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A SUMOL+COMPAL é uma marca que há muito tempo está presente na mesa dos portugueses, sendo uma empresa de destaque nos mercados de bebidas não-alcoólicas. Assumem que “a sustentabilidade faz parte de nós”, por isso fomos perceber melhor no que consiste esta afirmação.

Nesta conversa com Maria Martins, procurámos perceber que ações têm desenvolvido ao nível da sustentabilidade, de modo a responder aos desafios do mundo empresarial e consumidores cada vez mais exigentes.

A SUMOL+COMPAL diz, através do website, que “a sustentabilidade faz parte de nós”. Em que consiste na prática?

“É da Nossa Natureza deixar um legado sustentável para as gerações futuras, que sirva igualmente de homenagem àqueles que antes de nós, com o seu trabalho e dedicação contribuíram para que aqui pudéssemos ter chegado hoje.”

Na SUMOL+COMPAL vemos a sustentabilidade como uma fonte de oportunidades para fomentar o crescimento contínuo do nosso negócio e encaramos cada desafio como catalisador para a melhoria contínua da nossa atividade. Neste sentido, procuramos diariamente reduzir a nossa pegada ambiental, potenciar os nossos colaboradores e apoiar o desenvolvimento positivo da sociedade, ao mesmo tempo que inovamos para satisfazer os nossos clientes e consumidores e responder a uma realidade cada vez mais exigente.

A SUMOL+COMPAL trabalha os temas de sustentabilidade há vários anos, mas 2018 foi marcante para a empresa, com a revisão da sua estratégia de sustentabilidade e consequente publicação da sua Agenda de Sustentabilidade, para 2025. Esta Agenda de Sustentabilidade é o resultado de vários meses de trabalho interdisciplinar, em que foram envolvidas diferentes áreas e equipas da empresa a fim de criar uma estratégia completa, transversal e intrínseca a toda a SUMOL+COMPAL, ao mesmo tempo que está alinhada, e faz cumprir, uma importante parte do nosso propósito: “Orgulhamo-nos de contribuir diariamente para um mundo mais sustentável.” Adotando uma visão holística, de partilha e de longo prazo, a nossa Agenda de Sustentabilidade veio reforçar a criação de valor económico com um modelo de gestão mais responsável, que contribui de forma eficaz para o bem-estar societal.

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Quais são os vossos compromissos a nível de sustentabilidade?

São vários (mais de 20), e seria longo elencá-los todos neste texto. Destaco, contudo, alguns, que, pela sua premência e atualidade nos parecem mais prioritários à data.

A nível de energia, queremos otimizar a sua utilização nas nossas instalações, ao mesmo tempo que promovemos a diminuição da emissão de gases de efeito de estufa ao longo da nossa cadeia de valor (instalações, frota, equipamentos de frio, distribuição externalizada, etc.). Temos como objetivo contribuir para o cumprimento da neutralidade carbónica mundial, pois acreditamos que “todas as emissões contam”.

No que refere a embalagens, a aposta é contribuir positiva e ativamente para uma economia mais circular, e para a redução dos impactos negativos indiretos que as nossas embalagens têm ao longo do seu ciclo de vida. Se por um lado estamos comprometidos, “dentro de casa”, a melhorar o ecodesign das nossas embalagens, por outro lado promovemos ativamente a separação e recolha seletiva dos resíduos pós-consumo, nomeadamente através de mensagens on pack e off pack das nossas marcas.

Em matéria de água, procuramos uma utilização cada vez mais sustentável e eficiente deste recurso no nosso processo produtivo, e pretendemos reforçar parcerias com stakeholders locais para uma gestão mais responsável nas comunidades onde nos inserimos. Ainda na esfera ambiental, comprometemo-nos a incentivar a produção local e de proximidade, e a contribuir para um fornecimento mais responsável das nossas matérias-primas.

