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A easyJet apresentou um novo uniforme para tripulação de cabine e pilotos, cada um feito a partir de cerca de 45 garrafas de plástico reciclado. Fabricado pela Northern-Ireland o novo uniforme irá começar a ser utilizado este mês de agosto. Com esta implementação em toda a companhia aérea, a easyJet estima que se evite que cerca de meio milhão de garrafas de plástico acabem todos os anos sob a forma de resíduos na terra e no mar.

Além do tecido reduzir o desperdício de plástico, também o material de alta tecnologia pelo qual é composto é fabricado através da utilização de fontes de energia renováveis, conferindo-lhe uma pegada de carbono 75% menor do que o poliéster tradicional.

Adaptado ao estilo atual da companhia aérea , o tecido foi testado pela primeira vez no ano passado com o intuito de analisar o seu desempenho em ambientes de cabine. Em comparação com a alternativa não reciclada, este fato é mais resistente e proporciona ainda mais elasticidade, facilitando o ajuste e proporcionando mais conforto e durabilidade, reduzindo a necessidade de produzir grande quantidade de uniformes a longo prazo.

Paralelamente, a empresa afirma ainda que está a substituir a utilização de plástico incorporado nos uniformes por materiais recicláveis e biodegradáveis, nomeadamente através da substituição das tiras de colarinho (de plástico) por tiras de cartão reciclável e da troca dos clipes de plástico das camisa para clipes de metal.

Com o objetivo de reduzir o plástico a bordo, a easyJet está também a reduzir a utilização de número de artigos descartáveis desta natureza nos seus voos. Desta forma, a companhia apresenta alternativas mais sustentáveis, tendo removido mais de 27 milhões de artigos individuais de plástico da operação de retalho a bordo em 2020. Além disto, a transportadora também oferece um desconto em bebidas quentes para os clientes que tragam o seu copo reutilizável.

 

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A plural+udifar conta com 46 anos de história na indústria farmacêutica. Consciente de que a distribuição constitui o maior desafio do setor, tem procurado adotar medidas que visam a redução da emissão de gases com efeito de estufa. Pioneira na utilização de viaturas ligeiras de transporte de mercadorias 100% elétricas, conseguiu alcançar uma redução na sua emissão de CO2.

Lê a entrevista completa ao Dr. Miguel Silvestre, Presidente do Conselho de Administração da plural+udifar.

Plural+udifar: fale-nos um pouco sobre a sua história.

O passado e o presente da plural+udifar falam por si, são 46 anos de uma história de cumplicidade com as Farmácias. Somos uma empresa cooperativa que exerce as suas funções como grossista no circuito do medicamento, interagindo a montante com a Indústria Farmacêutica e a jusante com as Farmácias. Assim sendo, a nossa missão é a de aprovisionar, armazenar e distribuir medicamentos aos nossos cooperadores nas melhores e mais adequadas condições. Os valores que mais privilegiamos são o respeito e o compromisso para com os nossos clientes, fornecedores e colaboradores, no sentido de promover uma política social onde praticamos os valores de solidariedade e equidade. Estamos presentes em todo o território nacional, contando com cinco plataformas logísticas de norte a sul do país e na Região Autónoma da Madeira através da Farmadeira by Plural.

No presente ano de 2021, a nossa história cresceu dando um grande passo para a expansão da cooperativa e fazendo com que a distribuição ganhasse novos caminhos. A Plural – Cooperativa Farmacêutica conclui a aquisição de um conjunto de ativos pertencentes à empresa Udifar II – Distribuição Farmacêutica e estas duas cooperativas uniram-se ganhando uma nova identidade. Ganhámos uma maior abrangência, sendo uma empresa de capital 100% português e afirmando que a plural+udifar é um exemplo de sucesso no setor cooperativo de distribuição farmacêutica em Portugal.

plural+udifar

Quais são os desafios a nível sustentável que podemos encontrar no setor farmacêutico neste momento?

Falando mais propriamente do setor da distribuição farmacêutica, que assegura o transporte dos fármacos produzidos pela indústria farmacêutica até às farmácias e hospitais, o maior desafio a nível sustentável é sem dúvida a redução da emissão de gases com efeito de estufa. Segundo a ADIFA, 60 milhões de quilómetros é o número percorrido por ano pelos seus associados e 200 mil por dia, garantindo 800 mil embalagens de medicamentos. 

É por isso necessária a procura de novas soluções, promovendo ações no sentido de corresponder aos desafios da transição energética e da ação climática. 

A plural+udifar, consciente deste grande desafio, nos últimos anos tem adotado várias soluções que contribuem para esta redução, sendo elas a aquisição de viaturas elétricas e a instalação de soluções de energias renováveis na nossa sede em Coimbra. 

 

A reciclagem de medicamentos é um aspeto fundamental, mas que ainda não está muito presente no dia-a-dia das famílias. Que ações têm desenvolvido para sensibilização desta realidade?

A plural+udifar está muito comprometida com a sustentabilidade ambiental, conforme demonstram os investimentos realizados e as soluções adotadas nos últimos anos. No âmbito da reciclagem de medicamentos, trabalhamos em colaboração com a Valormed, uma sociedade sem fins lucrativos à qual está atribuída a responsabilidade da gestão dos resíduos de embalagens vazias e medicamentos. O processo é simples, são disponibilizados contentores nas Farmácias Comunitárias e em Locais de Venda de Medicamentos Não Sujeitos a Receita Médica (LVMNSRM), uma vez cheios os contentores são selados e a plural+udifar recolhe e armazena nas suas instalações para posteriormente serem transportados para um Centro de Triagem. 

Quanto a ações de sensibilização para este tema têm sido variadíssimas, sendo uma das últimas direcionada aos nossos colaboradores e às suas famílias. Em parceria com a Valormed, foram entregues aos colabores sacos de reciclagem de medicamentos para uso doméstico, acompanhados de um folheto informativo e de sensibilização para a importância de cada um de nós adotar comportamentos mais amigos do ambiente, dentro das suas casas.

