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Separar os resíduos pode ser uma tarefa divertida e lúdica. Em apenas um ano, mais de um milhão de embalagens foram recolhidas no âmbito do iREC – projeto de devolução das embalagens de bebidas de Cascais, com a utilização de técnicas de gamification.

Os mecanismos de gamification são inspirados nos videojogos, em que a participação e o envolvimento são encorajados através de recompensas. Testado com sucesso em iniciativas internacionais, Cascais trouxe o conceito para o seu projeto iREC, implementado em janeiro de 2021, com a instalação de 15 máquinas de devolução de embalagens de bebidas em estabelecimentos comerciais.

Através da aplicação CityPoints Cascais, o cidadão acumula pontos cada vez que regista determinado comportamento como utilizar as referidas máquinas, doar sangue, adotar um animal, ou utilizar os transportes públicos, entre outros. Posteriormente estes pontos podem ser trocados por produtos ou serviços de entidades locais, numa lógica de promoção da economia local. Quantos mais pontos acumulados, melhores são os prémios, como se de um jogo se tratasse.

Neste primeiro ano de utilização, o gamification permitiu a atribuição de 1,2 milhões de Citypoints ganhos e entregou mais de 6.000 prémios.

O iREC foi o primeiro projeto de devolução de embalagens de bebidas a introduzir esta modalidade de incentivo em Portugal. E o sucesso de Cascais serviu de inspiração a outros projetos similares instalados, entretanto, de norte a sul do país, que seguiram a ideia.

Mas Cascais não se limitou a criar incentivos para os utilizadores destas máquinas. Para reforçar a mensagem da sustentabilidade, foram privilegiados produtos fornecidos e fabricados em Portugal que reutilizam ou reciclam materiais ou são uma alternativa aos produtos descartáveis. É o caso dos sapatos Zouri: sapatos feitos com plástico recuperado na costa portuguesa e da Oiôba e Panareha: marcas portuguesas que produzem respetivamente bikinis e calções de banho feito de PET. Também há esponjas de limpeza feitas de excedente de tecidos, que são produzidas em Portugal, de forma manual e em pequena escala; produtos de limpeza da marca portuguesa Eco x, fabricados a partir de óleos alimentares usados; e ainda kits educativos para as crianças.

A forte adesão ao projeto iREC comprova que os cidadãos que habitam a vila de Cascais procuram um estilo de vida mais sustentável, procurando reduzir a sua pegada ecológica.

Mais informações sobre o projeto, incentivos e a localização exata de cada uma das 15 máquinas em http://irec.cascais.pt/.

Veja a entrevista com Luís Capão sobre o projeto aqui.

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No âmbito do programa Re-Source, promovido pela  Sociedade Ponto Verde e gerido pela consultora de inovação colaborativa Beta-i, 13 parceiros e 20 empreendedores de 10 países – incluindo Portugal – começaram a desenvolver em conjunto projetos-piloto focados em aumentar as taxas de reciclagem junto dos consumidores e dar origem a novas soluções para categorias específicas de  resíduos. 

O Re-Source é uma iniciativa de inovação aberta da Sociedade Ponto Verde, no qual a  Beta-i aplica a sua metodologia colaborativa, orientada ao desenvolvimento de soluções  e parcerias entre empresas, startups e demais parceiros de inovação, relacionadas com  a recolha e triagem dos diversos tipos de embalagens encontradas no uso doméstico,  bem como com o complexo processo de tratamento desta heterogeneidade e os seus  resíduos. O programa contou com o envolvimento da Câmara Municipal de Mafra,  Cascais Ambiente, Central de Cervejas e Bebidas, CTT, Saica Natur, Lipor,  Lusoforma, Nestlé, NEYA Hotels, Ovo Solutions, Super Bock Group, TRATOLIXO  e Vidrala, com a intenção de conectar esta abordagem de inovação com outros  parceiros posicionados estrategicamente na cadeia de valor da Sociedade Ponto Verde. 

Durante quatro meses, parceiros e empreendedores dedicaram-se à criação de pilotos  para reforçar a confiança e conhecimento dos consumidores, assegurar uma maior taxa  de separação de resíduos de embalagens, quer no canal doméstico, quer no canal  Horeca, e para aumentar a reciclagem e a circularidade de embalagens de vidro,  alumínio e plástico. 

 

Resultados tangíveis para a reciclagem e a economia circular 

Entre os projetos já a serem  testados ou em implementação está o RecySmart, ecopontos inteligentes para tornar a reciclagem num hábito divertido, criados em conjunto pela startup espanhola Recircula,  a Ovo Solutions, a Câmara Municipal de Mafra e a Cascais Ambiente. Os inovadores de  Barcelona, em conjunto com os parceiros, estão a transformar ecopontos em máquinas  que permitem a uma pessoa inserir embalagens de vidro ou plástico, ECAL (tetrapack) e latas de alumínio e receber pontos e prémios que depois podem ser usados em  serviços e produtos nos dois municípios. Durante os próximos seis meses, serão  instalados ecopontos inteligentes no concelho de Cascais e Mafra.