Continuar a desenvolver os melhores produtos e desenvolver programas de nutrição positiva, é, e será sempre, o nosso compromisso para com os nossos consumidores, de forma a promover e contribuir para a adoção de uma dieta saudável e equilibrada, não apenas em Portugal, mas em todo o mundo.  Juntando conhecimento, arte, ciência e inovação, apostamos em produtos que promovam a saúde e bem-estar, ao mesmo tempo que vão de encontro às diferentes exigências de consumo.

Vamos, naturalmente, continuar a contribuir positivamente para o bem-estar dos nossos colaboradores, as Nossas Pessoas. Não esquecendo nunca a importância de nos envolvermos com a comunidade, e, juntos, podermos construir uma sociedade mais justa, informada e equilibrada.

 

De que forma esses compromissos se refletem nos vossos produtos e desenvolvimento de novos?

A Agenda de Sustentabilidade da SUMOL+COMPAL é uma peça transversal a toda a empresa, e, como tal, reflete-se na nossa atividade diária. E isso não é, naturalmente, exceção para as nossas marcas e produtos.

De facto, vários dos compromissos que temos em matéria de sustentabilidade declinam diretamente em objetivos para os nossos produtos, quer novos, quer já existentes. São exemplos disso: a cada vez maior procura por matérias-primas de fruta e vegetais de proximidade, o aumento da incorporação de materiais reciclados (nomeadamente plástico) e de materiais de fontes renováveis geridas de forma sustentável (cartão e bioplástico) que temos observado em várias das nossas embalagens, o ecodesign das nossas embalagens que visa a sua maior reciclabilidade e circularidade, o aumento da naturalidade e a redução contínua de açúcar adicionado dos nossos produtos, entre outros.

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Como gerem o fim de vida dos produtos? Dispõem de estratégias para a reciclagem?

A gestão dos resíduos gerados nas nossas instalações é feita em parceria com um operador especializado, que faz a recolha e correto encaminhamento dos mesmos.

Quanto ao fim de vida dos nossos produtos (ou seja, das nossas embalagens), apelamos a que os nossos consumidores façam a sua separação e deposição no ecoponto correto. Além da iconografia dos ecopontos que temos em todas as nossas embalagens, apostamos em várias mensagens on pack e off pack de incentivo às boas práticas de reciclagem – alguns exemplos são: “Não me trates como lixo. Sou 100% reciclável.” em Sumol; “Esta garrafa é 100% reciclável. É um recurso e não lixo. Deposite-a no ecoponto amarelo fechada com a tampa original.”, em Água Serra da Estrela, “Dê uma nova vida a esta embalagem.”, em Compal; entre outros. Também reforçamos esta comunicação nas redes sociais, e em materiais no ponto de consumo (como toalhetes, etc.).

Estamos, em paralelo, envolvidos no desenvolvimento e implementação dos Sistemas de Depósito e Reembolso a nível nacional, previsto entrar em vigor no início do próximo ano, e que reforçará o sistema nacional de recolha seletiva de resíduos de embalagem.

Ainda, numa ótica de economia circular, temos alguns produtos em embalagens de vidro reutilizáveis, que após consumo no ponto de venda, regressam às nossas instalações para serem lavadas e reenchidas.

 

Relativamente às embalagens da SUMOL+COMPAL, de que forma estas contribuem para um mundo mais ecológico?

A nível de desenvolvimento de embalagem, historicamente temos feito várias melhorias (otimização de peso, eliminação de material não essencial, etc.). Contudo, este compromisso tem ganho cada vez maior relevância dentro da SUMOL+COMPAL, não apenas com a aposta reforçada na incorporação de materiais reciclados (em particular plástico) e renováveis (nomeadamente cartão e bioplástico), mas também no ecodesign direcionado para aumentar a reciclabilidade e circularidade das embalagens no final do seu ciclo de vida.

