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A NOS melhorou o seu desempenho em sustentabilidade face a 2020 e obtém agora a sexta classificação mais alta no sector das telecomunicações na Europa, segundo a última avaliação de ESG (ambiental, social e governança) conduzida pela Moody’s ESG Solutions, um provedor de dados e avaliações especializado nestas áreas.

Na edição de 2021, a NOS foi classificada com o nível “Advanced”, obtendo uma pontuação de 63 em 100. A Moody’s ESG Solutions analisa  mais de mil empresas a nível europeu, 35 das quais na área das telecomunicações 

A pontuação obtida pela NOS reflete uma subida de três pontos face a 2020, destacando-se uma melhoria de desempenho nas dimensões Ambiente e Social, com pontuações de 69 e 66 respetivamente, muito acima das médias setoriais de 46 pontos em ambas as dimensões, o que traduz as melhores práticas e iniciativas implementadas transversalmente na Organização. Na dimensão de Governance, a NOS alcançou uma pontuação de 53, que compara com uma média do setor de 48.

Incidindo nas dimensões Comportamento da Empresa, Direitos Humanos, Ambiente, Envolvimento com a Comunidade, Governo da Sociedade e Recursos Humanos, esta avaliação de ESG classifica a capacidade de as empresas integrarem fatores de sustentabilidade na sua estratégia e práticas de gestão, com o propósito de promover o crescimento económico, o investimento responsável e a criação de valor a médio e longo prazo. 

Objetivos e metas de redução de energia e emissões NOS

Em dezembro, a NOS obteve a aprovação dos seus objetivos de redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) pela Science Based Targets initiative (SBTi). As novas metas assumidas pela operadora estão alinhadas com as trajetórias de redução de emissões definidas pela ciência climática como necessárias para limitar o aumento da temperatura global a 1,5º C, objetivo fundamental do Acordo de Paris. Reconhecida internacionalmente, a SBTi avalia e aprova objetivos de redução de base científica assumidos pelo setor empresarial, acelerando, assim, a transição para uma economia de baixo carbono.

A NOS compromete-se a reduzir, até 2030, as suas emissões de âmbito 1 e 2 (emissões associadas à operação própria) em 90%, em relação aos valores de 2019. No mesmo período, a empresa compromete-se também a reduzir as emissões de âmbito 3 (emissões que ocorrem a montante e a jusante, na cadeia de valor) em 30%.

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Mafalda Almeida,  CEO & Owner na Rising Group – HR Management, conversou connosco sobre a crescente procura por parte das empresas de colaboradores especializados na área da sustentabilidade.

Algumas empresas têm feito uma abordagem menos formal para com os colaboradores. Acredita que isto influencia a dinâmica de trabalho e a ligação entre todos os membros da equipa? 

Se essa abordagem menos formal cumprir com os limites de ética e respeito com os Colaboradores, acho que tem toda a vantagem

A realidade mudou bastante, e os Líderes das empresas devem adaptar o seu estilo de Liderança de forma a melhor gerir as incertezas quase diárias tanto ao nível do negócio como no âmbito da gestão de pessoas. Os Líderes devem estar mais atentos, mais presentes, e devem acima de tudo desenvolver a sua empatia, através por exemplo da escuta activa. Escutar efetivamente aquilo que os seus Colaboradores dizem, mas também saber “escutar” aquilo que eles não dizem… 

Uma abordagem menos formal, quando bem feita, é muito proveitosa para todos, e melhora a dinâmica e a ligação entre todos. 

As empresas valorizam cada vez mais as soft-skills dos seus colaboradores. Quais considera ser as mais relevantes? 

Neste momento acredito que a flexibilidade de pensamento (e de concretização das tarefas), bem como a criatividade (foco em soluções não óbvias!), e a empatia, como referi na questão anterior. Acredito que devemos contratar uma boa pessoa, porque as hard skills acabam por ser aprendidas e desenvolvidas, caso esse colaborador apresente a atitude certa. E, neste momento, na minha opinião, a atitude passa pelas soft skills que indiquei. 

 

O mundo está em constante evolução, bem como o mercado de trabalho. Surgiram novos postos de trabalho na área da sustentabilidade? 

A sustentabilidade é o futuro, acontecendo já no presente. E a verdade é que as empresas estão cada vez mais conscientes da sua importância. Os recursos são finitos, e devemos todos trabalhar no sentido de prevenir a sua escassez. Seria dramático! 

Verifica-se que, dada a cada vez maior importância deste tema, as empresas (principalmente as indústrias e a consultoria) estão bastante focadas em contratar profissionais que as ajudem a gerir esta mudança, completamente inevitável. Quem não acompanhar esta tendência, com certeza que enfrentará desafios num futuro próximo, a todos os níveis (mesmo falando no âmbito dos valores e da cultura das empresas, por exemplo, que a meu ver poderão ter de ser revistos!). 

Que contributo é que as empresas esperam que as pessoas especializadas na área possam dar à empresa?

Acima de tudo, as empresas esperam que os especialistas lhes tragam o conhecimento que elas não têm. São muitos anos a desenvolver negócios da mesma forma, o que criou certo tipo de hábitos nas empresas. Esses hábitos agora devem ser desconstruídos, ressignificados, colocados em causa, dada a nova realidade que enfrentamos. E cabe a esses profissionais abrir o caminho para esta nova educação nas empresas.

Mafalda Almeida

Mafalda Almeida é uma profissional certificada em Coaching, PNL (Programação Neurolinguística) e Inteligência  mocional, e desenvolve projectos com pessoas e empresas rumo à melhoria dos seus resultados e dos seus contextos (âmbito pessoal  e/ou profissional).

É também Mentora no âmbito da Liderança e do Empreendedorismo, e Oradora motivacional.

Possui experiência em recrutamento especializado de perfis executivos Médios e Superiores, tendo desempenhado funções de liderança de equipas em contexto multinacional. Neste sentido, é CEO e fundadora do Rising Group, uma empresa de recrutamento especializado de perfis médios e superiores.

É fundadora da Rising Academy – a primeira academia online de desenvolvimento pessoal e profissional, e autora do Livro “Veja em si a Melhor Mulher do Mundo”, dedicado ao desenvolvimento feminino. Desenvolveu a Certificação em Coaching, Inovação e Criatividade, uma formação profissional em desenvolvimento pessoal.