Para combater a falta de estrutura para reciclar embalagens multicamadas e os  impactos negativos que esta lacuna tem para as marcas, os inovadores da espanhola  FYCH estão neste momento a trabalhar em conjunto com a Nestlé, a TRATOLIXO e a  Sociedade Ponto Verde para implementar nos recicladores do Sistema Integrado de  Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE) a sua tecnologia de delaminação para  separar as várias camadas de materiais destas embalagens e potenciar a sua  reciclagem. Em parceria com a Lusoforma, a mesma startup testou também a sua  tecnologia na reciclagem da tampa dos produtos de alumínio take away, que é composta  de papel, plástico e alumínio, obtendo resultados de separação de 100%. 

Por sua vez, a startup norte-americana Magnomer está a criar um piloto com o Super  Bock Group, que consiste em criar rótulos com tinta magnetizável, para que estes  consigam ser mais facilmente separados do plástico e permitir uma melhor reciclagem  das embalagens – uma solução que pode aumentar até 20% os níveis de reciclagem e  tornar a Super Bock na primeira empresa em Portugal a aplicar rótulos 100% recicláveis  nas suas garrafas. A TRATOLIXO será parceira nos testes de triagem destas  embalagens 

A startup escocesa Reath juntou-se à Sociedade Ponto Verde e à Super Bock Group  para monitorizar o ciclo de vida da embalagem, através da criação de um passaporte  digital, para colocar em produtos físicos. De forma genérica, esta solução permitirá  fornecer às empresas e consumidores dados sobre a usabilidade e período de vida de  uma embalagem e sobre que produtos são colocados no seu interior. No caso da  Sociedade Ponto Verde, permitirá obter informação sobre embalagens não reutilizáveis colocadas no mercado e obter de forma digital e automatizada a informação necessária  para o preenchimento da declaração anual (documento que as empresas aderentes ao  sistema ponto verde preenchem anualmente para reportar a totalidade do peso destas  embalagens). 

Já a inglesa Polytag associou-se à Lipor, Tratolixo e Sociedade Ponto Verde para criar  um esquema de devolução e recompensas de depósitos digitais na zona do Porto.  Utilizando a tecnologia Polytag Describe, Tag and Trace, a solução irá primeiro etiquetar os produtos com identificadores únicos, permitindo depois ao consumidor digitalizar os  códigos com uma aplicação propositadamente construída e reclamar os seus depósitos  no conforto das suas casas, sem terem de utilizar máquinas de venda automática  inconvenientes e dispendiosas. As embalagens serão eliminadas através do seu  sistema normal de contentores de lixo ou contentores comuns, criando um esquema de  devolução de depósitos mais barato, conveniente e eficaz na área. 

Por fim, os inovadores da inglesa MyResonance estão a trabalhar em conjunto com a  Lusoforma e a Lipor para implementar em Portugal uma rede social que usa técnicas de  gamificação para capacitar as organizações a comunicar, promover e envolver as suas  comunidades a tomar medidas coletivas em torno de iniciativas baseadas em ESG, transformando cada pessoa em embaixadores da marca e construindo uma presença e  identidade online para promover um mundo mais limpo. 

A expectativa destas parcerias é fortalecer a cadeia de valor das embalagens com soluções conducentes a uma maior eficiência dos processos, que permitam também  ajudar ao cumprimento das metas nacionais e comunitárias em matéria de gestão de  resíduos – em conformidade com o futuro PERSU 2030 – bem como os compromissos  assumidos pelo País no domínio da economia circular, clima e sustentabilidade.  Atendendo às diferentes dinâmicas das entidades envolvidas, outros projetos e  parcerias poderão ainda vir a ser desenvolvidos para além dos apresentados, dado o  cariz inovador das startups que concorreram ao Programa Re-Source. 

De destacar que os dados mais recentes mostram que a recolha seletiva de embalagens  até outubro de 2021 aumentou 8% face ao período homólogo de 2020, em Portugal, comprovando que os comportamentos de reciclagem fazem parte do dia-a-dia dos  portugueses. A reciclagem de resíduos é considerada por 2/3 dos portugueses como o  maior contributo para um ambiente melhor.

 

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A Tetra Pak e a Compal voltam a unir esforços numa campanha  publicitária que promove a colocação das embalagens da Tetra Pak, no ecoponto amarelo para que possam ser recicladas. Para tal, foi colocada uma empena com quase 1000m2, onde é possível visualizar  uma embalagem da Compal e as mensagens Embalagens vazias da Tetra Pak vão para o ecoponto  amarelo, bem como, Recicle. A natureza agradece. com uma embalagem gigante da Compal na Avenida  da República, que poderá ver até janeiro e, pretende surpreender os cidadãos que percorrerem a tão conhecida avenida lisboeta. 

Esta iniciativa visa sensibilizar os portugueses para a importância da reciclagem das embalagens. Em  Portugal as taxas de reciclagem são ainda muito baixas e necessitamos da participação de todos os  portugueses para inverter esta situação. A Tetra Pak, tem vindo a chamar à atenção para esta problemática e vê através desta campanha uma oportunidade de reforçar a sua mensagem, e missão, junto dos  portugueses. 