Um exemplo recente, são as nossas novas embalagens de 1L de Compal Tetra Stelo™ Aseptic, que, compostas no mínimo por 86,5% de material de origem vegetal, são responsáveis por menos 20% de emissões CO2 quando comparadas com a referência de origem não vegetal. Além disso, pesam menos 14% do que a embalagem anterior, e a sua tampa provém de plástico de origem vegetal, produzido a partir da cana de açúcar.

 

A distribuição é um dos grandes desafios ambientais. Como gerem esta questão?

Sim, a logística de distribuição é responsável por uma importante “fatia” da pegada de carbono da SUMOL+COMPAL. Nesse sentido, e sabendo que a grande maioria desta distribuição é feita por operadores logísticos externos, o trabalho tem sido sempre feito em parceria. Apostando em software especializado, temos vindo a otimizar as rotas em todo o país ao longo dos anos, e, em paralelo, apostado na logística inversa.

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Que iniciativas têm desenvolvido de modo a contribuir para a sustentabilidade das comunidades?

Na SUMOL+COMPAL doamos anualmente cerca de 500.000 litros dos nossos produtos a entidades sociais de norte a sul do país, que visam a ajudar a colmatar necessidades de hidratação e nutrição. Procuramos estabelecer relações duradouras com estas entidades, de forma a garantir uma continuidade – mês após mês, ano após ano – deste apoio.

Em paralelo, respondemos proativamente a situações de “crise” nacional. Além do apoio em situações de incêndios, neste último ano o foco tem sido, naturalmente, a ajuda às entidades médicas que estão na linha da frente ao combate à pandemia por COVID-19, com entrega de Água Serra da Estrela e sumos Compal.

 

A SUMOL+COMPAL nasceu em Portugal, mas tem uma grande vocação internacional. Onde sentem que o vosso compromisso com a sustentabilidade é mais valorizado? Porque acham que tal acontece?

O nosso compromisso com a sustentabilidade é assumido de forma global pela empresa. É verdade que as prioridades em matéria de sustentabilidade são bastante diferentes quando estamos a falar com os consumidores em Portugal ou em África, por exemplo, mas tentamos trabalhar de forma transversal, adaptando-nos aos desafios mais específicos dos mercados onde atuamos.

Maria Sousa Martins

Nascida em Macau em 1988, a Maria viveu em Barcelona (Espanha), Ilha do Sal (Cabo Verde) e Paris (França), para além de Lisboa. Em paralelo, fez viagens pelos “quatro cantos do mundo”, que lhe trouxeram inúmeras e variadas experiências, que acredita fundamentais para o seu enriquecimento não só pessoal, mas também profissional.

As preocupações com estilos de vida responsáveis, a conservação ambiental, as alterações climáticas e outros temas relacionados com o desenvolvimento societal equilibrado são, e sempre lhe foram, intrínsecos a nível pessoal, mas não tem dúvida que a aposta numa formação específica em sustentabilidade foi absolutamente crucial para se tornar a profissional que é hoje.
A Maria tem formação em Biologia Marinha, que completou com um segundo mestrado em Ciências do Clima. Em 2014 completou uma pós-graduação em Gestão da Sustentabilidade, que, pelo seu cariz técnico e prático, lhe reforçou as suas competências para “gerir a sustentabilidade” de forma estratégica e transversal a nível empresarial.

Profissionalmente, abraçou vários projetos diferentes – trabalho de campo em proteção de tartarugas marinhas, análise de vídeos do fundo do mar, consultoria ambiental, organização de eventos sustentáveis – antes de se cruzar com aquele que considera o seu maior desafio até à data: trabalhar a estratégia de sustentabilidade da SUMOL+COMPAL

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A Sociedade Ponto Verde tem a missão de promover a recolha seletiva, a retoma e a reciclagem de embalagens em Portugal, desde o ano de 1996. Para isso, o marketing e comunicação têm sido fundamentais, com campanhas anuais – quem não se lembra do chimpanzé Gervásio, em 2000, ou mais recentemente da campanha “É só desta vez”? – que ajudam a passar a mensagem à população portuguesa, obtendo cada vez melhores resultados para o ambiente.