 

A distribuição continua a ser um dos grandes desafios a nível sustentável, e é consciente desta realidade que a plural+udifar ambiciona alcançar a neutralidade carbónica. Que medidas têm adotado neste sentido?

É percetível e real que o maior desafio no setor da distribuição farmacêutica, em geral, é alcançar a neutralidade carbónica. Neste sentido temos adotado nos últimos anos estratégias de redução das emissões de CO2, que são fruto do desempenho da nossa atividade. A nossa cooperativa tornou-se mais verde e sustentável com a aquisição de viaturas ligeiras de transporte de mercadorias 100% elétricas. Com estas viaturas, a plural+udifar foi pioneira na utilização deste tipo de tecnologia e as nossas Farmácias foram as primeiras a receber encomendas transportadas em carrinhas elétricas. Colocando a adoção desta medida em números, em 55.500 kms percorridos pelas viaturas elétricas obteve-se uma redução de 6.216 kg na emissão de CO2.

Neste momento, esperamos concluir as negociações de um novo projeto que visa a compensação carbónica e que ambicionamos que reduza a nossa pegada ecológica em maior escala. Este projeto será um compromisso que plural+udifar irá assumir para com o ambiente nos próximos anos, dando continuidade à assinatura já utilizada de “juntos pelo ambiente”. 

Transporte plural+udifar

No Dia Mundial do Ambiente a plural+udifar implementou uma campanha de adesão à documentação eletrónica nas Farmácias, com vista à redução da quantidade de papel usada. Qual foi a reação das Farmácias perante esta nova medida? Tiveram uma postura mais conversadora ou compreenderam facilmente a necessidade da mudança de comportamentos?

O lema da plural+udifar é “Atitudes Simples, Grandes Mudanças” e é esta forma de pensar que partilhamos com as nossas Farmácias desde sempre, relativamente à sustentabilidade e proteção do meio ambiente. Os nossos associados já recebiam de forma eletrónica alguns documentos, o que aconteceu no Dia Mundial do Ambiente foi que passaram a receber toda a documentação de forma digital, reduzindo assim o papel a 100%.

A reação das Farmácias foi ótima, porque tal como nós o desejo delas é contribuir cada vez mais para esta redução dentro do nosso setor. Portanto, compreenderam facilmente esta necessidade, até porque hoje em dia o mundo está cada vez mais consciente das atitudes que são precisas adotar. Nas nossas estimativas, com esta ação obtivemos cerca de 90% de adesão por parte dos nossos associados. 

Para além desta ação, a plural+udifar desde o início de 2020 que imprime a sua mini REVISTA em papel 100% reciclado e a disponibiliza em formato digital. 

Temos como objetivo continuar a dar largos passos para a redução do papel nos próximos anos.

 

Que outros passos têm sido dados pela Plural+Udifar neste caminho mais sustentável?

Para além das ações já enumeradas nas questões anteriores, nos últimos anos a plural+udifar deu passos significativos neste caminho da sustentabilidade. Na construção do edifício sede em Coimbra, foram instalados 850 painéis fotovoltaicos que contribuem para a sustentabilidade dos recursos e para a preservação do meio ambiente, sendo que no último ano ¼ da energia que consumimos foi produzida por estes painéis fotovoltaicos. 

Ainda no edifício sede foi criado um Lago ou Bacia de Retenção de Águas Pluviais, com capacidade máxima de 257 m3. A retenção destas águas serve para utilização na rega das plantas e árvores plantadas no espaço exterior do edifício. O aproveitamento das águas pluviais constitui uma medida de enorme alcance, uma vez que reduz significativamente a utilização de água potável e da rede pública. 

A plural+udifar efetua a recolha e encaminhamento para reciclagem dos resíduos resultantes da sua atividade em todas as plataformas logísticas de norte a sul do país, tendo recolhido no ano de 2020 cerca de 163.545 kg de plástico e cartão. Demos um importante passo na formação dos nossos colaboradores relativamente a este tema, proporcionando em parceria com a Sociedade Ponto Verde um Webinar sobre Reciclagem e Separação de Resíduos tanto dentro do mundo empresarial como nas suas casas.

Edifício plural+udifar

Hoje em dia sente que os clientes valorizam estas questões na área farmacêutica? Porquê?

Penso que hoje em dia em qualquer que seja o setor, os consumidores/clientes estão muito mais conscientes para esta temática e fazem as suas escolhas de acordo com os comportamentos adotados pelas empresas. 

É por esta razão que é necessário repensar cadeias de valor do medicamento em nome da sustentabilidade ambiental. 

 

Ao nível da responsabilidade social, que iniciativas têm sido desenvolvidas pela plural+udifar?

A Responsabilidade Social é parte integrante do dia a dia dos colaboradores e da relação com associados e fornecedores da plural+udifar e um pilar de referência do nosso posicionamento no mercado. Sabemos que a intervenção de uma cooperativa no mercado não pode ter apenas um lado empresarial, apostamos fortemente nas relações humanas, no estabelecimento de laços com os cooperadores, fornecedores ou parceiros e numa intervenção juntos das comunidades onde estamos inseridos. Com este intuito, a plural+udifar associa-se a diversos projetos de intervenção social propondo aos nossos colaboradores uma participação ativa em diferentes iniciativas ao longo do ano.

Realizamos várias corridas virtuais de cariz solidário apoiando diversas instituições, onde convidamos toda a comunidade a participar promovendo assim a prática de exercício físico e ao mesmo tempo a solidariedade. Este ano, no Dia da Criança, decidimos apoiar várias instituições de Coimbra que garantem a tantos recém-nascidos todos os cuidados que estes necessitam, oferecendo peluches de bebé. No âmbito da pandemia Covid-19 apoiámos também projetos que ajudaram os profissionais de saúde e mais recentemente apoiamos vários projetos culturais, sendo que o setor da cultura foi bastante afetado e temos a consciência da sua importância para o nosso país. 

São variadíssimos os projetos de Responsabilidade Social que apoiamos e fazemos parte, tendo sido alargados desde o início da pandemia para conseguirmos chegar até quem de nós precisa.