Ingrid Falcão, responsável pela área de sustentabilidade da Tetra Pak Ibéria, afirma: “A nossa relação  com a Compal, e a missão conjunta da diminuição da pegada ecológica, faz com que continuemos a  apostar neste tipo de iniciativas. Acreditamos que esta campanha será vista por milhares de pessoas e  esperamos que as faça refletir sobre um ato tão simples, mas importante, como é a colocação das embalagens da Tetra Pak e, neste caso, da Compal, no ecoponto amarelo. Todas as embalagens contam  para um planeta mais sustentável e é isso que queremos transmitir aos portugueses” 

Rodrigo Costa, diretor de Marketing da Sumol+Compal para Portugal e Espanha afirma: “Na  Sumol+Compal, movidos por uma cultura de excelência, paixão e compromisso, acreditamos na  preservação da natureza como um pilar fundamental da nossa atividade, sempre tendo presente que  estamos a deixar um legado a sucessivas gerações. Neste contexto, a reciclagem das nossas embalagens é uma questão fundamental para a promoção de uma maior economia circular. Este é um ciclo que só terá sucesso com o papel fundamental de cada um dos nossos consumidores, daí a importância desta  campanha”

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O Correio da Manhã e a Sociedade Ponto Verde promovem a ação “Palco CM de Natal” que leva música até à redação do diário da Cofina Media, com quatro concertos com a curadoria do músico português António Zambujo. 

Quatro concertos em quatro palcos especialmente criados e dedicados às áreas de reciclagem de embalagens da Sociedade Ponto Verde. A narrativa de cada palco gira sempre à volta da reciclagem – com decoração festiva reciclada e uma árvore de Natal decorada por artistas com produtos reciclados. Nota ainda para a presença do prestável chimpanzé Gervásio, figura emblemática que, aprendia a reciclar as embalagens de papel/cartão, vidro e plástico e metal pelos ecopontos das diferentes cores 

Entre 25 de Novembro e 16 de Dezembro podemos contar com quatro concertos, sempre às 5as feiras, António Zambujo recebe os seus convidados para concertos de 40 minutos cada, num formato acústico e com um alinhamento específico desenhado para este evento. 

António Zambujo assume o papel de músico anfitrião e a sua primeira convidada é Cláudia Pascoal, já esta 5ª feira, 25 de novembro, no Palco Amarelo. Segue-se Samuel Úria, a 2 de dezembro, no Palco Azul, Luísa Sobral no Palco Verde a 9 de dezembro e, por último, Miguel Araújo, no Palco de Natal, a 16 de dezembro. 

Esta ativação Correio da Manhã e Sociedade Ponto Verde tem como objetivo, por via da inspiração e da música, sensibilizar e educar também as pessoas para a importância da reciclagem, numa das alturas mais desafiantes do ano, o Natal. 

Numa época tradicionalmente de maior consumo, nos presentes, nas decorações, nas refeições, o Correio da Manhã e a Sociedade Ponto Verde querem promover a importância de adotar uma postura responsável a cada ano que passa, com um Natal mais ecológico e sustentável.

Calendário dos concertos artistas convidados

25 novembro – Cláudia Pascoal – Palco Amarelo

02 dezembro – Samuel Úria – Palco Azul

09 dezembro – Luísa Sobral – Palco Verde

16 dezembro – Miguel Araújo – Palco de Natal

Transmissão streaming dos concertos, todas as 5ª feiras às 21h00, em www.cmjornal.pt 

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A Secretária de Estado do Ambiente, Inês Costa, visitou a loja Lidl na Ericeira, que detém uma das 12 máquinas de recolha de embalagens incluídas projeto “Mafra Reciclar a Valer +”, liderado pela Câmara Municipal de Mafra e financiado pelo fundo EEA Grants, que pretende promover a recolha de garrafas de plástico e latas de bebidas vazias, para que estas sejam recicladas e reincorporadas em ciclos de produção de novos materiais e produtos.

Lançado em abril deste ano, o Lidl é um dos intervenientes deste piloto, juntamente com o Electrão, disponibilizando esta solução em três das suas lojas: Ericeira, Mafra e Malveira. Nas máquinas de depósito disponíveis nestas lojas, é possível depositar latas de alumínio e garrafas PET, recebendo os depositantes vales de 0,02€ por embalagens até 0,5 litros e vales de 0,05€ por embalagens entre 0,5 e 3 litros.

As máquinas disponibilizadas pelo Lidl são, no entanto, diferenciadoras, não só porque possuem dois depósitos, aumentando assim a sua eficácia, como também pelo facto de estarem situadas num espaço individualizado e climatizado, em que é possível despejar o líquido restante de uma garrafa num lavatório, antes de ser colocada na máquina, lavar e secar as mãos. 

Em funcionamento há quase 06 meses, este piloto nas lojas Lidl tem vindo a registar um valor crescente de taxa de recolha, que se situa nos 61%, espelhando a crescente sensibilização do público para este tema.