Defende a máxima “ajudo pessoas e empresas poderosas a recordar o quão poderosas são”.

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Sofia Soares Franco, Responsável de Comunicação Institucional da José Maria da Fonseca, conta-nos sobre como a empresa aplica e desenvolve uma viticultura voltada para a preservação dos recursos naturais.

A José Maria da Fonseca assume, desde muito cedo, um compromisso com a sustentabilidade. Que estratégias têm implementado e que resultados têm obtido? 

A sustentabilidade faz parte do DNA da José Maria da Fonseca há várias décadas. Por ser uma empresa de sete gerações, vemos a sustentabilidade como a única forma de as próximas gerações da família terem uma empresa viável e gerida com responsabilidade nas áreas de meio ambiente, social e económica.

A José Maria da Fonseca tem vindo ao longo dos anos a demonstrar uma crescente preocupação face aos factores ambientais, a qual se traduz na utilização de melhores práticas no tratamento da vinha, melhor gestão dos recursos naturais, sua preservação e conservação. Trata-se de todo um conjunto de práticas cujo crescimento se tem refletido na comunidade em que se insere, permitindo dessa forma uma coexistência solidária apoiada nas necessidades de todos os intervenientes. 

A sustentabilidade é um conceito lato que implica não só a vinha, mas também o trabalho na adega, engarrafamento, packaging, logística, aspectos sociais e económicos. Em todas estas áreas têm sido implementados planos de melhoria contínua com o objetivo de tornar a empresa mais sustentável. 

No final de 2021 a José Maria da Fonseca concluiu com sucesso a sua certificação em Sustentabilidade segundo o referencial FAIR’N GREEN, sendo o primeiro produtor de vinho português a obter esta certificação em sustentabilidade, após uma análise e consultoria detalhadas e exigentes. Esta é uma certificação de sustentabilidade holística, que nos ajuda a melhorar sistematicamente ao longo do tempo.

Alguns resultados relevantes são a redução de consumo de energia em 40% nos últimos 10 anos e a redução de consumo de água em 25% nos últimos 4 anos.

 

Quais são os maiores desafios na transição para o planeamento estratégico de uma área de Sustentabilidade na vossa empresa? 

Um dos maiores desafios é o equilíbrio entre os pilares ambiental e económico da sustentabilidade. Há que tornar a empresa cada vez mais sustentável a nível ambiental, mas sem que isto seja feito à custa da sustentabilidade económica da empresa.

A José Maria da Fonseca detém um dos mais avançados standards internacionais na área da Segurança Alimentar. Em que medida é que isso contribui para o reconhecimento da marca? 

Atualmente detemos a Certificação de Segurança Alimentar pelo BRCGS, issue 8, um dos mais avançados standards internacionais na área da Segurança Alimentar, e que mantém as exigências da Certificação de Qualidade. Esta certificação contribui bastante para o reconhecimento da marca, sobretudo para o trade e grandes decisões do negócio. Nalguns casos, é uma condição crítica sem a qual não podemos fazer negócio.

 

Um dos pilares da marca é o comprometimento em proteger o ambiente, prevenir a poluição e usar os recursos de forma sustentada. De que forma contribuem para tal?

Na vertente ambiental a José Maria da Fonseca mantém práticas sustentáveis inovadoras, como a redução de consumos de água, com objetivos e metas anuais, incluindo o tratamento de todas as suas águas residuais por forma a garantir o cumprimento das normas de descarga e, em paralelo, melhorar a qualidade ambiental nas instalações e na sua envolvente.

A gestão integrada de resíduos, com uma percentagem de reciclagem de cerca de 99% e a redução de consumos de energia são outra das prioridades integradas no seu sistema de melhoria de desempenho ambiental.

A preocupação ambiental estende-se também às vinhas, onde desde o início dos anos 90, temos vindo a aplicar e desenvolver uma viticultura em contacto e voltada para a preservação dos recursos naturais. As práticas de proteção integradas são seguidas em todas as vinhas e estendidas aos fornecedores de uva.

A viticultura procura constantemente um equilíbrio entre a utilização de tecnologia e a preocupação com o meio ambiente. A José Maria da Fonseca foi pioneira na rega gota a gota, que implementou em 1993 e é hoje prática usual na viticultura nacional. Também desde a década de 80 que passou a não mobilizar os solos, mantendo um coberto vegetal que retém a humidade, beneficiando a vida e biodiversidade vegetal e animal, o que consequentemente implica uma menor necessidade de água nas vinhas. Os solos são fertilizados com o engaço das uvas nas linhas das vinhas, incorporando-se também matéria orgânica das podas.

A investigação agrária de novas e melhores plantas tem sido uma prática das últimas décadas e a José Maria da Fonseca tem colaborado com os principais peritos e centros de investigação nacionais e internacionais na área da Enologia e Viticultura. 

Fale-nos um pouco sobre a aposta da José Maria da Fonseca em sistemas solares fotovoltaicos. 

No final de 2021 apostámos na instalação de um sistema solar fotovoltaico para autoconsumo, na Quinta da Bassaqueira, em Azeitão, que nos permitirá uma poupança energética de 38%. Este sistema irá também evitar a emissão de 250 toneladas de CO² por ano, que equivalem a 55 hectares de floresta ou à retirada de 139 carros da estrada por ano. Esta aposta visa produzir e consumir energia verde, reforçando assim o nosso compromisso com a sustentabilidade e a poupança energética, além de apostarmos na produção de energia própria.

 

Quais os próximos passos da José Maria da Fonseca para atingir um planeta mais verde? 

Os próximos passos serão manter a estratégia de sustentabilidade que já vimos a implementar e consolidar a melhoria contínua dos processos, a redução de consumo de energia, redução de consumo de água, continuar a adaptar packaging, assim como desenvolver os planos de ação dentro do programa de certificação FAIR’N GREEN.  

Sofia Soares Franco

Sofia Soares Franco é uma das representantes da 7ª geração da família que há quase 200 anos se dedica ao negócio do vinho e é a única mulher da sua geração pelo que quando a empresa decidiu profissionalizar o seu Enoturismo o perfil da Sofia e o seu background em relações institucionais pareceram os mais indicados para desenvolver esta área.