Foto Perfil PU

Dr. Miguel Silvestre

Presidente do Conselho de Administração da plural+udifar

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O Verdelago está a nascer entre Altura e a Praia Verde, no Sotavento Algarvio, como um resort de natureza. Como surgiu a ideia deste projeto, quando passou à prática e quando estará concluído? 

O Verdelago Resort é um projeto turístico com um relevo ímpar na atração de novo investimento e criação de emprego no Sotavento Algarvio, concretamente no concelho de Castro Marim, um dos menos desenvolvidos da região.

Foi neste contexto e enquadramento que o Fundo Aquarius, FCR, gerido pela OXYCAPITAL, passou a integrar a estrutura acionista da Sociedade – detendo uma participação maioritária na Verdelago, Sociedade Imobiliária, S.A. –, tendo contribuído para um redesenho e redefinição do projeto inicial, transformando o esboço anterior num projeto de excelência em harmonia com o imaginário do Algarve selvagem e em sintonia com a natureza e com as tradições da região, que ulmina naquele que é o único resort de luxo de primeira linha de mar de todo o Sotavento algarvio.

O Verdelago, com uma frente de mar de mais de 1 km, carateriza-se por ser um resort de natureza de luxo inserido em mais de 85 ha de área e com apenas 8,7% de índice de construção. Será desenvolvido em várias fases, e contará com um aldeamento turístico com 340 unidades residenciais turísticas e um hotel de 5 estrelas com 197 quartos, com relevo ímpar não só para o concelho de Castro Marim, mas para todo o sotavento algarvio.

A primeira fase de construção, iniciada em novembro de 2020 encontra-se já em comercialização. Esta primeira fase é constituída por um conjunto de unidades de alojamento exclusivo, onde se incluem 102 unidades residenciais turísticas, das quais 57 estarão concluídas para entrega já no verão de 2022, dividindo-se em 24 apartamentos (T1, T2 e T3), 26 townhouses (V2 e V3) e 7 villas (V4 +1). As restantes 45 unidades estarão em fase de acabamentos.

Os preços começam nos 450.000€ para os apartamentos, 670.000€ para as townhouses e 1.550.000€ para as villas.  Com o início da atividade do Verdelago Resort, os utilizadores terão ao seu dispor o Clube do Aldeamento (com restaurante, bares, open market, esplanada, piscina infinita e zonas de estar), quatro campos de padel e dois de ténis, serviços de apoio familiar (babysitting e kids club), passadiços de madeira de acesso à praia, assim como diversos percursos pedonáveis e cicláveis por entre sobreiros e pinheiros, charcos temporários e uma lagoa.

Com um investimento estimado na ordem dos 270 milhões de euros, a desenvolver entre 7 a 10 anos, é o maior alguma vez realizado nesta zona do Algarve.

 

Quais serão as principais características do Verdelago?

O Verdelago Resort é um projeto singular a nível mundial, que faz parte de uma nova geração de resorts que respondem de forma positiva às dimensões de sustentabilidade social, económica e ambiental. Reforço que estamos a falar de apenas 74.000 m² de área total de construção em 86 hectares de terreno, correspondentes a um índice de construção de apenas 8,7%.

Temos cerca de 70 hectares de espaços verdes, incluindo um parque verde e de lazer com mais de 42 hectares e uma reserva natural em frente do mar com 24 hectares. Estamos a criar vários percursos de passadiços de madeira e a recuperar caminhos pedonáveis e cicláveis, com uma extensão total da ordem dos 7 km, numa envolvência rica de fauna e flora local (por entre pinheiros e sobreiros, charcos temporários e uma lagoa), incluindo zonas de descanso, interpretação ambiental (haverá mesmo um Centro de Interpretação, Proteção e Valorização Ambiental, algo inédito no sector) e desporto ao ar livre, incorporando áreas para conservação e promoção do habitat natural.

Não insistimos no tópico da sustentabilidade por ser retoricamente apelativo, mas porque o respeitamos na prática, numa monitorização e promoção contínuas e estou certo de que esta aposta nos permitirá ser uma referência a este nível.

Verdelago Villa

O que é um resort de natureza e como isso se reflete na experiência do cliente? 

A natureza como novo luxo é verdadeiramente uma realidade na vida das pessoas, exacerbada no contexto da pandemia, espelhada em vários sectores económicos, como o turístico e o imobiliário.

No Verdelago, é esse luxo longe do excesso que ofereceremos, com um foco nas experiências e no desfrutar da autenticidade característica da zona. Menos ostentação e mais apelo aos sentidos e ao bem-estar, mas com todas as comodidades e serviços de um projeto de luxo sustentável do ponto de vista económico e ambiental. 

Num Algarve menos massificado, poderão desfrutar de experiências únicas e personalizadas:

  • Como um piquenique ou uma massagem no Parque Verde ou na praia;
  • Um passeio a cavalo ao pôr-do-sol;
  • Uma visita à Reserva Natural do Sapal de Castro Marim, a uma das idílicas ilhas-barreira da Ria Formosa ou ainda a uma das vilas pitorescas da região, como Cacela Velha, ou à histórica Tavira.
  • Comprar legumes biológicos locais no open market, dentro do próprio resort, ou pedir que estes lhes sejam entregues na sua unidade;
  • Usufruir das várias piscinas de grande dimensão, incluindo a piscina do Clube do Aldeamento, com uma dimensão generosa e orientada a sul, que tem um transbordo “infinito” para a zona das charcas e do pinhal são apenas duas das infinitas possibilidades que terão ao seu dispor. 

É esta a vivência que o Verdelago Resort proporcionará, num conceito de imersão na natureza a 360°, com uma arquitetura não agressiva de escala humana, com uma linguagem contemporânea, mas com respeito pelos valores do local em que se insere, como tão bem a qualificou o Arquiteto Miguel Saraiva, da Saraiva e Associados, responsável pelo projeto. 

 

São o primeiro resort português a aderir à certificação green globe, desde a construção. No que consiste esta certificação? 

Sim, é com evidente orgulho que vemos o Verdelago Resort tornar-se no primeiro Resort Turístico no País a aderir à Certificação Green Globe desde a fase da Construção, tendo a Sustentabilidade como prioridade em todas as operações.