Para Inês Costa, Secretária de Estado do Ambiente, “os vários projetos piloto em execução no âmbito de soluções de depósito de embalagens irão contribuir para melhor planear e decidir sobre medidas que nos permitirão apoiar o cumprimento de metas cada vez mais exigentes, tornar menos dependentes da extração de recursos e importação de materiais, menos intensivos do ponto de vista energético e mais suficientes.

Para Elena Aldana, Diretora de Comunicação Corporativa do Lidl Portugal, “o investimento nos sistemas de depósito e reembolso é mais um passo que damos em prol da sustentabilidade, pois estes são elementos centrais de uma economia verdadeiramente circular.

Para Pedro Nazareth, Diretor Geral da Electrão, “O país tem um calendário muito apertado para implementar o sistema nacional de depósito de embalagens de bebidas e tem por isso criar condições para que os agentes económicos que estão mobilizados para a acção imediata o possam fazer desde já no terreno.  Mafra competirá ao sistema nacional ainda a gizar, criar condições para integrar todas estas iniciativas que já existem e que estão a dar um contributo significativo para que os resultados nacionais da reciclagem de embalagens melhorem no imediato.”

Para Lúcia Bonifácio, Vereadora da Câmara Municipal de Mafra, “com o projeto “Mafra Reciclar a Valer +”, ganha o ambiente, o território e os cidadãos. A forma como o projeto foi concebido proporcionou a elaboração de um verdadeiro ciclo de Economia Circular Sustentável para as embalagens – permitindo uma reorganização da produção de resíduos, não estando a produzir, a consumir e a gerar mais lixo, mas a promover a reutilização e reciclagem após o consumo.”

Em Portugal, para além deste projeto de Mafra, o retalhista tem igualmente máquinas disponíveis nas suas lojas de Abóboda e Tires – ao abrigo do projeto “iRec inovar a reciclagem”, gerido pela Cascais Ambiente da Câmara Municipal de Cascais”  – e Penha de França – na iniciativa “Bebidas + Circulares”, promovida pela APIAM (Associação Águas Minerais e de Nascente de Portugal), APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição) e PROBEP (Associação Portuguesa de Bebidas Refrescantes Não Alcoólicas). 

Comprometido em cuidar do planeta, o Lidl procura diariamente integrar as melhores práticas de sustentabilidade ao longo da sua cadeia de valor. Nesse sentido, a aposta nestes SDRs, permite à empresa não só contribuir para o alcance das metas europeias, como para consolidar a estratégia Reset Plastic, desenvolvida pelo Grupo Schwarz, que aposta numa abordagem holística internacional, com cinco áreas de atuação: desde o design à reciclagem e remoção, até à inovação e educação, tendo vindo a assumir vários compromissos sustentáveis e tendo sido pioneiro em alguns deles: em 2018, assumiu o compromisso de reduzir o consumo de plástico nas embalagens de marca própria em 20% até 2025 e garantir até esta data que 100% das suas embalagens de marca própria serão recicláveis.

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A EGF iniciou hoje um novo serviço de contacto e apoio aos cidadãos – a Linha da Reciclagem, um serviço de atendimento público, gratuito e nacional que foi criado para dar respostas eficazes ao cidadão, nomeadamente para responder a dúvidas, pedidos de informação, sugestões, reclamações, elogios e pedidos de serviço.

Os pedidos de serviço relacionados com a recolha e tratamento de resíduos urbanos, ainda só estão disponíveis nas áreas de atuação das concessionárias Resiestrela e Valnor, num total de 39 municípios, sendo progressivamente ampliados a todas as 11 concessionárias do Grupo muito em breve.

Este novo serviço do Grupo EGF, que inicia hoje, tem disponíveis os seguintes contactos:
Telefone Gratuito: 800 911 400
Website: www.linhadareciclagem.pt
Email: atendimento@linhadareciclagem.pt

A linha de atendimento funciona das 9h00 às 20h00, e do outro lado da linha encontrará operadores experientes que o vão ajudar com todas as dúvidas e questões para as quais precise de ajuda e que estejam relacionados com os resíduos e recursos que gerimos todos os dias. Também poderá utilizar o novo website com informações úteis e de contacto mais fácil e direto, que permitem resolver com eficácia as suas questões.

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Entre os dias 10 e 15 de novembro, Cascais vai promover várias ações de sensibilização sobre a devolução de embalagens de bebidas, com promotores ambientais que vão explicar o funcionamento das máquinas iREC que, em apenas nove meses, recolheram cerca de 600.000 embalagens de bebidas (plástico, latas e vidro) equivalentes a um total de 40 toneladas.

No âmbito do projeto-piloto iREC – Inovar a reciclagem, um programa de incentivo à devolução de embalagens de bebidas, estas ações de sensibilização são realizadas em parceria com a Zero Waste Lab, com o objetivo de preparar os munícipes para a futura obrigatoriedade do sistema de depósito para as embalagens de bebidas.