Sofia é há quase 15 anos responsável de Enoturismo e Eventos da José Maria da Fonseca e desde 2010 acumulou também a função de responsável de Comunicação Institucional.

O Enoturismo da José Maria da Fonseca conta atualmente com dois centros de visitas: a Casa Museu José Maria da Fonseca em Azeitão e a Adega José de Sousa em Reguengos de Monsaraz e terminou o ano de 2019 com números recorde: mais de 42000 visitantes de mais de 80 países tendo neste ano aberto também um restaurante na sua Casa Museu, confirmando-se numa aposta para a empresa.

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Teresa Virgínia, Diretora de Marketing e Comunicação na Microsoft Portugal,  fala-nos sobre as conquistas da empresa na área da sustentabilidade e como o seu compromisso com o ambiente está a ser posto em prática.

A Microsoft apoia comunidades locais que operam com datacenters através de programas para reduzir a poluição local, melhorar a qualidade do ar e cortar com as emissões de carbono. Em que consistem estes programas e de que forma a tecnologia pode ajudar na mudança para um mundo mais sustentável?

A sustentabilidade está no centro de como a Microsoft trabalha. Um bom exemplo é a forma como inovamos para que os nossos datacenters sejam cada vez mais verdes, mas vamos para além disso:  estendemos os nossos objetivos de sustentabilidade ao ambiente e comunidades que os rodeiam. Estamos ativamente envolvidos em mais de 40 projetos em todo o mundo que têm um impacto local e e procuram melhorar os resultados ambientais, como por exemplo, a otimização do uso de água em hospitais regionais da África do Sul;  reflorestamento na Irlanda;  restauração dos habitats naturais para castores no estado de Washington; e muitos mais.

Na Microsoft acreditamos que a tecnologia pode ajudar-nos a todos, em qualquer parte do mundo, a construir um futuro mais sustentável. A tecnologia pode ajudar-nos a conhecer o impacto ambiental, a reduzir as emissões com tecnologia inteligente e a acelerar o progresso com soluções sustentáveis.

 

A Microsoft assume um compromisso com o planeta e a prova disso são os esforços feitos para atingir uma economia NetZero. Que medidas gostaria de salientar?

A Microsoft tem como objetivo ser carbono negativa em 2030 e remover todo o carbono emitido, desde a sua fundação, até 2050. Para isso temos um plano muito bem detalhado e que assenta em 7 princípios:

  • Iremos basear continuamente o nosso trabalho na melhor ciência disponível e na matemática mais precisa.
  • Assumir a responsabilidade pela nossa pegada de carbono, podendo reduzi-la em mais da metade e remover mais carbono do que emitimos a cada ano.
  • Através do Fundo de Inovação Climática, no valor de um bilião de dólares, acelerar o desenvolvimento de tecnologias de redução e remoção de carbono.
  • Desenvolvimento e implementação de tecnologia digital para ajudar os nossos fornecedores e clientes a reduzir as suas pegadas de carbono.
  • Publicação do Relatório de Sustentabilidade Ambiental anual que detalhará com transparência o nosso progresso, com base em sólidos padrões de relatórios globais.
  • Apoiaremos novas iniciativas de políticas públicas para acelerar as oportunidades de redução e remoção de carbono.
  • Reconhecemos que nossos colaboradores são o nosso maior ativo no avanço da inovação e criaremos novas oportunidades para capacitá-los a colaborar com os nossos esforços.

No relatório de sustentabilidade de 2020 asseguraram uma poupança de 1.3 milhões de toneladas de emissões de carbono através de RFP. Conseguiram atingir essa meta?

A Microsoft em julho de 2020 comprou a remoção de 1,3 milhão de toneladas de carbono a 15 fornecedores em 26 projetos em todo o mundo, resultantes de um único RFP em que teve um total 189 repostas. A meta que nos tinhamos proposto era um milhão de toneladas, pelo que excedemos largamento o objetivo a que nos propusemos.

Se por um lado, acreditamos que esta foi a maior compra de remoção de carbono que qualquer empresa já fez, contribuindo para a criação de um mercado económico novo e dinâmico que o mundo precisa, por outro lado, sabendo o que precisamos fazer até 2030, esta é apenas uma etapa inicial. Aprendemos muito com este processo e desenvolvemos um relatório detalhado sobre como e o que fizemos de forma a que as organizações em todo o mundo possam beneficiar da nossa aprendizagem ( RE4MDlc (microsoft.com)).

 

Qual o impacto ambiental dos projetos de reabastecimento de água financiados pela Microsoft?

Em 2030, teremos um consumo positivo de água, o que significa que reporemos mais água no ambiente do que aquela que utilizamos a nível global. A nossa estratégia de reposição incluirá investimentos em projetos como restauração de zonas húmidas e remoção de superfícies impermeáveis ​​(como asfalto), o que ajudará a repor a água em cerca de 40 bacias, onde temos as nossas operações.

Para a Microsoft os resíduos são sinónimos de oportunidades. De que forma conseguiram desviar 60mil toneladas de resíduos dos aterros sanitários?

Através dos dados. Estamos a  investir na digitalização de todos os dados de resíduos da empresa, identificando as  oportunidades de melhoraria de recolha de resíduos: estamos a usar tecnologia para rastrear os relatórios de resíduos, usando Power BI para visualizar a cadeia do lixo eletrônico e Power Apps para capturar dados perdidos em tempo real. Mas o impacto maior é o que fazemos com os nossos clientes e parceiros, onde estamos envolvidos em inúmeros projetos no campo dos resíduos, como blockchain para a circularidade, IoT para diminutir o desperdício da comida, melhoria da circularidade atrávés de inteligência artificial,  HoloLens e inteligência artificial para recolher plásticos nos rios e mares, e muitos outros.

 

Quais os próximos passos da Microsoft para tornar o mundo mais verde?