Esta é uma das mais exigentes certificações internacionais de turismo sustentável que reconhece hotéis/resorts, presente em mais de 90 países, que se comprometem a melhorar a gestão ambiental e social da sua atividade. A Green Globe é um membro afiliado da Organização das Nações Unidas para o Turismo (OMT) e o GreenGlobe Standard, que é atualizado anualmente, é reconhecido pelo Global Sustainable Tourism Council (GSTC)

Subjacente a esta escolha, encontra-se a nossa filosofia e escolhas conscientes. Nunca será demais referir que o Verdelago Resort pretende ser um agente local transformador, com uma pegada ecológica nula, contribuindo para o desenvolvimento económico e social da região onde se insere. O seu impacto ambiental será muito positivo, não apenas pelas suas escolhas ao longo do desenvolvimento de todo o projeto (que incluem, por ex., a primazia da economia circular no processo de construção, com recurso a mão-de-obra, materiais e bens locais ou a implementação do plano de mobilidade ligeira), como pelo estilo de vida que vai fomentar – responsável e em sintonia com o ambiente – através da poupança energética, de práticas de sustentabilidade e de consumo consciente, e respeito pela biodiversidade.

Por outro lado, foi concebido para se tornar numa unidade autossuficiente em termos energéticos. Todas as unidades do resort terão uma classificação energética elevada graças à utilização de fontes de energias renováveis, isolamentos eficientes, opções arquitetónicas que valorizam a luz natural e o espaço exterior, a utilização de materiais de grande qualidade, e equipamentos mecânicos e elétricos energicamente eficientes. 

 

A zona do Sotavento algarvio é muito rica na sua biodiversidade e nas tradições locais. Como o Verdelago se relacionará com a envolvente ambiental e social? 

O Verdelago Resort vive da natureza e da sua preservação. Temos por objetivo fazer com que o nosso o impacto na natureza seja mínimo. Criámos um santuário natural para as mais de 110 espécies diferentes de animais identificados no local, onde camaleões, sapos, rãs, borboletas, coelhos, guarda-rios, patos reais, gaios, poupas e até cegonhas brancas, entre inúmeras outras espécies, são não apenas monitorizados por associações independentes, como protegidos.

Temos uma enorme preocupação com o ambiente, com o seu impacto na paisagem. Por isso quer do ponto de vista arquitetónico quer na escolha de materiais procurámos ser sustentáveis optando por um conjunto turístico de 5 estrelas adequado aos atuais desafios ambientais, de mobilidade e de racionalidade.

É um projeto único inserido numa paisagem única, onde a nossa intervenção se funde verdadeiramente com a Natureza nunca se caindo no erro de se lhe sobrepor.

 

Townhouse Verdelago

 

Acreditam que a pandemia que atravessamos tem e terá impacto na escolha dos consumidores? A pegada ambiental será fator crítico de decisão?

Como referi, a natureza como novo luxo é verdadeiramente uma realidade na vida das pessoas, que ganhou força no contexto da pandemia e terá as suas repercussões em variadíssimos sectores, nos quais o turístico e o imobiliário se incluem.

Pelas suas condições de exceção, a sua localização, construção certificada, biodiversidade e proximidade do mar, o Verdelago Resort responde não apenas aos desígnios dos atuais clientes, como aos do futuro, num mercado global cada vez mais exigente, que coloca em primeiro lugar o respeito pelo ambiente e as experiências autênticas. São clientes que querem ser parte ativa de toda uma mudança de paradigma e que têm as questões de sustentabilidade como importantes nas suas escolhas, por reconhecerem o impacto positivo que estas lhes trazem ao seu bem-estar no dia-a-dia. 

 

Quem será o cliente-alvo do Verdelago?

O Verdelago Resort, pela sua localização e conceito, é verdadeiramente único e muito diferente do clássico mercado algarvio.

Mais do que falar em cliente-alvo, posso adiantar que mais de 50% das unidades que estarão prontas para entrega no verão de 2022 foram reservadas ainda na fase anterior ao lançamento comercial. São, na sua maioria, portugueses, espanhóis (até pela proximidade com o país vizinho – a menos de 20 minutos da fronteira e a cerca de  1h30 de Sevilha), brasileiros e americanos que, com a pandemia, procuram cada vez mais investir, viver e ou trabalhar em imóveis com boas áreas, com retorno garantido elevado (5%), com elevados padrões de segurança e em localizações de baixa densidade populacional e sustentáveis, onde possam adotar um novo estilo de vida, passando tempo de qualidade em família e em contacto o mais possível com a natureza. 

 

Qual a vossa visão para o futuro do turismo no Algarve e especificamente no Sotavento?   

É inegável que o contexto pandémico veio acentuar uma tendência que já era notada de uma maior procura da comunhão com a natureza, por pessoas de todas as idades, nas suas múltiplas actividades e escolhas de vida, que incluem o turismo e o imobiliário residencial. A vontade de conciliar o trabalho com a família, os tempos livres, os amigos e a prática de exercício saiu muito reforçada. 

No Verdelago Resort, que se insere no imaginário do Algarve selvagem, sentimos que a preservação e fomento da biodiversidade e a preocupação com a sustentabilidade, aliadas à oferta de soluções turísticas residenciais com áreas generosas e espaços exteriores que possibilitam a implementação de todo um novo estilo de vida onde o “workation” está cada vez mais presente, são um dos nossos principais trunfos. 

Neste contexto, o Sotavento algarvio, tantas vezes apontado como um Algarve com menos brilho, pela sua menor massificação e oferta, ganhará muitíssimo valor porquanto os protagonistas saibam respeitar a sua natureza intocada, não a desvirtuando. O futuro será sempre o de um turismo que faz parte da solução das regiões nas quais se insere e não do problema. 