Em paralelo, até dia 12 de dezembro, Cascais tem patente a exposição itinerante iREC – Recircular, para alertar os munícipes sobre a importância da reciclagem e da economia circular. Esta mostra é composta por uma alforreca feita a partir de embalagens de bebidas, totens informativos e ainda artigos do dia-a-dia produzidos com materiais reciclados que permitem ilustrar o ciclo dos resíduos e os benefícios da sua reinserção na economia.

A peça central da exposição, uma alforreca de 2,5 metros de altura, foi fabricada pelo grupo de artistas Skeleton Sea com embalagens de plástico e latas recolhidas nas máquinas do iREC. O tema da escultura foi diretamente inspirado pelas problemáticas do lixo marinho, constituído essencialmente por plástico descartado, e pelas alterações climáticas que originam o desequilíbrio dos ecossistemas marinhos.

Uma mala de viagem da Samsonite – A Magnum ECO, os sapatos de caminhada da Decathlon e os calções de banho Panareha são alguns dos artigos que podem ser vistos nesta exposição, por serem produzidos a partir de embalagens de bebidas de plástico recicladas e copos de iogurte.

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A SUMOL+COMPAL é uma marca que há muito tempo está presente na mesa dos portugueses, sendo uma empresa de destaque nos mercados de bebidas não-alcoólicas. Assumem que “a sustentabilidade faz parte de nós”, por isso fomos perceber melhor no que consiste esta afirmação.

Nesta conversa com Maria Martins, procurámos perceber que ações têm desenvolvido ao nível da sustentabilidade, de modo a responder aos desafios do mundo empresarial e consumidores cada vez mais exigentes.

A SUMOL+COMPAL diz, através do website, que “a sustentabilidade faz parte de nós”. Em que consiste na prática?

“É da Nossa Natureza deixar um legado sustentável para as gerações futuras, que sirva igualmente de homenagem àqueles que antes de nós, com o seu trabalho e dedicação contribuíram para que aqui pudéssemos ter chegado hoje.”

Na SUMOL+COMPAL vemos a sustentabilidade como uma fonte de oportunidades para fomentar o crescimento contínuo do nosso negócio e encaramos cada desafio como catalisador para a melhoria contínua da nossa atividade. Neste sentido, procuramos diariamente reduzir a nossa pegada ambiental, potenciar os nossos colaboradores e apoiar o desenvolvimento positivo da sociedade, ao mesmo tempo que inovamos para satisfazer os nossos clientes e consumidores e responder a uma realidade cada vez mais exigente.

A SUMOL+COMPAL trabalha os temas de sustentabilidade há vários anos, mas 2018 foi marcante para a empresa, com a revisão da sua estratégia de sustentabilidade e consequente publicação da sua Agenda de Sustentabilidade, para 2025. Esta Agenda de Sustentabilidade é o resultado de vários meses de trabalho interdisciplinar, em que foram envolvidas diferentes áreas e equipas da empresa a fim de criar uma estratégia completa, transversal e intrínseca a toda a SUMOL+COMPAL, ao mesmo tempo que está alinhada, e faz cumprir, uma importante parte do nosso propósito: “Orgulhamo-nos de contribuir diariamente para um mundo mais sustentável.” Adotando uma visão holística, de partilha e de longo prazo, a nossa Agenda de Sustentabilidade veio reforçar a criação de valor económico com um modelo de gestão mais responsável, que contribui de forma eficaz para o bem-estar societal.

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Quais são os vossos compromissos a nível de sustentabilidade?

São vários (mais de 20), e seria longo elencá-los todos neste texto. Destaco, contudo, alguns, que, pela sua premência e atualidade nos parecem mais prioritários à data.

A nível de energia, queremos otimizar a sua utilização nas nossas instalações, ao mesmo tempo que promovemos a diminuição da emissão de gases de efeito de estufa ao longo da nossa cadeia de valor (instalações, frota, equipamentos de frio, distribuição externalizada, etc.). Temos como objetivo contribuir para o cumprimento da neutralidade carbónica mundial, pois acreditamos que “todas as emissões contam”.

No que refere a embalagens, a aposta é contribuir positiva e ativamente para uma economia mais circular, e para a redução dos impactos negativos indiretos que as nossas embalagens têm ao longo do seu ciclo de vida. Se por um lado estamos comprometidos, “dentro de casa”, a melhorar o ecodesign das nossas embalagens, por outro lado promovemos ativamente a separação e recolha seletiva dos resíduos pós-consumo, nomeadamente através de mensagens on pack e off pack das nossas marcas.

Em matéria de água, procuramos uma utilização cada vez mais sustentável e eficiente deste recurso no nosso processo produtivo, e pretendemos reforçar parcerias com stakeholders locais para uma gestão mais responsável nas comunidades onde nos inserimos. Ainda na esfera ambiental, comprometemo-nos a incentivar a produção local e de proximidade, e a contribuir para um fornecimento mais responsável das nossas matérias-primas.

Continuar a desenvolver os melhores produtos e desenvolver programas de nutrição positiva, é, e será sempre, o nosso compromisso para com os nossos consumidores, de forma a promover e contribuir para a adoção de uma dieta saudável e equilibrada, não apenas em Portugal, mas em todo o mundo.  Juntando conhecimento, arte, ciência e inovação, apostamos em produtos que promovam a saúde e bem-estar, ao mesmo tempo que vão de encontro às diferentes exigências de consumo.

