigos em menos bom estado, como sejam a doação ou o reaproveitamento de tecidos para a criação de têxteis para o lar. 

Simultaneamente, estamos ativamente a trabalhar no desenvolvimento de sinergias (desde  a consultoria especializada à produção) que nos permitam apresentar soluções a todos os  participantes do ecossistema Sell 1 Buy 1 interessados em fortalecer a circularidade dos seus negócios.  

Quais são os próximos passos para a White Stamp? 

Criar o hábito de vender usado sempre que se compra novo é a ambição principal da White  Stamp. No entanto, para que essa dinâmica exista, é essencial que o programa esteja  disponível nas marcas que compõem a rotina de compra dos consumidores. Por isso, a criação  de novas parcerias é algo que estará sempre presente nos nossos planos. 

Para exponenciar o crescimento deste ecossistema, estamos a trabalhar em “1-click  solutions”, o que tornará a integração em marcas parceiras ainda mais rápida e o  funcionamento do programa ainda mais intuitivo. 

Em simultâneo, porque acreditamos que esta é uma proposta que se enquadra muitíssimo  bem num segmento crescente de consumidores, passa pelos nossos planos apostar de forma  estruturada noutros mercados europeus, sendo que Espanha e Alemanha são dois países  estrategicamente relevantes para a White Stamp. 

Pedro Sobral Santos

Após licenciatura em Gestão de Empresas pela Universidade Católica Portuguesa e Pós Graduação em Finanças pela mesma instituição, Pedro Santos seguiu para Londres  acompanhado de ambição e inocência. Na altura o contacto com a moda ficava-se pela ótica  do consumidor, mas a obsessão pela otimização e inovação sempre estiveram no ADN. O  percurso de quase 10 anos em Inglaterra passou sempre pela banca (Santander UK e Lloyds Banking Group) em áreas como Estratégia e Customer Insights. O regresso a Portugal deu-se  em 2018 com o objetivo de total dedicação à conceção e desenvolvimento da White Stamp.

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A marca re.store® assume-se como marca amiga do planeta e das pessoas, com base nos pressupostos da Economia Circular – RE.ciclar, RE.utilizar, RE.duzir – e responsabilidade social. Nesta entrevista com Sílvia Correia, a fundadora da marca, ficamos a saber mais sobre este projeto.

Como surgiu a ideia da re.store?

A marca re.store® nasceu em Braga numa conferência sobre Economia Circular em maio/2018, começou a ser construída em janeiro de 2019 e foi lançada em outubro de 2019 com o propósito de ser a marca amiga das Pessoas e do Planeta! Não pretende mudar o mundo, mas sim muitos pequenos mundos, funcionando como efeito multiplicador na consciencialização coletiva das pessoas para com a necessidade de mudança para hábitos de consumo responsáveis.

Inicialmente nasceu como um projeto de responsabilidade social corporativa da empresa Creative Zone (consultoria de marketing e comunicação). Sílvia Correia ‘escutou’ o conselho de Winston Churchill “nunca desperdiçar uma boa crise” e lançou a marca em plena pandemia. A aceitação do mercado, os parceiros certos e a predisposição dos consumidores para com um consumo mais eco e socialmente responsável foram os motores de arranque da marca 

A re.store assume-se assim como a marca amiga das Pessoas e do Planeta!

Em que medida a re.store contribui para a sustentabilidade?

A re.store assenta a sua ação em 3 pilares fundamentais, os seus 3Ps: Pessoas, Planeta e Pedagogia!

São estes que norteiam as suas ações e o ADN da sua estratégia face à sustentabilidade que, para a marca, é a ambiental e a social. Acreditamos que é através de uma pedagogia para a mudança junto das escolas e das organizações que conseguiremos mudar muitos pequenos mundos, os quais, por sua vez, terão um efeito multiplicador junto da comunidade.

Ao comprar os produtos de tecido re.store® as pessoas estão a contribuir para a sustentabilidade do planeta porque:

  • O tecido dos produtos é reutilizado a partir dos desperdícios e/ou sobras dos processos de produção de empresas de têxteis-lar portuguesas.
  • A etiqueta da marca é feita com fios de poliéster reciclados.
  • A mensagem da marca é impressa com tinta ecológica.
  • As alças do saco são feitas com algodão 100% orgânico.
  • A etiqueta do conceito é feita a partir de desperdícios de algodão e sementes de plantas, sendo plantável.

Desde o seu lançamento, a re.store já conseguiu reutilizar 3,3 toneladas de tecido, desenvolvendo produtos funcionais com propósito.