Paulo Monteiro

Diretor-Geral do Verdelago Resort

Nasceu em 1968 e licenciou-se em Engenharia Civil pelo Instituto Superior Técnico em 1991. Iniciou a sua carreira profissional no grupo Teixeira Duarte, onde permaneceu durante 23 anos. Exerceu funções de Diretor de Obra, Diretor de Sub-Centro de Produção, Diretor de Centro de Investimentos Imobiliários e Diretor Geral da Área Imobiliária, assumindo entre 2011 e 2014 a direção das áreas de Gestão de Património, Expansão e Imobiliária de todo o grupo. Entre os inúmeros projetos que teve sob a sua responsabilidade nas áreas de Habitação, Turismo, Comércio, Indústria e Escritórios, destaca-se todo o desenvolvimento do “Lagoas Parque” em Oeiras, considerado como um Parque de Escritórios de referência a nível Europeu.

Está desde 2015 na Gestão de Investimentos Imobiliários, Turísticos e Industriais, de sociedades sob a gestão da Oxy Capital, onde exerce, entre outras funções, a de Diretor do WestCliffs Resort, em Óbidos, e Diretor-Geral do Verdelago Resort, entre Altura e a Praia Verde, em Castro Marim.

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A NOS e a EDP Comercial juntam-se para dar benefícios aos seus clientes e contribuir para um mundo mais verde, reforçando os valores de sustentabilidade comuns às duas empresas, alinhados com a meta de neutralidade carbónica do Pacto Ecológico Europeu e com os objetivos de transição energética e digital em Portugal. 

Esta parceria materializa-se na oferta aos clientes de ambas as empresas do dobro de dados móveis contratados nos pacotes de comunicações NOS e de um desconto adicional de 1% nos serviços de energia (eletricidade e gás) contratados à EDP Comercial, passando estes clientes a ter eletricidade 100% verde, produzida a partir de fontes renováveis. Desta forma, ajudam a dar um contributo decisivo para a descarbonização do planeta. 

No caso dos novos clientes EDP Comercial e clientes EDP Pack Living, que já têm acesso a benefícios adicionais em energia, lazer e outros, o desconto aumenta para os 2%, podendo chegar aos 8% (consoante o tarifário), sempre com a garantia de eletricidade 100% verde nas suas casas ou negócios. A estes novos clientes é ainda atribuído um vale NOS no valor de 25 euros para aquisição de um smartphone.

Esta parceria abrange os clientes particulares e clientes PME, de ambas as empresas, e não tem qualquer impacto nos períodos de fidelização nos contratos com a NOS. A ativação é 100% digital, podendo ocorrer através da app NOS ou da app EDP Zero, permitindo o acesso rápido aos benefícios disponibilizados. 

De acordo com Daniel Beato, Administrador Executivo da NOS, “ao juntar a ambição estratégica e a energia de duas grandes empresas nacionais, criamos um movimento com potencial ilimitado. Esta parceria permite-nos simultaneamente garantir que os nossos clientes têm acesso a vantagens exclusivas no setor da energia e das telecomunicações e aproximá-los da nossa visão para um futuro energeticamente mais sustentável.”.

Para Gustavo Monteiro, Administrador da EDP Comercial, “esta parceria pretende garantir aos clientes uma oferta de serviços cada vez mais completa e adequada às suas necessidades e ao momento que o planeta atravessa. Para a EDP, é fundamental combater as alterações climáticas e promover o uso de energia 100% limpa. Esta parceria vai ajudar o cliente a acelerar a transição energética e a mudar já hoje o amanhã.”.

As duas empresas tinham já dado outro passo para a sustentabilidade energética na Península Ibérica, ao terem anunciado, no passado mês de maio, um acordo para compra de eletricidade renovável a longo prazo (PPA – Power Purchase Agreement). Inovador e pioneiro no mercado nacional, este contrato PPA, no valor de mais de 32 milhões de euros, tem a duração de mais de 10 anos e pressupõe a construção de um novo parque eólico, bem como o fornecimento de 62 GWh anuais de eletricidade, o que vai permitir à NOS ter 40% da sua operação alimentada por esta energia verde já em 2023.

Parcerias como esta permitem o investimento em novos ativos renováveis, que reduzem a dependência de combustíveis fósseis e contribuem para a transição energética, uma mudança que a NOS e a EDP consideram essencial na sociedade portuguesa e fundamental no caminho para a transformação digital, dimensões nas quais pretendem ser agentes ativos.

 

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Consciente do elevado impacto que a indústria da moda tem no meio ambiente, a MO lança agora o projeto MOre, que apresenta todas as ações de sustentabilidade da marca a partir de 19 de abril de 2021. Com a criação do projeto MOre, a MO vai comunicar e partilhar com todos os seus clientes as principais ações que está a levar a cabo e os seus compromissos neste âmbito. A marca acredita que o contributo de todos é essencial para um futuro sustentável, basta darmos um pouco mais de nós: mais pelo planeta, mais por quem precisa. E partilhar o que se está a fazer contribui também para a consciência global e para nos inspirarmos uns nos outros.

Com os olhos postos num futuro mais sustentável para as novas gerações, a MO acaba de lançar uma linha sustentável que integra no seu fabrico matérias-primas como o algodão orgânico, cultivado com fertilizantes naturais. Depois do lançamento de várias coleções cápsula sustentáveis, como a de Maternidade, esta linha assume-se como a primeira sustentável da marca para toda a família, com peças para adulto, criança e bebé.

A identidade do projeto MOre vai abarcar todas as iniciativas de sustentabilidade, inclusive de produto, para o qual foi criada uma etiqueta especial, que permitirá ao Cliente identificar as peças sustentáveis.

A MO compromete-se a que, até 2025, 30% de toda a sua coleção seja sustentável – com peças definidas como sendo produzidas com pelo menos 50% de matéria prima orgânica, reciclada, e proveniente de fontes sustentáveis, certificadas por entidades de referência a fornecedores de primeira e segunda linha.

Francisco Sousa Pimentel, Administrador da MO, afirma: “Queremos fazer mais e melhor pela moda. Definimos metas ambiciosas para até 2025 termos pelo menos 30% da nossa coleção composta por peças sustentáveis. Vamos fazer parte ativa dessa mudança, com a confiança de que estamos a tomar as decisões certas rumo a um futuro mais equilibrado, transparente e harmonioso. A par do produto, trabalhamos também a sustentabilidade em toda a cadeia de valor da MO, desde as suas lojas, passando pelos escritórios, ela formação das nossas pessoas e pela responsabilidade social. Temos um plano traçado, e são várias as iniciativas que vamos partilhar com os nossos clientes ao longo dos próximos tempos, naquilo que deixou de ser uma tendência e passou a ser uma forma de estar.”