Vamos, naturalmente, continuar a contribuir positivamente para o bem-estar dos nossos colaboradores, as Nossas Pessoas. Não esquecendo nunca a importância de nos envolvermos com a comunidade, e, juntos, podermos construir uma sociedade mais justa, informada e equilibrada.

 

De que forma esses compromissos se refletem nos vossos produtos e desenvolvimento de novos?

A Agenda de Sustentabilidade da SUMOL+COMPAL é uma peça transversal a toda a empresa, e, como tal, reflete-se na nossa atividade diária. E isso não é, naturalmente, exceção para as nossas marcas e produtos.

De facto, vários dos compromissos que temos em matéria de sustentabilidade declinam diretamente em objetivos para os nossos produtos, quer novos, quer já existentes. São exemplos disso: a cada vez maior procura por matérias-primas de fruta e vegetais de proximidade, o aumento da incorporação de materiais reciclados (nomeadamente plástico) e de materiais de fontes renováveis geridas de forma sustentável (cartão e bioplástico) que temos observado em várias das nossas embalagens, o ecodesign das nossas embalagens que visa a sua maior reciclabilidade e circularidade, o aumento da naturalidade e a redução contínua de açúcar adicionado dos nossos produtos, entre outros.

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Como gerem o fim de vida dos produtos? Dispõem de estratégias para a reciclagem?

A gestão dos resíduos gerados nas nossas instalações é feita em parceria com um operador especializado, que faz a recolha e correto encaminhamento dos mesmos.

Quanto ao fim de vida dos nossos produtos (ou seja, das nossas embalagens), apelamos a que os nossos consumidores façam a sua separação e deposição no ecoponto correto. Além da iconografia dos ecopontos que temos em todas as nossas embalagens, apostamos em várias mensagens on pack e off pack de incentivo às boas práticas de reciclagem – alguns exemplos são: “Não me trates como lixo. Sou 100% reciclável.” em Sumol; “Esta garrafa é 100% reciclável. É um recurso e não lixo. Deposite-a no ecoponto amarelo fechada com a tampa original.”, em Água Serra da Estrela, “Dê uma nova vida a esta embalagem.”, em Compal; entre outros. Também reforçamos esta comunicação nas redes sociais, e em materiais no ponto de consumo (como toalhetes, etc.).

Estamos, em paralelo, envolvidos no desenvolvimento e implementação dos Sistemas de Depósito e Reembolso a nível nacional, previsto entrar em vigor no início do próximo ano, e que reforçará o sistema nacional de recolha seletiva de resíduos de embalagem.

Ainda, numa ótica de economia circular, temos alguns produtos em embalagens de vidro reutilizáveis, que após consumo no ponto de venda, regressam às nossas instalações para serem lavadas e reenchidas.

 

Relativamente às embalagens da SUMOL+COMPAL, de que forma estas contribuem para um mundo mais ecológico?

A nível de desenvolvimento de embalagem, historicamente temos feito várias melhorias (otimização de peso, eliminação de material não essencial, etc.). Contudo, este compromisso tem ganho cada vez maior relevância dentro da SUMOL+COMPAL, não apenas com a aposta reforçada na incorporação de materiais reciclados (em particular plástico) e renováveis (nomeadamente cartão e bioplástico), mas também no ecodesign direcionado para aumentar a reciclabilidade e circularidade das embalagens no final do seu ciclo de vida.

Um exemplo recente, são as nossas novas embalagens de 1L de Compal Tetra Stelo™ Aseptic, que, compostas no mínimo por 86,5% de material de origem vegetal, são responsáveis por menos 20% de emissões CO2 quando comparadas com a referência de origem não vegetal. Além disso, pesam menos 14% do que a embalagem anterior, e a sua tampa provém de plástico de origem vegetal, produzido a partir da cana de açúcar.

 

A distribuição é um dos grandes desafios ambientais. Como gerem esta questão?

Sim, a logística de distribuição é responsável por uma importante “fatia” da pegada de carbono da SUMOL+COMPAL. Nesse sentido, e sabendo que a grande maioria desta distribuição é feita por operadores logísticos externos, o trabalho tem sido sempre feito em parceria. Apostando em software especializado, temos vindo a otimizar as rotas em todo o país ao longo dos anos, e, em paralelo, apostado na logística inversa.

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Que iniciativas têm desenvolvido de modo a contribuir para a sustentabilidade das comunidades?

Na SUMOL+COMPAL doamos anualmente cerca de 500.000 litros dos nossos produtos a entidades sociais de norte a sul do país, que visam a ajudar a colmatar necessidades de hidratação e nutrição. Procuramos estabelecer relações duradouras com estas entidades, de forma a garantir uma continuidade – mês após mês, ano após ano – deste apoio.

Em paralelo, respondemos proativamente a situações de “crise” nacional. Além do apoio em situações de incêndios, neste último ano o foco tem sido, naturalmente, a ajuda às entidades médicas que estão na linha da frente ao combate à pandemia por COVID-19, com entrega de Água Serra da Estrela e sumos Compal.