Não será fácil atingir o objetivo de sermos carbono negativos até 2030, mas acreditamos que é o objetivo certo. E com o compromisso certo, é uma meta alcançável. Precisamos continuar a aprender e a adaptar, tanto nas nossas operações, como, e ainda mais importante, em estreita colaboração com os nossos clientes e parceiros à volta do mundo, e será sempre por aí que teremos o nosso maior impacto. Temos um bom plano bem com uma visão clara, mas temos ainda problemas para resolver e tecnologias que precisam ser inventadas. Por isso, e mais do que nunca, agora é hora de trabalhar!

Teresa Virgínia

Na Microsoft Portugal desde 2011, assumiu em julho de 2020 a Direção de Marketing e Comunicação da Microsoft Portugal. Previamente foi Diretora do do Produto Microsoft 365 em Portugal,com a missão de acelerar a transformação digital e a segurança do ambiente de trabalho nas organizações portuguesas. Anteriormente desempenhou ainda várias funções ligadas ao Marketing, operações e gestão de Parceiros.

Licenciada em Economia pela  Universidade Católica Portuguesa, tem mais de 20 anos de experiência em Marketing, tendo trabalhado ainda em diferentes indústrias: Fast Consumer Goods ; Retail ;Telcos e Digital Advertising. Apaixonada por viagens, com mais de 70 países visitados, já deu a volta do Mundo durante 6 meses.

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A ideia de que a saúde do planeta é tão importante como a saúde humana está a ganhar volume e a sustentabilidade é a sua força motriz. A ameaça crescente das alterações climáticas juntamente com a pandemia global da COVID-19 fez com que as tendências da sustentabilidade se acelerassem rapidamente, e estamos a ver cada vez mais energia a ser colocada na procura de soluções duradouras para moldar o nosso futuro.

Aqui estão algumas tendências de sustentabilidade a ter em conta em 2022:

Aumento do investimento nas questões ESG

O investimento está a ser orientado cada vez mais por considerações ESG, em portugês ASG (Ambiental, Social e Governança). Acionado pela COVID-19, o investimento nas questões ASG tem tido um impulso e espera-se que assim continue. Este enfoque crescente não só obriga as empresas a serem mais abertas sobre o seu impacto ambiental.

 

Energia renovável

Já lá vão os dias em que os combustíveis fósseis são a fonte de energia mais rentável. 

A COVID-19 causou uma queda nos preços do petróleo que tornou as energias renováveis muito menos competitivas e atrasou os trabalhos em certos projectos solares e eólicos em 2020.

No entanto, as energias solar e eólica tornaram-se as duas fontes de energia mais resilientes devido às medidas de encerramento da COVID-19. Enquanto a produção de electricidade para todas as outras fontes de energia diminuiu entre 2019 e 2020, a energia solar e eólica registou um aumento estimado de 1,6% no consumo final.

De acordo com um novo relatório da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), dos combustíveis eólicos, solares e outras energias renováveis que entraram em funcionamento em 2020, quase dois terços (62%) foram mais económicos do que o combustível fóssil novo mais barato. A reforma das dispendiosas centrais de carvão não só poupará milhares de milhões de dólares às economias emergentes, como também impedirá a emissão de cerca de três gigatoneladas de CO2 por ano. Isto é 20% da redução de emissões necessária até 2030 para evitar a catástrofe climática.

Espera-se que a mudança para as energias renováveis continue, uma vez que a ação para reduzir as emissões de carbono continua a ser uma prioridade para as empresas, consumidores, investidores e governos. Segundo a Euromonitor International’s Voice of the Industry: Sustainability Survey, 2021, 42,3% dos profissionais afirmaram que a sua empresa está a investir ou planeia investir na mudança para as energias renováveis.

Compensação de carbono

Apesar das enormes melhorias na qualidade do ar nas zonas urbanas e industriais durante os bloqueios da COVID-19, a poluição atmosférica continua a ser um problema crescente a nível mundial, devido a uma rápida recuperação após o primeiro pico da pandemia.

Com as preocupações sobre a poluição ambiental a aumentar globalmente e a ameaçar a saúde pública, um número crescente de empresas está a prometer descarbonizar as cadeias de abastecimento, logística e carteiras, criando oportunidades de inovação em produtos, serviços e tecnologias limpas.

A compensação de carbono tem a ver com a substituição ou redução das emissões de carbono. Normalmente, as empresas de altas emissões financiam projectos que ou evitam a emissão de gases com efeito de estufa (GEE) ou removem os GEE. Estes projectos podem variar desde a plantação de árvores até à implantação de tecnologia para a captura de emissões de carbono. Com o enquadramento das regras do mercado de carbono, os emissores com baixas emissões de carbono irão cada vez mais explorar o mercado de compensação de carbono.

 

Economia circular

Passar de um mundo linear para um mundo circular é não só uma forma de dissociar o crescimento económico da utilização de recursos e evitar desperdícios desnecessários, mas também um poderoso instrumento para reduzir as emissões e combater as alterações climáticas.

A economia circular, que estava a ganhar peso antes da pandemia entre consumidores e empresas, foi negativamente afectada pela COVID-19. Em Junho de 2021, cerca de um quinto dos profissionais relatou uma pausa ou atraso nas iniciativas relacionadas com o desperdício e a reciclagem. Euromonitor International’s Voice of the Industry: Inquérito de Sustentabilidade, 2020 já tinha destacado atividades como o aluguer e a compra de produtos em segunda mão que estavam a ser gravemente afectados pelo surto.

Escassez de recursos, volatilidade de preços, danos ambientais, redução de custos e benefícios reputacionais são fortes motores para uma maior transição para a economia circular. 

De net-zero a positivo para o clima

As nações e empresas comprometidas com a neutralidade climática estabelecerão mais cedo ou mais tarde os objetivos climático-positivos ou carbono-negativos. 

Grande, médias e pequenas empresas têm se esforçado para atingir uma economia net-zero até 2050, ou seja, equilibrar a quantidade de gás com efeito de estufa produzida com a quantidade retirada.

Embora se espere que a redução das emissões e a remoção do dióxido de carbono tenha impacto positivo no aquecimento global, é necessária uma positividade climática para enriquecer o ambiente a fim de inverter a degradação.

É possível que as empresas consigam ultrapassar este objetivo, e, para além de atingirem a neutralidade climática, removam mais gases com efeito de estufa do que os que emitem.Esta é a única forma de garantir um clima seguro para as gerações futuras.

