Autor

Ricardo Lopes

A Sara Peixoto e o Jorge Silva Ribeiro são dois jovens de Viana do Castelo, amigos desde a infância, que criaram uma marca de roupa em período de pandemia. Desafiante? Sim, tal como seria seguiram os percursos que não os estavam a preencher ou que foram interrompidos pela pandemia.

Lê a entrevista e percebe como usam apenas parceiros locais, o que os desafia na arte de criação e quais as suas preocupações com o mundo.

Como surgiu a Majatu.Studio e que tipo de marca é

Desde muito cedo sempre tivemos vontade de explorar um negócio por conta própria que estivesse relacionado com o universo da moda e arte. A marca MAJATU. STUDIO surge como resposta a essa vontade.

Eu e Sara somos amigos desde a infância e nos últimos anos aproximamo-nos ainda mais e percebemos rapidamente que partilhamos a mesma visão. Juntos unimos os nossos backgrounds para construir uma marca com o selo de fabrico 100% nacional. Eu formado em Arquitetura e a Sara formada em Economia e Gestão de Moda e Luxo, tínhamos uma visão clara em mente, criar uma marca de vestuário com peças de extrema qualidade de linhas minimalistas e malhas orgânicas. 

Este projeto nasceu durante o delicado período de pandemia, e procurou responder a uma falha verificada no mercado português, que não aposta no mercado de luxo. 

MAJATU.STUDIO - roupa minimalista

De que forma a vossa amizade tem reflexo nas peças que apresentam? 

A marca é um reflexo da nossa identidade, desde as nossas experiências pessoais, os lugares que conhecemos, as imagens que vemos, os museus que visitamos etcA nossa amizade reflete totalmente tudo aquilo que fazemos com a marca, apesar de sermos seres individuais, a verdade é que a nossa estética e visão é muito parecida, e para nós é muito fácil criar uma coleção. Estamos sempre em sintonia porque nos identificamos facilmente com as ideias um do outro. 

 

São portugueses, desenham e produzem as peças em Portugal. Como chegaram a um alcance internacional? 

Esse é um caminho que ainda estamos a percorrer. Ainda assim na atualidade é fácil através das redes sociais chegarmos a qualquer parte do mundo e a nossa marca foi crescendo nas redes sociais internacionalmente. As pessoas que nos iam seguindo facilmente se identificam com a nossa imagem e com as nossas peças, o que nos permitiu chegar a um público mais vasto. 

 

Quais são as peças preferidas dos clientes?

É difícil dizermos uma ou duas peças.. Tal como nós, os nossos clientes são bastante versáteis, e tanto compram um blazer como um hoodie. Hoje em dia a linha entre o clássico e o desportivo é muito ténue e nós tentamos ao máximo criar peças que facilmente qualquer pessoa usaria, que se adaptam a qualquer idade ou corpo.

 

Como funciona o processo de criação de uma marca sustentável? Pensam o design tendo por base materiais sustentáveis? 

Apesar da sustentabilidade ser uma assunto extremamente atual, ainda é difícil uma marca ser totalmente sustentável. No entanto enquanto marca, tentamos encontrar estratégias para nos aproximarmos cada vez mais desse ideal de sustentabilidade no mundo da moda. 

O verdadeiro desafio para a marca MAJATU. STUDIO, no âmbito da sustentabilidade, consiste na preocupação com a preservação do meio ambiente por meio do processo produtivo e do ciclo de vida dos produtos. A marca procura colmatar estas falhas apoiando o conceito de slow-fashione criando peças duradouras e intemporais, contrariando assim a mentalidade da moda tradicional que impõe uma sazonalidade e várias tendências. Sendo um dos pontos centrais a sustentabilidade e apelo ao consumo consciente. 

Lado-a-lado com uma produção cuidada, consciente e amiga do ambiente; pesquisamos ao detalhe e selecionamos com minucia todos os materiais que usamos na produção das nossas peças.

Por um lado, porque queremos disponibilizar sempre o melhor, por outro porque sabemos que ao fazê-lo estamos a garantir que os nossos produtos têm mais qualidade, são melhores que os restantes produtos disponíveis no mercado.

 

majatu.studio  malhas orgânicas

De que forma é possível ser uma marca sustentável na produção e distribuição?