 

A SUMOL+COMPAL nasceu em Portugal, mas tem uma grande vocação internacional. Onde sentem que o vosso compromisso com a sustentabilidade é mais valorizado? Porque acham que tal acontece?

O nosso compromisso com a sustentabilidade é assumido de forma global pela empresa. É verdade que as prioridades em matéria de sustentabilidade são bastante diferentes quando estamos a falar com os consumidores em Portugal ou em África, por exemplo, mas tentamos trabalhar de forma transversal, adaptando-nos aos desafios mais específicos dos mercados onde atuamos.

Maria Sousa Martins

Nascida em Macau em 1988, a Maria viveu em Barcelona (Espanha), Ilha do Sal (Cabo Verde) e Paris (França), para além de Lisboa. Em paralelo, fez viagens pelos “quatro cantos do mundo”, que lhe trouxeram inúmeras e variadas experiências, que acredita fundamentais para o seu enriquecimento não só pessoal, mas também profissional.

As preocupações com estilos de vida responsáveis, a conservação ambiental, as alterações climáticas e outros temas relacionados com o desenvolvimento societal equilibrado são, e sempre lhe foram, intrínsecos a nível pessoal, mas não tem dúvida que a aposta numa formação específica em sustentabilidade foi absolutamente crucial para se tornar a profissional que é hoje.
A Maria tem formação em Biologia Marinha, que completou com um segundo mestrado em Ciências do Clima. Em 2014 completou uma pós-graduação em Gestão da Sustentabilidade, que, pelo seu cariz técnico e prático, lhe reforçou as suas competências para “gerir a sustentabilidade” de forma estratégica e transversal a nível empresarial.

Profissionalmente, abraçou vários projetos diferentes – trabalho de campo em proteção de tartarugas marinhas, análise de vídeos do fundo do mar, consultoria ambiental, organização de eventos sustentáveis – antes de se cruzar com aquele que considera o seu maior desafio até à data: trabalhar a estratégia de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL

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A Sociedade Ponto Verde tem a missão de promover a recolha seletiva, a retoma e a reciclagem de embalagens em Portugal, desde o ano de 1996. Para isso, o marketing e comunicação têm sido fundamentais, com campanhas anuais – quem não se lembra do chimpanzé Gervásio, em 2000, ou mais recentemente da campanha “É só desta vez”? – que ajudam a passar a mensagem à população portuguesa, obtendo cada vez melhores resultados para o ambiente.

Reconhecendo a importância da instituição e da sua comunicação para um fim tão valioso, decidimos solicitar uma entrevista a Teresa Cortes, diretora de marketing & comunicação da Sociedade Ponto Verde, que prontamente acedeu. Não perca as respostas abaixo.

 

Em 2018, sete em cada 10 lares já faziam a separação das embalagens em Portugal. Qual a evolução desta estatística desde então?

Atualmente, os estudos indicam que temos 71% de lares separadores (dados de 2019), em que 39% dos agregados separam todos os materiais e 32%, ainda, só separam parte dos materiais de embalagem.

No entanto a reciclagem tem vindo a crescer, o que evidencia que quem separa já separa mais e melhor, empenhando-se também na separação das embalagens para reciclagem mesmo quando está fora de casa (local de trabalho, eventos, etc)

 

Este ano a SPV criou e divulgou um conjunto de vídeos onde esclarece mitos sobre a reciclagem. Pode partilhar connosco mitos que considere essenciais serem desmistificados?

Os 14 vídeos criados mapeiam aquelas que são as dúvidas mais recorrentes, quanto às regras de reciclagem, assim como explicam o funcionamento do sistema, credibilizando todo o processo.

O objetivo na criação dos mesmos foi o de termos cidadãos mais informados, para melhor reciclarem, assim como mais confiantes no sistema no qual participam.

Sem prejuízo de nenhum dos temas, destacaria 2:

  1. O grande mito relacionado com os camiões juntarem tudo o que separámos nos ecopontos, ignorando que existe uma estação de triagem. Local onde todos os materiais são entregues, para serem tratados antes de seguirem para reciclagem. Para ficar uma ideia, apenas os plásticos ainda se serão separados em 5 categorias diferentes.
  2. Se devemos separar as embalagens com gordura, onde ainda existe muito desconhecimento sobre o facto de que o plástico sim, mas o papel e cartão não, pela impossibilidade de lavar.

Mas recomendo a visualização de todos, no canal de Youtube da Sociedade Ponto Verde! 😊

 

 

Durante o confinamento, os portugueses demonstraram um empenho e dedicação extraordinários em relação à reciclagem

 

O tema do plástico é um dos temas quentes do momento, nas agendas das várias organizações. Que iniciativas têm sido desenvolvidas pela SPV neste domínio?

Para uma melhor reciclagem e sustentabilidade, a SPV tem trilhado o caminho da aceleração para a inovação, apostando em estar lado a lado das suas empresas clientes, responsáveis pela colocação de embalagens no mercado.