E ainda estarão a contribuir para a sustentabilidade social de várias instituições/associações sociais e projetos sociais, porque os produtos re.store® são integralmente confecionados pelos seus utentes, valorizando e remunerando deste modo o seu trabalho e a sua autoestima, promovendo a sua inclusão social. Porque “Diversidade é convidar para a festa; Inclusão é chamar pra dançar.” E nós gostamos de dançar. Até esta data (valor sempre em atualização) já remunerámos os nossos parceiros em €33.094,30.

 

Que tipo de produtos se podem encontrar na vossa loja?

Na loja re.store encontram-se produtos funcionais, mas com 3 propósitos: ambiental, social e também pedagógico. Em termos de re.store têxtil podem ser adquiridos os seguintes produtos: sacos de compras, mochilas, bolsas de felpo/necessaire, sacos de praia, discos de limpeza facial, bolsas multiuso, bolsas para óculos/telemóveis, bolsas para iPads/tablets, aventais, decorações de natal, bolsas em linho. No que se refere à re.store papel, os produtos disponíveis resultam de um processo de reutilização do papel usado na sublimação têxtil e o portfolio atualmente disponível inclui: folhas de embrulho, postais, envelopes de oferta e envelopes.

Qual o processo de fabrico e os materiais utilizados nos vossos produtos?

Os materiais utilizados no nosso processo de fabrico dependem daqueles que estiverem disponíveis nas fábricas, podendo ser artigos em algodão ou com misturas, em linho ou com algum poliéster (porque também esta fibra pode e deve ser reutilizada); podem ser tecidos de lençóis, de mantas, cobertas, jogos sacos, toalhas de mesa, toalhas de felpo, … podem ser lisos, estampados, bordados ou fios tintos… tudo depende do que estiver em produção e disponível nas fábricas parceiras da re.store no momento da compra destes materiais. Tendo por base a existência dos materiais, estes são complementados com os componentes (etiquetas e alças) e entregues aos parceiros sociais para serem confecionados de acordo com ficha técnica previamente aprovada. Após a confeção, os artigos seguem para a loja online ou para os clientes empresariais, de acordo com os pedidos que nos sejam colocados.

 

Têm 30 parceiros de sustentabilidade, em que medida e que isto é importante para o vosso negócio?

O facto de termos uma bolsa de parceiros sociais validados por nós no que toca às suas competências para confecionarem os nossos produtos é muito importante para podermos garantir a escalabilidade do projeto, assim como o seu impacto em várias regiões do país e em várias tipologias dos parceiros sociais porque estes podem ser instituições, associações ou causas sociais.

Quais os próximos passos para este projeto?

Os próximos passos passam sempre por encontrar formas de criar mais impacto positivo nas Pessoas e no Planeta, e um dos passos dados nesse sentido são as parcerias que temos conseguido estabelecer.

Uma delas é com a Sic. Esperança através do Saco Solidário Sic.Esperança by re.store em que uma parte da sua venda também reverte para a Sic.Esperança para que possam ajudar ainda mais projetos sociais.

A outra parceria também já estabelecida e lançada dia 7/dez, é com o SLBenfica, marca nacional incontornável no que toca à capacidade de criar impacto positivo junto da sua comunidade nacional e internacional.

Em termos de prioridades estratégicas para 2022 pretendemos: atingir a métrica dos €50.000,00 pagos aos parceiros sociais como remuneração pelo seu trabalho de confeção, iniciar o processo de internacionalizar para 2 mercados, aumentar as parcerias e continuar a trabalhar o mercado empresarial para que consigamos mudar mais pequenos mundos.

 

Para quem pretenda adquirir os vossos produtos, onde pode fazê-lo?

Podem adquirir os nossos produtos online em www.restore.com.pt e nos nossos parceiros que os disponibilizam nas seguintes lojas:

Porto: Fernandes, Mattos & Cia (Armazém das Carmelitas) na Rua das Carmelitas 108-114 – 4050-284 Porto

Leça da Palmeira: Óptica do Centro na Av. Dr. Fernando Aroso n.º 921 G – 4450-666 Leça da Palmeira

Guimarães: Óptica do Centro no Largo do Toural n.º 93/95 – 4810-445 Guimarães

Praia de Mira: Gândara Souvenir Shop na Av. Arrais Batista Cera 7A, 3070-791 Praia de Mira

Sílvia Correia

Nascida em Braga, economista de formação, marketer de vocação e empreendedora social de paixão. Fundadora e CEO de 2 empresas – a Creative Zone e a Essential Together – é também responsável por dois projetos de voluntariado e uma ‘nuvem’ orgulhosa na pediatria do Hospital de Braga. Apaixonada pelo seu trabalho, considera-se privilegiada porque adora o que faz e acredita que a chave para fazer a diferença é permitir que as pessoas se tornem agentes de mudança positiva e criativa.
Acima de tudo são as Pessoas que a movem, sempre a sua prioridade. O Ambiente e a sustentabilidade do Planeta apenas fazem sentido se trabalharmos em função do bem-estar das Pessoas, envolvendo-as na solução, fazendo-as acreditar que o esforço conjunto resultará sempre em recompensas mútuas… e recompensadoras, sempre!