Pensamos todos os dias como podemos reduzir a nossa pegada ambiental e como podemos fazer com que consciente, ou inconscientemente – os nossos clientes também o façam. Sempre que possível, enviamos os nossos produtos em embalagens recicladas e recicláveis. Mas o que nos distingue, é apresentação, estilo, qualidade e a durabilidade das nossas caixas de envio.

Podíamos simplesmente fazê-lo em caixas recicladas, produzidas com materiais amigos do ambiente e de baixo impacto ambiental, mas preferimos fazê-lo em caixas especiais e premium, que à semelhança da nossa imagem e marca, são premium e um detalhe de estilo. Embalagem que além de transportar um produto especiale até “precioso” – e que têm um valor acrescentado e emocional extra por isso; Podem ser reutilizadas durante anos e ficam sempre bem. Em qualquer lugar, ou situação.

 

São de Viana do Castelo, uma cidade que tem aparecido bastantes vezes no Green Purpose com projetos sustentáveis. Qual a vossa ligação com a comunidade e economia local? 

Enquanto marca nunca nos esquecemos das nossas raízes, as empresas com quem trabalhamos são todas locais. Mesmo as nossas campanhas foram produzidas em Viana do Castelo, tentamos usar lugares cá que de certa forma mostrem tesouros da nossa cidade e a dignifiquem.  

 

Onde podemos encontrar os vossos produtos?  

Podem encontrar os nossos produtos em www.majatustudio.com e se quiserem acompanhar a nossa marca sigam-nos no instagram em @majatu.studio.

 

Mjatu Studio - Sara Peixoto e Jorge Silva Ribeiro e

Sara Peixoto e Jorge Silva Ribeiro 

Founders

Sara Peixoto: Olá, o meu nome é Sara e tenho 25 anos. Nasci e cresci em Viana do Castelo e estudei no Porto, na Católica Porto Business School, Economia. Como não me imaginava a trabalhar unicamente em algo relacionado com a minha licenciatura decidi, mais tarde, tirar um mestrado de gestão de Moda e Luxo em Paris. Trabalhar em algo relacionado com moda sempre foi o meu grande sonho.

Depois de concluir o mestrado estagiei em Amesterdão na Tommy Hilfiger. Aquando da conclusão do meu estágio, foi-me oferecida uma posição na mesma equipa (marketing) como freelancer. Tive a oportunidade de trabalhar neste registo durante dois meses, mas, entretanto, os meus planos foram estragados pela pandemia mundial que ainda hoje vivemos

Jorge Silva Robeiro: Chamo-me Jorge Ribeiro, tenho 26 anos e sou natural de Viana do Castelo. Desde que me lembro sempre tive aptidão para o mundo das artes, desde miúdo procurava estar mergulhado em livros de pintar e lápis de cor. Escrevia nas composições da escola que queria ser arquiteto, sem saber muito bem o que isso poderia ser, como se desenhar um quadrado com um triângulo em cima fosse suficiente para um miúdo de 6 anos ter tanta certeza. 

A verdade é que sabia que o meu caminho ia passar pelo mundo das Artes, após concluir Artes Visuais no secundário ingressei em Arquitetura, tirei o Mestrado em Arquitetura na Universidade do Porto e estagiei em dois gabinetes, mas percebi rapidamente que apesar das valências e experiências que o curso me proporcionou precisava de explorar outras áreas.

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O concelho de Cascais celebra o sucesso do projeto-piloto iRec – Inovar a Reciclagem que, em apenas seis meses, já permitiu recolher mais de 400.000 embalagens. 

Desde janeiro 2021, graças às 15 máquinas de depósito localizadas nos maiores retalhistas e mercado do concelho, os Cascalenses podem devolver as suas embalagens de bebidas de plástico, vidro e latas e ganhar prémios ou experiências sustentáveis.

Embora o sistema de depósito com retorno para embalagens de bebidas deva entrar em vigor apenas em 2022, a Câmara Municipal de Cascais já se antecipou e está a agir no sentido da promoção e cumprimento das metas nacionais de recolha de resíduos e de redução das emissões de CO2, através do incentivo à reciclagem e reutilização de materiais. 