 

Transparência das empresas quanto aos seus riscos climáticos

Para que haja progressos reais, as empresas e organizações precisam de ser transparentes quanto aos seus impactos ambientais. Estamos a começar a ver muito mais estados e cidades em todo o mundo a exigir que as empresas informem sobre as suas emissões e utilização de energia, bem como sobre o seu impacto social. Estas informações incluem as emissões de GEE, os resíduos e a utilização de água, e também o impacto ambiental dos produtos ao longo do seu ciclo de vida. O fraco desempenho social e ambiental poderia levar ao encerramento de organizações inteiras, mostrando ao mundo que uma ação climática insuficiente não é brincadeira. Responsabilidade, credibilidade e maior transparência é o futuro dos negócios.

 

Veículos eléctricos 

Enquanto a Índia procura alcançar a sua visão de veículos 100% eléctricos até 2030, haverá pressão sobre a indústria para obter a sua matéria-prima de forma responsável. A maior questão será superar o desafio de obter eletricidade a partir de fontes renováveis para carregar os veículos.

A sustentabilidade é o “novo normal”

Hoje em dia, parece que em quase todo o lado que olhamos, vemos produtos de consumo sustentáveis a substituir os seus homólogos tradicionais. Da produção alimentar e da moda aos produtos de estilo de vida, uma mudança inegável está a aumentar. É seguro dizer que a procura de produtos sustentáveis por parte dos consumidores tornará a sua produção obrigatória nos próximos anos, o que demonstra que nos estamos a tornar uma população mais eco-consciente.

Uma análise global de 2021 encomendada pelo World Wildlife Fund (WWF) e conduzida pela Economist Intelligence Unit (EIU) revelou que a popularidade das buscas de produtos sustentáveis na Internet em todo o mundo aumentou de forma espantosa 71% em apenas cinco anos. Este relatório foi conduzido em 54 nações do mundo, tanto em desenvolvimento como desenvolvidas. As pessoas falaram.

 

O tele-trabalho vem para ficar

É conveniente para muitos empregados e é também benéfico para o ambiente, uma vez que reduz as deslocações e os veículos na estrada e também a utilização de energia nos edifícios de escritórios, reduzindo assim as emissões. É uma situação vantajosa para os empregados e empregadores, bem como para o planeta. O trabalho a partir de casa vai continuar e tornar-se permanentemente institucionalizado como parte de um modelo de trabalho híbrido mais aceitável.

Base de dados

Com o foco na sustentabilidade, os dados abrirão portas não só para uma economia de baixo carbono, mas também para mostrar resultados aos reguladores, investidores e outros intervenientes. A análise de dados está cada vez mais detalhada e torna-se possível medir, gerir, registar e mostrar os resultados e atuar em conformidade com os mesmos de forma a minimizar o impacto ambiental das empresas.

 

Regulamento mais rigoroso

A regulamentação para a redução de emissões torna-se mais exigente e o cumprimento das medidas de combate às alterações climáticas é cada vez mais rigoroso à medida que avançamos e que os prazos do processo para uma economia net-zero se aproximam. 

 

Fontes: Positive Earth; Outlook India Magazine Online; Euromonitor International

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Entrevistamos Tomás Ramos, Digital Marketeer & Client Manager da Planta Livre, uma empresa que se dedica à produção e comércio de Plantas Ornamentais, que nos falou sobre este projeto e o seu compromisso com a sustentabilidade.

Como surge a Planta Livre e no que consiste?  

Somos uma empresa familiar, fundada em 2006 por dois irmãos, Armindo Gonçalves e Augusto  Gonçalves, que se dedica à produção e comércio de Plantas Ornamentais. O negócio foi criado com o objetivo de preencher uma necessidade de mercado, visto que, as empresas de  jardinagem recorriam à importação de produto. Neste sentido, o foco passou para a produção  nacional, proporcionando a todos os players de mercado uma maior oferta com redução de custos e recursos inerentes à importação. 

 

Que medidas adotam para a redução do impacto ambiental na vossa atividade?  

Alguns dos pontos são vistos como objetivos a médio/longo prazo, mas todos concretizáveis,  pois, nada do que apontamos como objetivo fica no papel.  

Posso referir 3 medidas:  

  • Redução da utilização de plástico;
  • Investimento em produção de energia fotovoltaica; 
  • Reutilização da água da rega. 

Participaram na feira Tektónica onde o vosso foco foi o compromisso com a sustentabilidade. Fale-nos um pouco sobre isso.  

Aproveitamos sempre todas as ocasiões para ser disruptivos e causar impacto positivo junto de  quem ainda não conhece a marca, sem esquecer todos aqueles que sempre nos acompanharam.  

Por isso, a ocasião serviu para comunicar junto do público o nosso foco na utilização de energia limpa, na redução do plástico, onde apresentámos o “Vaso Orgânico” e também a nossa  responsabilidade e compromisso na utilização dos recursos naturais, nomeadamente, a água e  os solos.

 

Estão a apostar em vasos orgânicos, constituídos por 50% de cartão e 50% de substrato.  Conseguem medir qual o impacto que teve na pegada ecológica da Planta Livre?  

O “Vaso Orgânico” é um produto que ainda se encontra em estudo. O grande objetivo da  utilização deste vaso passa pela redução de plástico, mas também, tem uma ótica de facilitar a vida de todos os nossos clientes. Ao adquirir uma planta em vaso orgânico, os clientes podem  efetuar a plantação sem se preocupar em retirar os vasos, uma vez que estes se degradam e até  servem de adubo. 

A que se deve o facto de terem ganho o certificado MPS, padrão global líder em sustentabilidade no setor da horticultura?  

Somos detentores do certificado MPS, e isto deve-se ao facto de trabalharmos com práticas de  negócio sustentáveis, tais como:  

  • Gestão do consumo elétrico; 
  • Reutilização e redução do consumo de água;  
  • Escolha de produtos menos agressivos capazes de suprir as mesmas necessidades.  

É um certificado de extrema importância, pois, serve de guideline com vista a melhorar os nossos  viveiros em termos ambientais. 

 

Quais os próximos passos para este projeto?  

Queremos continuar a ser pioneiros e disruptivos na implementação de técnicas de produção  sustentáveis no viveirismo em Portugal, incluindo neste grande objetivo os nossos  colaboradores e clientes.  