Reconhecendo a importância da instituição e da sua comunicação para um fim tão valioso, decidimos solicitar uma entrevista a Teresa Cortes, diretora de marketing & comunicação da Sociedade Ponto Verde, que prontamente acedeu. Não perca as respostas abaixo.

 

Em 2018, sete em cada 10 lares já faziam a separação das embalagens em Portugal. Qual a evolução desta estatística desde então?

Atualmente, os estudos indicam que temos 71% de lares separadores (dados de 2019), em que 39% dos agregados separam todos os materiais e 32%, ainda, só separam parte dos materiais de embalagem.

No entanto a reciclagem tem vindo a crescer, o que evidencia que quem separa já separa mais e melhor, empenhando-se também na separação das embalagens para reciclagem mesmo quando está fora de casa (local de trabalho, eventos, etc)

 

Este ano a SPV criou e divulgou um conjunto de vídeos onde esclarece mitos sobre a reciclagem. Pode partilhar connosco mitos que considere essenciais serem desmistificados?

Os 14 vídeos criados mapeiam aquelas que são as dúvidas mais recorrentes, quanto às regras de reciclagem, assim como explicam o funcionamento do sistema, credibilizando todo o processo.

O objetivo na criação dos mesmos foi o de termos cidadãos mais informados, para melhor reciclarem, assim como mais confiantes no sistema no qual participam.

Sem prejuízo de nenhum dos temas, destacaria 2:

  1. O grande mito relacionado com os camiões juntarem tudo o que separámos nos ecopontos, ignorando que existe uma estação de triagem. Local onde todos os materiais são entregues, para serem tratados antes de seguirem para reciclagem. Para ficar uma ideia, apenas os plásticos ainda se serão separados em 5 categorias diferentes.
  2. Se devemos separar as embalagens com gordura, onde ainda existe muito desconhecimento sobre o facto de que o plástico sim, mas o papel e cartão não, pela impossibilidade de lavar.

Mas recomendo a visualização de todos, no canal de Youtube da Sociedade Ponto Verde! 😊

 

 

Durante o confinamento, os portugueses demonstraram um empenho e dedicação extraordinários em relação à reciclagem

 

O tema do plástico é um dos temas quentes do momento, nas agendas das várias organizações. Que iniciativas têm sido desenvolvidas pela SPV neste domínio?

Para uma melhor reciclagem e sustentabilidade, a SPV tem trilhado o caminho da aceleração para a inovação, apostando em estar lado a lado das suas empresas clientes, responsáveis pela colocação de embalagens no mercado.

Para garantir a melhor reciclabilidade das embalagens, para que a procura por materiais alternativos seja efetivamente sustentável e para que a diminuição da produção de resíduos faça parte das preocupações das organizações, lançámos o projeto Ponto Verde LAB.  Um espaço online com conteúdos que promovem o design4recycling, para que possamos contribuir para o desenho de melhores embalagens. O objetivo é que estas, desde a sua origem até ao final de vida, sejam concebidas para gerar o menor impacto no ambiente, cumprindo com os princípios de economia circular.

O material plástico está refletido nestas indicações, onde, com um conjunto de indicadores e boas práticas, é possível que este tenha um destino final adequado.

A SPV faz também parte do Pacto Português para os Plásticos, que conjuntamente com agentes de vários setores, se debatem os caminhos necessários para que o material plástico, com todas as suas vantagens, diminua o seu impacto nefasto no ambiente.

 

 

Voltando ao âmbito da comunicação, este Verão, a SPV lançou uma campanha digital com dicas de reciclagem. Quais os objetivos desta campanha?