Para garantir a melhor reciclabilidade das embalagens, para que a procura por materiais alternativos seja efetivamente sustentável e para que a diminuição da produção de resíduos faça parte das preocupações das organizações, lançámos o projeto Ponto Verde LAB.  Um espaço online com conteúdos que promovem o design4recycling, para que possamos contribuir para o desenho de melhores embalagens. O objetivo é que estas, desde a sua origem até ao final de vida, sejam concebidas para gerar o menor impacto no ambiente, cumprindo com os princípios de economia circular.

O material plástico está refletido nestas indicações, onde, com um conjunto de indicadores e boas práticas, é possível que este tenha um destino final adequado.

A SPV faz também parte do Pacto Português para os Plásticos, que conjuntamente com agentes de vários setores, se debatem os caminhos necessários para que o material plástico, com todas as suas vantagens, diminua o seu impacto nefasto no ambiente.

 

 

Voltando ao âmbito da comunicação, este Verão, a SPV lançou uma campanha digital com dicas de reciclagem. Quais os objetivos desta campanha?

Durante o confinamento, os portugueses demonstraram um empenho e dedicação extraordinários em relação à reciclagem, mantendo os seus bons hábitos, mesmo com a diferente rotina que encararam. Com a chegada do verão e o tempo de férias, quisemos reforçar junto da população que, neste tempo de maior descontração, de alteração de hábitos e rotinas, de estarmos noutros espaços que não o nosso lar, a reciclagem não deve ser descurada. A reciclagem também faz parte do verão.

Reforçámos os vídeos com as várias dicas e criámos conteúdo específico que apoia a reciclagem no verão, com enfoque nas embalagens mais típicas da época balnear.

Existe sazonalidade na reciclagem?

Aquilo que temos, e que se reflete na reciclagem, é a sazonalidade de consumo. Em épocas festivas, como o natal, há naturalmente um aumento de produção de resíduos e, por isso, contamos sempre com um aumento de reciclagem. Ou, no caso do Verão, por exemplo, garrafas de bebidas refrescantes são um dos materiais que aumenta.

 

Das várias dicas de reciclagem desta campanha de Verão, qual aquela que, na sua opinião, é a principal e com maior impacto ambiental?

Sobretudo as que se relacionam com os comportamentos que se têm nas praias, garantindo que os resíduos que aí se produzem sejam bem descartados. Nunca é demais relembrar que devemos proteger as nossas praias e oceano e que reside na responsabilidade individual o dever de tomarmos as melhores atitudes.

 

Os resultados atuais de reciclagem, revelam um aumento de 5%

desde o início do ano e no decorrer da pandemia

 

Estamos em pleno arranque no novo ano letivo e este período traz consigo decisões de compra e novas rotinas. De que forma é que a reciclagem pode estar presente neste regresso?

A reciclagem deverá ser uma rotina enraizada no dia a dia dos lares, das escolas, das empresas e serviços. Para acompanhar a comunidade escolar, com a missão de criar nas camadas mais jovens estes hábitos, a SPV tem o projeto Academia Ponto Verde. Uma plataforma online com conteúdos para professores e alunos dominarem todos os temas da reciclagem das embalagens, com o incentivo a desencadear ações e iniciativas no recinto escolar, mobilizando também todos os colegas e comunidade envolvente. No ano letivo 20/21 o nosso desafio é o de, para além dos conteúdos disponíveis, levar as escolas a maior ação, com o Concurso Academia Ponto Verde, que, com criatividade e empenho, poderão receber a visita do embaixador do projeto, o músico Francisco Murta.

 

 

2020 é um ano marcado pela pandemia. Existem alterações nos hábitos de reciclagem dos Portugueses? Que cuidados de reciclagem devem ser tidos com máscaras e restantes EPIs?

Durante o período de confinamento, a SPV lançou uma campanha nos meios digitais apelando aos cidadãos, que, embora separados da sua normalidade, não se separarem do essencial, daquilo em que acreditam. A reciclagem estava no mote deste apelo.

Os resultados atuais de reciclagem, revelam um aumento de 5% desde o início do ano e no decorrer da pandemia. Estamos naturalmente muito orgulhosos de todos os portugueses que não se separaram da reciclagem!

No conjunto de filmes de dicas, criámos recentemente um filme adicional, exatamente sobre os cuidados a ter com máscaras, luvas e embalagens de álcool gel. Estas embalagens devem ser colocadas no ecoponto amarelo, depois de utilizadas, enquanto que máscaras, luvas e viseiras devem ser colocadas no contentor do lixo indiferenciado.

Teresa Cortes,
Gestora da Área de Marketing & Comunicação da Sociedade Ponto Verde

Licenciada em Comunicação Social com um Executive Masters in Management with specialization in Strategic Marketing  pela Católica Lisbon School of Business & Economics e ainda uma Pós-Graduação em Marketing Digital.

Tem a gestão da Área de Marketing & Comunicação da Sociedade Ponto Verde desde 2018, entidade onde ingressou em 2005, sempre ligada à área de comunicação e sensibilização.

Descubra todas ações e iniciativas da Sociedade Ponto Verde em www.pontoverde.pt

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