Prometemos comunicar e executar sustentabilidade, não por uma questão de moda, mas por  uma questão de sobrevivência.

Tomás Ramos

Gosta sempre de abordar o ROI (Return On Investment) quando falo das suas capacidades. Para ele, todo o trabalho e tempo despendido, especialmente a nível profissional tem de ser obrigatoriamente um investimento, nunca uma perda de tempo. Com uma licenciatura em Gestão de Marketing, atualmente desempenha funções no Departamento de Marketing da Planta Livre, empresa líder na produção e comércio de Plantas Ornamentais em Portugal. É um apaixonado pelos meios digitais, pelo Marketing Digital e sobretudo pela transformação digital. Para ele o trabalho, o foco e o compromisso são a chave para o sucesso.

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A marca re.store® assume-se como marca amiga do planeta e das pessoas, com base nos pressupostos da Economia Circular – RE.ciclar, RE.utilizar, RE.duzir – e responsabilidade social. Nesta entrevista com Sílvia Correia, a fundadora da marca, ficamos a saber mais sobre este projeto.

Como surgiu a ideia da re.store?

A marca re.store® nasceu em Braga numa conferência sobre Economia Circular em maio/2018, começou a ser construída em janeiro de 2019 e foi lançada em outubro de 2019 com o propósito de ser a marca amiga das Pessoas e do Planeta! Não pretende mudar o mundo, mas sim muitos pequenos mundos, funcionando como efeito multiplicador na consciencialização coletiva das pessoas para com a necessidade de mudança para hábitos de consumo responsáveis.

Inicialmente nasceu como um projeto de responsabilidade social corporativa da empresa Creative Zone (consultoria de marketing e comunicação). Sílvia Correia ‘escutou’ o conselho de Winston Churchill “nunca desperdiçar uma boa crise” e lançou a marca em plena pandemia. A aceitação do mercado, os parceiros certos e a predisposição dos consumidores para com um consumo mais eco e socialmente responsável foram os motores de arranque da marca 

A re.store assume-se assim como a marca amiga das Pessoas e do Planeta!

Em que medida a re.store contribui para a sustentabilidade?

A re.store assenta a sua ação em 3 pilares fundamentais, os seus 3Ps: Pessoas, Planeta e Pedagogia!

São estes que norteiam as suas ações e o ADN da sua estratégia face à sustentabilidade que, para a marca, é a ambiental e a social. Acreditamos que é através de uma pedagogia para a mudança junto das escolas e das organizações que conseguiremos mudar muitos pequenos mundos, os quais, por sua vez, terão um efeito multiplicador junto da comunidade.

Ao comprar os produtos de tecido re.store® as pessoas estão a contribuir para a sustentabilidade do planeta porque:

  • O tecido dos produtos é reutilizado a partir dos desperdícios e/ou sobras dos processos de produção de empresas de têxteis-lar portuguesas.
  • A etiqueta da marca é feita com fios de poliéster reciclados.
  • A mensagem da marca é impressa com tinta ecológica.
  • As alças do saco são feitas com algodão 100% orgânico.
  • A etiqueta do conceito é feita a partir de desperdícios de algodão e sementes de plantas, sendo plantável.

Desde o seu lançamento, a re.store já conseguiu reutilizar 3,3 toneladas de tecido, desenvolvendo produtos funcionais com propósito.

E ainda estarão a contribuir para a sustentabilidade social de várias instituições/associações sociais e projetos sociais, porque os produtos re.store® são integralmente confecionados pelos seus utentes, valorizando e remunerando deste modo o seu trabalho e a sua autoestima, promovendo a sua inclusão social. Porque “Diversidade é convidar para a festa; Inclusão é chamar pra dançar.” E nós gostamos de dançar. Até esta data (valor sempre em atualização) já remunerámos os nossos parceiros em €33.094,30.

 

Que tipo de produtos se podem encontrar na vossa loja?

Na loja re.store encontram-se produtos funcionais, mas com 3 propósitos: ambiental, social e também pedagógico. Em termos de re.store têxtil podem ser adquiridos os seguintes produtos: sacos de compras, mochilas, bolsas de felpo/necessaire, sacos de praia, discos de limpeza facial, bolsas multiuso, bolsas para óculos/telemóveis, bolsas para iPads/tablets, aventais, decorações de natal, bolsas em linho. No que se refere à re.store papel, os produtos disponíveis resultam de um processo de reutilização do papel usado na sublimação têxtil e o portfolio atualmente disponível inclui: folhas de embrulho, postais, envelopes de oferta e envelopes.

Qual o processo de fabrico e os materiais utilizados nos vossos produtos?

Os materiais utilizados no nosso processo de fabrico dependem daqueles que estiverem disponíveis nas fábricas, podendo ser artigos em algodão ou com misturas, em linho ou com algum poliéster (porque também esta fibra pode e deve ser reutilizada); podem ser tecidos de lençóis, de mantas, cobertas, jogos sacos, toalhas de mesa, toalhas de felpo, … podem ser lisos, estampados, bordados ou fios tintos… tudo depende do que estiver em produção e disponível nas fábricas parceiras da re.store no momento da compra destes materiais. Tendo por base a existência dos materiais, estes são complementados com os componentes (etiquetas e alças) e entregues aos parceiros sociais para serem confecionados de acordo com ficha técnica previamente aprovada. Após a confeção, os artigos seguem para a loja online ou para os clientes empresariais, de acordo com os pedidos que nos sejam colocados.

 

Têm 30 parceiros de sustentabilidade, em que medida e que isto é importante para o vosso negócio?

O facto de termos uma bolsa de parceiros sociais validados por nós no que toca às suas competências para confecionarem os nossos produtos é muito importante para podermos garantir a escalabilidade do projeto, assim como o seu impacto em várias regiões do país e em várias tipologias dos parceiros sociais porque estes podem ser instituições, associações ou causas sociais.

Quais os próximos passos para este projeto?

Os próximos passos passam sempre por encontrar formas de criar mais impacto positivo nas Pessoas e no Planeta, e um dos passos dados nesse sentido são as parcerias que temos conseguido estabelecer.