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Ricardo Morgado, porta-voz da sustentabilidade em Portugal, quer tornar a economia circular acessível a todos os setores. Por isso mesmo fundou a The Loop Co., que nasce para aliviar as famílias do enorme fardo que tinham no início do ano lectivo dos seus filhos, através da reutilização de materiais escolares. Descubra como todo este projeto surgiu nesta entrevista.

Como nasce a The Loop?

A The Loop Co. nasceu no local onde todos os estudámos, em Coimbra, no ano de 2016 com o projeto Book in Loop, uma plataforma destinada à compra e venda de manuais escolares em segunda-mão. O objetivo era criar um sistema que permitisse a todas as famílias a venda de manuais escolares, em condições de reutilização, assim como a sua compra. Entretanto, a empresa foi crescendo, acompanhámos as tendências do mercado, as necessidades dos consumidores e dos nossos clientes. Em 2019, juntamente com a Carolina Patrocínio, criámos a BabyLoop, plataforma online de revenda de produtos de puericultura e decoração sustentável, e outros projetos que demonstraram que a The Loop Co. podia ser uma marca agregadora com a missão de criar negócios tecnológicos na área da economia circular. Queremos continuar a crescer ao tornar a economia circular cada vez mais acessível para consumidores e empresas.

Quais as áreas em que atuam e como contribuem para a sustentabilidade do planeta?

Atualmente, operamos em três áreas: economia circular, impacto social e desenvolvimento de soluções tecnológicas. No caso da economia circular estamos a contribuir para fechar o “loop”, isto é, desenvolvemos dois projetos nesta área que nos permitem estender o ciclo de vida dos produtos ao revender os que estão em boas condições: a Book in Loop, revenda de manuais escolares e, recentemente, também calculadoras, e a BabyLoop, revenda de produtos de puericultura e decoração sustentável. Na área de impacto social e no desenvolvimento de soluções tecnológicas procuramos criar projetos que tornem a sustentabilidade cada vez mais acessível a todos, tanto para o público em geral como para as empresas e negócios. Assim, com estas áreas de ação, queremos tornar o nosso país cada vez mais sustentável através da tecnologia, que tem um poder de transformação brutal. 

Relativamente à Book in Loop e à Baby Loop, como tem sido a adesão por parte do consumidor?

A adesão por parte dos consumidores a ambos os projetos tem sido fantástica: em 5 anos da Book in Loop já demos uma nova vida a 300 mil livros e ajudámos famílias a pouparem mais de três milhões de euros; na BabyLoop já poupamos às famílias mais de 120 mil euros ao revender produtos de puericultura. Cada consumidor tem a sua razão, seja por questões ambientais ou pela poupança significativa que podem fazer, as famílias estão cada vez mais dispostas a comprarem produtos em segunda-mão. O consumo responsável é cada vez mais uma tendência, portanto acreditamos que a adesão aos nossos projetos de economia circular vai continuar a ser bastante positiva.

No que é que a adesão à Fundação Calouste Gulbenkian contribuiu para o crescimento da The Loop?

A Fundação Calouste Gulbenkian é parceira da The Loop Co. num projeto de inovação social, a Uniloop, que tem como objetivo criar um sistema de incentivos por comportamentos ambientalmente sustentáveis.

Algum plano para o futuro da The Loop?

Muitos! Felizmente estamos com projetos em várias áreas (Economia circular, comércio, saúde, IoT), o que nos permite sustentar o nosso crescimento em qualidade, competência e transversalidade. Mas a nossa visão para o futuro é clara: queremos aplicar cada vez mais a tecnologia que criamos à economia circular e à sustentabilidade.

Onde é que as pessoas podem encontrar mais informação sobre os projetos da The Loop?

Podem consultar o nosso website em: www.loop-os.com ou seguir as nossas redes sociais onde partilhamos algumas novidades dos nossos projetos, como é o caso da BabyLoop e da Book in Loop.

Ricardo Morgado

O Ricardo Morgado é um empreendedor com a missão de tornar a economia cada vez mais sustentável. Formado em engenharia biomédica, pela Universidade de Coimbra, utilizou os seus conhecimentos para fundar a sua própria empresa juntamente de alguns amigos de infância e colegas, após ter trabalhado no setor médico. Hoje em dia trabalha ativamente como um porta-voz da sustentabilidade em Portugal e quer tornar a economia circular acessível a todos os setores.

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