A marca prevê ainda uma redução de 69% de emissões de gases com efeitos de estufa até 2030.

“A MO junta a sua voz em prol de um futuro melhor para todas as famílias, e com isto pretende também inspirar e contribuir para consciencializar sobre a importância de cuidarmos de nós e do planeta. Estamos cientes de que o nosso negócio deve ser conduzido de uma maneira sustentável a nível económico, social e ambiental,” finaliza Francisco Sousa Pimentel.

Outra prioridade da MO tem passado pela identificação dos materiais plásticos, no produto, embalagem e operação, com vista à sua diminuição. Em 2020, a marca de moda portuguesa conseguiu uma diminuição de 176 toneladas de plástico em Portugal em relação a 2019. Conforme o Pacto Português dos plásticos, em 2025, 100% das embalagens de plástico serão reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis.

Adicionalmente, até 2025, a MO quer garantir que um mínimo de 90% dos seus materiais plásticos utilizados sejam recicláveis e que terminam a sua utilização dentro de portas. A marca está a substituir gradualmente, até 2025, os sacos de plástico em loja, sendo que os sacos de plástico atualmente utilizados são 100% recicláveis e incorporam 80% de plástico reciclado.

A marca desenvolveu uma landing page onde serão partilhadas as suas políticas de sustentabilidade e principais compromissos.

 

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Na semana em que se assinala o Dia Mundial do Ambiente a Água Serra da Estrela dá mais um passo na sua estratégia de sustentabilidade ao lançar o primeiro garrafão feito com plástico 100% reciclado (RPET) em Portugal. Com esta iniciativa, a marca prevê reduzir, por ano, a utilização de mais de 150 toneladas de plástico novo, reduzindo a pegada de carbono do garrafão em 70%.

Desta forma, a marca pretende contribuir para o compromisso de incorporar cada vez mais plástico reciclado nas embalagens, potenciando a sua circularidade e garantindo uma redução consistente da pegada ambiental. Desde 2017 que a Água Serra da Estrela já incorpora 25% de plástico reciclado em todas as suas garrafas de plástico, que são também 100% recicláveis. E nos últimos 11 anos a marca reduziu em 39% a gramagem de plástico nas mesmas garrafas.

A mensagem principal da comunicação do novo garrafão “Este garrafão é feito de garrafas”, pretende sensibilizar o consumidor para o storytelling que deu origem a esta inovação. A marca reforça também códigos de sustentabilidade e de incentivo à reciclagem em todas as suas garrafas, e apela ao consumidor para dar continuidade a este ciclo e depositar as garrafas no ecoponto amarelo, promovendo assim a sua circularidade.

Joana Ferreira, Strategic Marketing Manager Refrigerantes e Águas, partilha “A Água Serra da Estrela, captada na nascente mais alta de Portugal em pleno Parque Natural, tem num dos seus pilares de posicionamento a sustentabilidade. Desta forma, promovemos a nossa diferenciação e contribuímos de forma positiva para os desafios coletivos em matéria ambiental e na promoção de uma economia circular.”

O novo garrafão de 6L com a utilização de plástico 100% reciclado apresenta a característica de ser ligeiramente menos transparente, o que não afeta em nada a qualidade da água, estando já a ser comercializado nos diversos pontos de venda.

No momento em que lança esta inovação, marca a sua presença como água oficial da 1ª edição do maior evento sobre a temática da água e sustentabilidade a acontecer em Portugal, o WATER World Forum for Life. Este evento irá realizar-se nos dias 3 a 6 de Junho em Reguengos de Monsaraz, onde se pretende a troca de experiências internacionais e sensibilizar em prol de uma sociedade mais consciente da realidade em matéria de sustentabilidade, tendo a água como ponto de partida.

 

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O concelho de Cascais celebra o sucesso do projeto-piloto iRec – Inovar a Reciclagem que, em apenas seis meses, já permitiu recolher mais de 400.000 embalagens. 

Desde janeiro 2021, graças às 15 máquinas de depósito localizadas nos maiores retalhistas e mercado do concelho, os Cascalenses podem devolver as suas embalagens de bebidas de plástico, vidro e latas e ganhar prémios ou experiências sustentáveis.

Embora o sistema de depósito com retorno para embalagens de bebidas deva entrar em vigor apenas em 2022, a Câmara Municipal de Cascais já se antecipou e está a agir no sentido da promoção e cumprimento das metas nacionais de recolha de resíduos e de redução das emissões de CO2, através do incentivo à reciclagem e reutilização de materiais. 

 

Desta forma, entre janeiro e junho deste ano, o projeto iRec contribuiu para a redução das emissões de CO2, em aproximadamente 870 toneladas, ao evitar que os resíduos acabassem em aterros sanitários.

A reciclagem de PET utiliza em média, apenas 30% da energia que seria necessária para a produção de novas embalagens. O PET recolhido no âmbito do projeto e reutilizado para produzir novas embalagens permitiu assim uma poupança de 12.800kwh, o equivalente ao consumo anual médio de 10 pessoas.

Prémios e experiências sustentáveis para os Cascalenses reciclarem mais e melhor

Para incentivar os munícipes a participar, Cascais optou por associar o projeto iRec à aplicação dos CityPoints Cascais, uma City app que visa premiar os cidadãos pelos seus bons comportamentos: as embalagens devolvidas valem pontos, convertíveis posteriormente em prémios. E o sucesso está à vista: no primeiro semestre de 2021, contaram-se mais de 1 milhão de Citypoints ganhos e mais de 2.200 prémios sustentáveis reservados.