Uma delas é com a Sic. Esperança através do Saco Solidário Sic.Esperança by re.store em que uma parte da sua venda também reverte para a Sic.Esperança para que possam ajudar ainda mais projetos sociais.

A outra parceria também já estabelecida e lançada dia 7/dez, é com o SLBenfica, marca nacional incontornável no que toca à capacidade de criar impacto positivo junto da sua comunidade nacional e internacional.

Em termos de prioridades estratégicas para 2022 pretendemos: atingir a métrica dos €50.000,00 pagos aos parceiros sociais como remuneração pelo seu trabalho de confeção, iniciar o processo de internacionalizar para 2 mercados, aumentar as parcerias e continuar a trabalhar o mercado empresarial para que consigamos mudar mais pequenos mundos.

 

Para quem pretenda adquirir os vossos produtos, onde pode fazê-lo?

Podem adquirir os nossos produtos online em www.restore.com.pt e nos nossos parceiros que os disponibilizam nas seguintes lojas:

Porto: Fernandes, Mattos & Cia (Armazém das Carmelitas) na Rua das Carmelitas 108-114 – 4050-284 Porto

Leça da Palmeira: Óptica do Centro na Av. Dr. Fernando Aroso n.º 921 G – 4450-666 Leça da Palmeira

Guimarães: Óptica do Centro no Largo do Toural n.º 93/95 – 4810-445 Guimarães

Praia de Mira: Gândara Souvenir Shop na Av. Arrais Batista Cera 7A, 3070-791 Praia de Mira

Sílvia Correia

Nascida em Braga, economista de formação, marketer de vocação e empreendedora social de paixão. Fundadora e CEO de 2 empresas – a Creative Zone e a Essential Together – é também responsável por dois projetos de voluntariado e uma ‘nuvem’ orgulhosa na pediatria do Hospital de Braga. Apaixonada pelo seu trabalho, considera-se privilegiada porque adora o que faz e acredita que a chave para fazer a diferença é permitir que as pessoas se tornem agentes de mudança positiva e criativa.
Acima de tudo são as Pessoas que a movem, sempre a sua prioridade. O Ambiente e a sustentabilidade do Planeta apenas fazem sentido se trabalharmos em função do bem-estar das Pessoas, envolvendo-as na solução, fazendo-as acreditar que o esforço conjunto resultará sempre em recompensas mútuas… e recompensadoras, sempre!

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Schneider Electric, é nomeada a empresa mais sustentável do mundo em 2021 pela Corporate Knights e venceu a categoria de “Outstanding Contribution to Sustainability and Efficiency” nos DCS Awards. Esta distinção reconhece a liderança do Grupo na área da sustentabilidade nos Data Centers, bem como as suas tecnologias, que ajudam os clientes a dar resposta à procura por resiliência, eficiência e operações sustentáveis.

Durante o evento, a Schneider Electric e a empresa parceira Elite Partners Advanced Power Technology receberam ainda uma segunda distinção, um prémio especial de Projeto do Ano na categoria de Sustentabilidade nos Data Centers. As empresas desenvolveram em conjunto um projeto de modernização para a Câmara Municipal de Newcastle, utilizando tecnologias de eficiência energética para reduzir a sua pegada de carbono, como parte de uma iniciativa mais alargada de transformação digital.

Contributo Notável para a Sustentabilidade e Eficiência

A sustentabilidade e eficiência são, há muito tempo, o núcleo do propósito da Schneider Electric. A empresa tem um histórico comprovado de apoio aos seus clientes para reduzir o impacto ambiental da sua infraestrutura de missão crítica com tecnologias sustentáveis Green PremiumTM, estratégias de construção e design inovadores, e através dos seus serviços de Energia e Sustentabilidade (ESS).

O seu portefólio de soluções de hardware e software líder de mercado, que inclui o EcoStruxure IT, a plataforma de gestão de infraestrutura de Data Center (DCIM, na sua sigla em inglês), ajuda os operadores a ter maior visibilidade sobre o ambiente crítico de TI e a tomar medidas para reduzir a utilização de energia e as emissões de carbono. Para além disso, as suas soluções sustentáveis de alimentação de reserva, incluindo a gama Galaxy de fontes de alimentação ininterrupta (UPS) de iões de lítio com ultra eficiência energética, celas elétricas sem SF6 e tecnologias de microgrid, permitem aos operadores dar resposta à procura por sustentabilidade e resiliência, oferecendo-lhes capacidades de armazenamento de energia e a possibilidade de integrar energias renováveis (como a eólica e solar) no local, com a rede.

Nos últimos anos, a empresa também tem desenvolvido estratégias para ajudar os operadores a pensar mais além dos projetos tradicionais de Data Center e a reduzir as emissões de alcance 3 das suas cadeias de abastecimento. Em 2020, a Schneider Electric anunciou que estava a acelerar os seus compromissos de sustentabilidade corporativa, prometendo ajudar os clientes a poupar/evitar 800 milhões de toneladas de emissões de carbono até 2025. Até ao momento, o Grupo já os ajudou a reduzir as emissões de CO2 em 319 milhões de toneladas.

Marc Garner, Vice President, Secure Power Division da Schneider Electric UK&I afirma que “Ao combinar designs inovadores com tecnologias sustentáveis, e integrá-las tanto com as energias renováveis como com a rede, o nosso setor pode desempenhar um papel fundamental na resposta à emergência climática. Estamos muito satisfeitos por receber este prémio pela nossa contribuição para a sustentabilidade e eficiência.”

Projeto do Ano em Sustentabilidade nos Data Centers

Em colaboração com a Elite Partner Advanced Power Tecnology (APT), a Schneider Electric recebeu ainda um segundo e especial prémio, o de Projeto do Ano em Sustentabilidade nos Data Centers. As duas empresas desenvolveram em conjunto um projeto de transformação digital de Data Centers para a Câmara Municipal de Newcastle, apoiando a nova estratégia de e-government ao prestar serviços a 300.000 cidadãos e empresas na sua jurisdição.

O projeto incluiu a modernização da capacidade existente de Data Center, atualizações na infraestrutura física, incluindo novas UPS, racks, armários e invólucros, e a implementação do software de gestão EcoStruxure IT, de forma a aumentar a visibilidade sobre o ambiente operacional. Em conjunto, o novo sistema reforça a capacidade da Câmara Municipal para assegurar a continuidade dos serviços, reduz o consumo de energia e permite que os sistemas de energia e de arrefecimento sejam operados com eficiência energética otimizada.