 

Desta forma, entre janeiro e junho deste ano, o projeto iRec contribuiu para a redução das emissões de CO2, em aproximadamente 870 toneladas, ao evitar que os resíduos acabassem em aterros sanitários.

A reciclagem de PET utiliza em média, apenas 30% da energia que seria necessária para a produção de novas embalagens. O PET recolhido no âmbito do projeto e reutilizado para produzir novas embalagens permitiu assim uma poupança de 12.800kwh, o equivalente ao consumo anual médio de 10 pessoas.

Prémios e experiências sustentáveis para os Cascalenses reciclarem mais e melhor

Para incentivar os munícipes a participar, Cascais optou por associar o projeto iRec à aplicação dos CityPoints Cascais, uma City app que visa premiar os cidadãos pelos seus bons comportamentos: as embalagens devolvidas valem pontos, convertíveis posteriormente em prémios. E o sucesso está à vista: no primeiro semestre de 2021, contaram-se mais de 1 milhão de Citypoints ganhos e mais de 2.200 prémios sustentáveis reservados.

 

 

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Chamou-nos a atenção o facto da Frosch ser 100% sustentável e existir desde 1986, altura em que as preocupações ambientais não estavam na ordem do dia. Ou estavam?

Em conversa com José Espín, Diretor Geral da Búfalo Werner & Mertz, grupo a que pertence a Frosch, descobrimos que há cerca de 20 anos que em mercados como o Alemão, Austríaco e Francês a sustentabilidade já é tema. E que “na Alemanha, os produtos ecológicos já lideram categorias de mercado face a outras marcas convencionais (não-sustentáveis)”.

Para lá disto, descobre na entrevista como framboesa e a alecrim são importantes para a limpeza, como se pode ser uma empresa 100% sustentável e quais as ambições da marca para Portugal.  

 

A Frosch nasceu em 1986 na Alemanha, já com um propósito sustentável. O que inspirou o nascimento da marca, numa altura ainda tão precoce das preocupações com o ambiente?

O Grupo Werner & Mertz conta com mais de 150 anos de história e com uma tradição empresarial de mudar o mercado com novos desenvolvimentos, aumentar os benefícios para o consumidor com novos produtos e proteger o ambiente com melhores fórmulas.

Em meados da década de 1980, a proteção ambiental ganha maior relevo tornando-se cada vez mais importante à medida que crescia a consciência pública, impulsionada, em parte, por catástrofes ambientais. Como resultado desta nova consciência ambiental, nasce a marca Frosch, em 1986, na Alemanha, sendo pioneira no desenvolvimento de produtos ecológicos. 

 

Como têm, enquanto marca, visto a evolução em relação à sustentabilidade? E que impacto essa evolução tem tido na Frosch?

A sustentabilidade é uma tendência em rápido desenvolvimento, especialmente em países como Alemanha, Áustria e França onde esta consciência ambiental tem vindo a ganhar força há mais de duas décadas. Em países como Portugal, Espanha ou Itália, a consciencialização relacionada com a sustentabilidade não teve a mesma expressão, mas nos últimos anos, a taxa de crescimento anual superior a 30% nos nossos mercados, indica que cada vez mais, a sustentabilidade é uma questão que preocupa a população. As pessoas estão cada vez mais conscientes que é necessário contribuir para o cuidado do nosso ambiente e integrar, no seu dia-a-dia, formas de vidas mais sustentáveis, mudando as decisões de consumo e procurando produtos ecológicos que minimizem o impacto ambiental.

A preocupação pelas alterações climáticas, a poluição fruto do uso indevido do plástico e as emissões de CO2 são temas que aparecem diariamente nas notícias.

Para a Frosch, pioneira em sustentabilidade e líder na comercialização de produtos ecológicos para a limpeza de casa, o desenvolvimento exponencial desta tendência permitiu-lhe manter a liderança indiscutível no sector, ao mesmo tempo que atua sinergicamente no desenvolvimento do mesmo.

Por exemplo, na Alemanha, os produtos ecológicos já lideram categorias de mercado face a outras marcas convencionais (não-sustentáveis).

Frosch - produtos ecológicos de limpeza

Como se reflete a preocupação com o ambiente no processo produtivo da Frosch?