 

 

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Schneider Electric, líder global na transformação digital da gestão e automação da energia, anuncia que foi reconhecida pela Microsoft com o prémio Parceiro “Sustainability Changemaker” do Ano 2021. O galardão reconhece o impacto que a Schneider Electric tem tido na definição e consecução das metas de descarbonização dos seus clientes, utilizando as suas soluções de software de referência EcoStruxure™, que são alicerçadas por tecnologia Microsoft.

No período 2018-2020, a Schneider Electric ajudou os seus clientes a poupar 134 milhões de toneladas de emissões de CO2; e atingiu entretanto, no final do primeiro trimestre de 2021, uma poupança de 276 milhões de toneladas.

No início do ano, o Grupo foi considerado pela Corporate Knights como a empresa mais sustentável do mundo, ajudando outras empresas a preencher a lacuna entre a definição e consequente conquista de metas relativas às alterações climáticas. Utilizando o seu portefólio de soluções a Schneider Electric apoia as organizações na definição, consecução, medição e reporting de objetivos de descarbonização com base na ciência, com um impacto positivo nos resultados.

“Vencer o prémio Parceiro ‘Sustainability Changemaker’ do Ano 2021 da Microsoft é um grande reconhecimento do trabalho que estamos a fazer juntos para deter as alterações climáticas. Esta é uma relação muito apreciada e, no futuro, vamos trabalhar na implementação de uma inovação criada e vendida em conjunto, o EcoStruxure Traceability Advisor. Esta solução ajudará os nossos clientes em comum a conectar o grande volume de dados ao longo da sua cadeia de valor, para construírem uma cadeia de distribuição resiliente e rastreável 360º,”

 

 “Sendo a empresa mais sustentável do mundo para a Corporate Knights, sabemos que o futuro é verde, inteligente, focado nas pessoas e alimentado por energia renovável. Sentimo-nos gratos por os nossos parceiros partilharem a nossa missão à medida que continuamos a expandir a nossa oferta de produtos e a reforçar a nossa relação de 30 anos com a Microsoft, no sentido de construirmos juntos um futuro sustentável.”

 

Philippe Delorme, Executive Vice-President, Energy Management da Schneider Electric

 

Entre os clientes que a Schneider Electric e a Microsoft ajudaram em conjunto inclui-se a JLL, um dos maiores proprietários de património imobiliário do mundo.

A JLL definiu compromissos ambiciosos para reduzir a sua pegada de carbono e obter dados acionáveis de energia e sustentabilidade em todo o seu portefólio de investimento.

“Graças à solução EcoStruxure™ for Real Estate da Schneider Electric, a nova sede da JLL na região Ásia-Pacífico, localizada em Singapura, utiliza tecnologia inteligente IoT para suportar as nossas ambições de criar o espaço de trabalho do futuro,”

 

“Esta solução ajuda a JLL a melhorar o bem-estar dos ocupantes do edifício, reduzindo a utilização de energia em 30% e aumentando o valor geral do edifício de uma forma completamente sustentável.”

 

Darren Battle, Asia-Pacific Head of Corporate Real Estate and Workplace da JLL.

A Schneider Electric também se comprometeu a alcançar a neutralidade carbónica em toda a sua cadeia de valor até 2050 e, no início deste ano, implementou o seu Projeto Zero Carbon, um ambicioso novo programa concebido para ajudar os seus principais 1.000 fornecedores a reduzir as suas emissões em 50% até 2025.

 

 

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A Fidelidade é a seguradora oficial do Global Exploration Summit (GLEX) que irá decorrer em Lisboa de 6 a 8, na Gare Marítima de Alcântara, em Ponta delgada, no dia 9, no Teatro Micaelense. Esta iniciativa, que irá refletir sobre o mar, a biodiversidade e o espaço realiza-se, em formato híbrido (presencial, com transmissão online).

Contando com a presença de importantes exploradores e cientistas de todo mundo, esta conferência vai debruçar-se sobre temas como a exploração espacial e dos oceanos e a exploração polar. A sustentabilidade ambiental do planeta, as alterações climáticas e fenómenos como tsunamis e ondas gigantes, bem como a conservação de santuários naturais, serão outros temas a ser abordados.

Integrado nas comemorações dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães o Glex Summit contará com a participação de cientistas e exploradores como Nina Lanza, team líder da NASA que está ao comando do Perseverance Rover na sua viagem a Marte, o astronauta Richard Garriott que é o novo presidente do Explorers Clube de Nova Iorque, Alan Stern, astrofísico e engenheiro aeroespacial da NASA e James Cameron, realizador e explorador.

A Fidelidade associa-se a esta iniciativa como ‘Sustainable Partner’, no âmbito da sua estratégia para o desenvolvimento e construção de uma sociedade cada vez mais sustentável.

 

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A marca Lusquinos conta com mais de trinta anos de experiência na indústria do calçado. Os desafios colocados pelo mundo empresarial evidenciaram a necessidade de repensar toda a sua estratégia e processo produtivo. Assim nasceram os artigos que hoje apresenta: únicos, intemporais e biodegradáveis da sola ao cordão!

Francisco Lusquinos, CEO da marca, explicou-nos o porquê da Lusquinos ser mais do que uma marca de calçado. É um projeto que procura soluções para a criação de calçado sustentável e biodegradável, sem presidir da qualidade e do design.

Lusquinos: qual a origem e história desta marca?

A marca Lusquinos nasceu em 2006, no concelho de Felgueiras, com o objetivo de criar uma marca diferenciadora no mercado. Lusquinos provém do nome de família o que acrescenta um valor ainda mais especial ao projeto.

Com mais de trinta anos de experiencia na indústria do calçado e numa era onde se levantam tantas questões ambientais, surgiu uma necessidade enorme de criar algo único, diferente e que contribui-se para a manutenção do nosso planeta. Esta necessidade obrigou-nos a olhar para marca e repensar toda a nossa estratégia e todo o nosso processo produtivo.

Foi então que decidimos criar o nosso calçado constituído na sua totalidade por componentes orgânicos, tornando-o assim num produto sustentável e biodegradável.

calçado biodegradável

Como definem a Lusquinos?

Podemos definir a Lusquinos com o nosso lema: “Sem metal. Sem plástico. Sem cedências.” A marca Lusquinos é uma marca preocupada com o futuro, preocupada com a sustentabilidade assente nos três pilares: económico, social e ambiental.