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A aldeia alentejana da Luz é a próxima paragem da exposição itinerante “Sustentar”, organizada pela plataforma Ci.CLO. A partir de 28 de outubro, no Museu da Luz, é possível conhecer o trabalho de seis artistas sobre projetos ligados à sustentabilidade.

Depois de passar pela Bienal’21 Fotografia do Porto, Fotofestiwal na Polónia, Mértola e Figueira da Foz, a exposição coletiva e itinerante “Sustentar”, chega ao Museu da Luz, em Mourão. A exposição tem entrada gratuita e pode ser visitada de 28 de outubro a 12 de dezembro.

Elisa Azevedo, Evgenia Emets, Margarida Reis Pereira, Maria Oliveira, Nuno Barroso e Samuel Mountford são os seis artistas que desenvolveram projetos fotográficos e videográficos sobre iniciativas de sustentabilidade, que estão a ser implementadas em diferentes cidades portuguesas. Sobre o Alentejo, destaca-se o trabalho de Samuel Mountford – O Leito do Rio, desenvolvido no Parque de Noudar – que espelha a resiliência deste território face às alterações climáticas. Samuel Mountford foca-se na dimensão cultural, social e ecológica dos Montados Ibéricos.

Na exposição é, ainda, possível conhecer a obra de Evgenia Emets, a “Arte de Sombrear o Sol”, focada nas alterações climáticas em Mértola, bem como o trabalho de Maria Oliveira, “De Vagar o Mar”, que cria um cenário metafórico nas salinas da Figueira da Foz. O projeto “Em Plena Luz” da Elisa Azevedo reflete a inovação da captação de luz solar em Évora. A série “Geoparque” de Nuno Barroso aborda os paradigmas do território do Geoparque Algarvensis, em Loulé.  Setúbal está representado por “Hoje, Translúcido” de Margarida Reis Pereira, que aborda as memórias e identidade dos bairros do Grito do Povo e dos Pescadores.

A Ci.CLO pretende, através do programa Sustentar, criar um espaço de diálogo onde a arte, política, ecologia, sociedade e educação são estimuladas em comunidade em prol de uma sociedade mais ativa, coesa e responsável na conservação dos recursos naturais e do património cultural. O foco são as pessoas, a região e a sustentabilidade.

No Museu da Luz, a exposição gratuita pode ser visitada até dia 12 de dezembro. Em 2022, o projeto Sustentar segue para Loulé, de 4 de fevereiro a 5 de março, passa por Évora, de 12 de março a 15 de abril e termina a viagem em Setúbal, de 27 de maio a 19 de junho.

Para acompanhar o percurso da exposição Sustentar pode consultar o programa aqui.

Esta é a primeira edição do Programa Sustentar, que se debruça sobre iniciativas que já foram ou estão a ser implementadas em território nacional como resposta aos desafios ecológicos e sociais que enfrentamos.

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Conhece os principais dados do relatório de sustentabilidade do Lidl.

Através do Relatório de Sustentabilidade de 2019-2020 “O que conta é o interior”, o Lidl procura explicar a história da sua cadeia de valor, estratégia, iniciativas e compromissos de sustentabilidade, demonstrando assim a sua responsabilidade social e ambiental.

O lidl pretende assegurar uma oferta sustentável através da sua cadeia de valor com o objetivo de pensar no futuro do ambiente e das pessoas. O foco das suas medidas de sustentabilidade passa principalmente por garantir a origem dos seus produtos, a forma como são produzidos, às matérias-primas que os compõem, até às operações e processos, finalizando na sua distribuição.

“Foi um ano que veio reforçar a importância da nossa estratégia “A Caminho do Amanhã” e a promessa de continuar a trabalhar para fazer mais. Mais pelas pessoas e pelo planeta, com melhores produtos, com uma cadeia alimentar mais amiga do ambiente e mais promissora para o futuro da Humanidade.”, segundo CEO Alexander Frech.

Principais dados do relatório “o que conta é o interior”:

  • A aquisição de produtos com certificações ambientais e as políticas de compra responsáveis para as matérias-primas críticas, como a utilização de 100% de cacau sustentável e mais de 70% de café sustentável certificado;
  • A disponibilização de mais de 600 produtos de marca própria certificados na oferta permanente, mais 23% do que em 2019, o que possibilitou uma alimentação mais sustentável e de qualidade e com um impacto positivo no ambiente e nas pessoas;
  • Os progressos na implementação da estratégia de plásticos REset Plastic, com o fim da venda de sacos de plástico descartáveis que resultou em 675 toneladas de plástico poupado;
  • O reforço ao apoio às comunidades locais, tendo nos últimos dois anos, aumentado as suas doações no âmbito da responsabilidade social para os 6,37 milhões de euros, o que permitiu beneficiar mais de 464 mil pessoas com doações alimentares.
  • O aumento das doações no âmbito do programa Realimenta para 3,1 milhões em 2020, impactando positivamente 166 IPSS e quase 195 mil portugueses.
  • A garantia de que 100% da eletricidade necessária à operação em Portugal é verde, proveniente de fontes renováveis, sem emissões de C02
  • O aumento da produção de energia fotovoltaica, que cresceu 50% em 2020 face a 2019;
  • O aumento do número de postos de carregamento elétrico nas lojas de modo a oferecer aos clientes uma alternativa de mobilidade sustentável que, em fevereiro de 2022, totalizará uma cobertura de 100 lojas com postos de carregamento, localizados em todas as capitais de distrito;
  • O apoio dos produtores nacionais através do projeto “Da Minha Terra”, iniciativa que desafiou os pequenos produtores a apresentarem as suas empresas, abrindo um canal direto para que mais produtos locais possam estar à venda nas lojas Lidl;

De acordo com os ODS, as empresas devem integrar nas suas estratégias metas sustentáveis com o objetivo de atingir um futuro ecológico. Entre as 17 metas traçadas, o Lidl consegue dar resposta a 16, o que revela a importância estratégica da sustentabilidade para a marca.

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