Durante o confinamento, os portugueses demonstraram um empenho e dedicação extraordinários em relação à reciclagem, mantendo os seus bons hábitos, mesmo com a diferente rotina que encararam. Com a chegada do verão e o tempo de férias, quisemos reforçar junto da população que, neste tempo de maior descontração, de alteração de hábitos e rotinas, de estarmos noutros espaços que não o nosso lar, a reciclagem não deve ser descurada. A reciclagem também faz parte do verão.

Reforçámos os vídeos com as várias dicas e criámos conteúdo específico que apoia a reciclagem no verão, com enfoque nas embalagens mais típicas da época balnear.

Existe sazonalidade na reciclagem?

Aquilo que temos, e que se reflete na reciclagem, é a sazonalidade de consumo. Em épocas festivas, como o natal, há naturalmente um aumento de produção de resíduos e, por isso, contamos sempre com um aumento de reciclagem. Ou, no caso do Verão, por exemplo, garrafas de bebidas refrescantes são um dos materiais que aumenta.

 

Das várias dicas de reciclagem desta campanha de Verão, qual aquela que, na sua opinião, é a principal e com maior impacto ambiental?

Sobretudo as que se relacionam com os comportamentos que se têm nas praias, garantindo que os resíduos que aí se produzem sejam bem descartados. Nunca é demais relembrar que devemos proteger as nossas praias e oceano e que reside na responsabilidade individual o dever de tomarmos as melhores atitudes.

 

Os resultados atuais de reciclagem, revelam um aumento de 5%

desde o início do ano e no decorrer da pandemia

 

Estamos em pleno arranque no novo ano letivo e este período traz consigo decisões de compra e novas rotinas. De que forma é que a reciclagem pode estar presente neste regresso?

A reciclagem deverá ser uma rotina enraizada no dia a dia dos lares, das escolas, das empresas e serviços. Para acompanhar a comunidade escolar, com a missão de criar nas camadas mais jovens estes hábitos, a SPV tem o projeto Academia Ponto Verde. Uma plataforma online com conteúdos para professores e alunos dominarem todos os temas da reciclagem das embalagens, com o incentivo a desencadear ações e iniciativas no recinto escolar, mobilizando também todos os colegas e comunidade envolvente. No ano letivo 20/21 o nosso desafio é o de, para além dos conteúdos disponíveis, levar as escolas a maior ação, com o Concurso Academia Ponto Verde, que, com criatividade e empenho, poderão receber a visita do embaixador do projeto, o músico Francisco Murta.

 

 

2020 é um ano marcado pela pandemia. Existem alterações nos hábitos de reciclagem dos Portugueses? Que cuidados de reciclagem devem ser tidos com máscaras e restantes EPIs?

Durante o período de confinamento, a SPV lançou uma campanha nos meios digitais apelando aos cidadãos, que, embora separados da sua normalidade, não se separarem do essencial, daquilo em que acreditam. A reciclagem estava no mote deste apelo.

Os resultados atuais de reciclagem, revelam um aumento de 5% desde o início do ano e no decorrer da pandemia. Estamos naturalmente muito orgulhosos de todos os portugueses que não se separaram da reciclagem!

No conjunto de filmes de dicas, criámos recentemente um filme adicional, exatamente sobre os cuidados a ter com máscaras, luvas e embalagens de álcool gel. Estas embalagens devem ser colocadas no ecoponto amarelo, depois de utilizadas, enquanto que máscaras, luvas e viseiras devem ser colocadas no contentor do lixo indiferenciado.

Teresa Cortes,
Gestora da Área de Marketing & Comunicação da Sociedade Ponto Verde

Licenciada em Comunicação Social com um Executive Masters in Management with specialization in Strategic Marketing  pela Católica Lisbon School of Business & Economics e ainda uma Pós-Graduação em Marketing Digital.

Tem a gestão da Área de Marketing & Comunicação da Sociedade Ponto Verde desde 2018, entidade onde ingressou em 2005, sempre ligada à área de comunicação e sensibilização.

Descubra todas ações e iniciativas da Sociedade Ponto Verde em www.pontoverde.pt

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