 

Quais são os materiais que compõem o vosso calçado? O que vos motivou a optar por estes materiais e não outros?

Os materiais que compõem o nosso calçado são orgânicos e biodegradáveis. Desde o crepe, oriundo das árvores seringueiras, e a cortiça nas solas; o algodão orgânico no forro e cordões; fibras naturais de milho e kenaf nas palmilhas; e o bio couro. A escolha dos nossos materiais teve em conta vários fatores: as caraterísticas de biodegrabilidade, já mencionadas, e o tipo de produção, pois eliminamos matérias resultantes de produções intensivas que como sabemos são prejudiciais ao ambiente. É muito importante para nós garantir que os nossos fornecedores também possuem uma cultura de sustentabilidade e respeitam o ambiente e as pessoas com quem colaboram. Privilegiamos sempre parceiros locais.

As escolhas dos materiais bem como dos processos utilizados não são definitivas, continuamos na procura constante de novas soluções sempre com o objetivo de reduzir a nossa pegada de carbono. Atingimos o produto desejado, o produto orgânico e biodegradável mas a melhoria contínua está no nosso ADN.

calçado biodegradável formal

De que outra forma a sustentabilidade está integrada ao longo do processo de produção e distribuição?

Todo o processo de produção, bem como distribuição é apoiado na sustentabilidade. O nosso calçado é feito de forma artesanal, numa fábrica local onde existe uma preocupação visível com o ambiente e com os seus colaboradores e condições de trabalho. Os processos produtivos são pensados de forma a otimizar todos os recursos, tanto materiais como energéticos. A distribuição talvez seja dos fatores mais difíceis de controlar, devido às opções que existem no mercado. Mas ponderamos e optamos pelas soluções com menos impato para o ambiente sempre que possível. O fato de privilegiarmos fornecedores locais, além de contribuirmos para a economia local, também contribui bastante para a redução desse impato.

 

O que distingue os artigos da Lusquinos das restantes marcas que têm investido na sustentabilidade, é o facto do seu calçado ser biodegradável. Fale-nos um pouco sobre as características deste conceito e o processo necessário para chegarem ao produto final.

Quando decidimos criar um produto sustentável, uma das soluções que esteve em cima da mesa prendeu-se com a reciclagem e reutilização de plásticos. No entanto, tomamos consciência do ciclo vicioso que existe com a constante produção de plásticos e concluímos que é fundamental quebrá-lo. Claro que somos 100% a favor de produtos reciclados e da reutilização, porém nem todos os plásticos são reciclados ou reutilizados acabando por prejudicar o ambiente como infelizmente vemos. Reforçamos que a reciclagem e a reutilização são medidas essenciais e felicitamos as empesas que permitem dar uma nova vida a estes produtos. Mas precisamos que o mundo da moda mude, precisamos de dar aos consumidores novos produtos e reduzir os resíduos nocivos para o ambiente. Com esta visão iniciamos a nossa aventura na criação de calçado livre de mateis e plásticos. Calçado que no fim da vida não contribua para a condenação no nosso planeta. Foi então que procuramos soluções para que o nosso calçado fosse constituído por materiais todos eles orgânicos tornando o calçado biodegradável da sola ao cordão.

Acreditamos que o futuro tem de passar por aqui!

calçado biodegradável

O calçado Lusquinos pode ser dividido, essencialmente, em duas categorias: casual e formal. Quais as principais características de cada uma e qual destas tem maior procura?

Procuramos abranger todos os consumidores conscientes, com todo o tipo de gosto e estilo, por isso criamos uma linha formal e outra casual.

Em comum tem o conforto! A linha formal foi pensada nos consumidores que não prescindem do sapato clássico e a linha casual foi pensada nos consumidores com um estilo mais descontraído, embora que a linha formal também fica muito gira num estilo desconstruído com umas jeans e t-shirt. No fundo revitalizamos modelos intemporais com materiais sustentáveis.

Devido  à situação pandémica e à consequente ausência de eventos sociais, tem tido mais procura os casuais.

 

Qual a principal fonte de inspiração para os vossos artigos?

Quando falamos em sustentabilidade vem-nos de imediato à cabeça palavras como durabilidade e longevidade, o que nos remeteu para modelos intemporais.

O nosso calçado formal foi inspirado num estilo Oxford, num estilo que ainda hoje se mantém atual e com design. Os casuais foram inspirados nos sneakers. Os primeiros sneakers surgem no século XIX, mais tarde as suas solas começaram a ser feitas com borracha sendo batizados por plimsolls, e ainda hoje é o tipo de calçado mais procurado. O nosso calçado, inspirado nos modelos mencionados, tinha que reunir as seguintes caraterísticas: conforto, moda e design, intemporalidade e claro ser sustentável e biodegradável. Assim, criamos o nosso calçado, o nosso ADN!

calçado biodegradável

Para quem viu estas imagens e já está ansioso por comprar um par de sapatos Lusquinos, onde o pode fazer?

Pode adquirir um Lusquinos na nossa loja on-line, ou então nas plataformas: Overcube; Bombinate; Wolf & Badger; e Fair Bazaar.

Também pode encontrar nas seguintes lojas: Feeting Room (Porto e Lisboa); Armazém 66 (Viana do Castelo); Single Fin (Esposende); Oxalá (Évora); Alma de Alecrim (Aveiro); Bosque Concept Store (Vila do Conde).

Foto Perfil lusquinos

Francisco Lusquinos 

CEO Lusquinos

“O meu interesse pelo mundo da moda, em concreto pelo fabrico de calçado, ganhou expressão em 1984 quando fui a uma feira internacional, em Londres. A primeira de muitas. Nessa altura, decidi que era a área profissional que queria abraçar e ambicionei criar uma marca de calçado. Após anos de experiencia na indústria do calçado, tanto na área comercial como na área criativa, após muitas conquistas e desafios ganhos achei que tinha chegado a hora de avançar com a criação da nossa própria marca. Com o olhar no presente mas também no futuro, decido criar a Lusquinos.”

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