Sendo uma empresa integralmente sustentável, a nossa preocupação vai para além da comercialização de produtos com fórmulas compostas por ingredientes naturais, veganos, não testados em animais, livres de microplásticos e com embalagens 100% recicladas e 100% recicláveis.

Estendemos a sustentabilidade ao processo produtivo, sendo as nossas fábricas neutras em emissões e onde produzimos mais de 70% da energia necessária através de painéis solares, energia eólica e turbinas hidráulicas localizadas nas nossas instalações. Também utilizamos energia geotérmica na climatização da nossa sede cujo edifício recebeu inúmeros prémios pelo seu design sustentável.

O que faz dos produtos da Frosch verdadeiramente sustentáveis?

A marca Frosch já nasceu com este propósito e por isso, o design dos nossos produtos, sistemas de produção e instalações foram concebidos para que possamos funcionar num processo de economia circular. É por isso que os produtos Frosch são integralmente sustentáveis. 

As nossas fórmulas são baseadas em ingredientes naturais e procuramos que as fontes dos nossos tensoativos sejam do Km0 europeu, o que também contribui para a manutenção do meio rural na Europa.

A água necessária para a produção dos produtos Frosch é obtida do rio Reno, que passa junto à nossa fábrica, é purificada para assegurar a qualidade das nossas fórmulas e a água excedente é devolvida ao rio, mais limpa do que quando entrou.

As nossas embalagens são recicladas, ou seja, proveem de plástico que já foi utilizado anteriormente. Também são recicláveis, pelo que poderão voltar a ser recicladas várias vezes após o seu consumo.

As matérias-primas naturais que utilizam nos produtos que impacto têm no produto que chega ao consumidor?

Na natureza, as plantas, frutas, sementes e raízes têm várias propriedades.

O uso de ingredientes naturais nas fórmulas permite-nos aproveitar essas propriedades para dar uma maior eficácia ao produto, como por exemplo, o uso de vinagre de framboesa como anticalcário, o alecrim com as suas propriedades desinfetantes ou os citrinos com as propriedades desengordurantes. Além disso, estes ingredientes naturais aportam um agradável perfume que torna a limpeza com os nossos produtos uma agradável experiência.

Com os productos Frosch mantemos a nossa casa livre de químicos prejudiciais para a saúde, especialmente nos mais vulneráveis, tais como crianças ou animais de estimação.

 

Os processos da Frosch são certificados? E têm recebido reconhecimentos por eles?

A Frosch está comprometida com o ambiente a 360º. Desde a composição dos seus produtos e embalagens, até aos processos de produção e gestão ambiental orientados para a excelência ecológica.

A empresa dispõe de rigorosas certificações e de numerosos prémios e distinções que garantem o seu bom desempenho ambiental tais como EMAS, ISO 50001, Most Trusted Brand, entre outros.

O selo Cradle to Cradle, que talvez seja pouco conhecido do público em geral, é o que mais nos orgulha, já que certifica que tudo o que fazemos está baseado numa economia circular.

Os nossos productos também são certificados pelo Ecolabel em todas as categorias auditadas por este organismo europeia.

Frosch - produtos de limpeza ecoológicos

O que fez a Frosch apostar agora no mercado português?

O grupo Werner & Mertz está presente em Portugal há vários anos, com a marca de cuidados do calçado Búfalo.

O rápido desenvolvimento de produtos ECO na Europa nos últimos anos, e a nossa experiência direta na tendência de mudança também no mercado espanhol, levou-nos a considerar o lançamento da Frosch, há 2 anos, em conjunto com os nossos distribuidores em Portugal.

Poder oferecer ao consumidor português a marca líder europeia de produtos de limpeza ecológica é fundamental para o grupo Werner & Mertz e dado que as circunstâncias não permitiram desenvolver por essa via de negócio, decidimos investir na criação de uma equipa própria para expandir o nosso negócio em Portugal.

Quais são as ambições da Frosch no mercado português e onde os portugueses podem encontrar os seus produtos?

A nossa ambição é que o consumidor português possa encontrar os nossos produtos em qualquer estabelecimento do país. Por isso, estamos em contacto com as principias cadeias e grupos de distribuição, a maioria dos quais já são clientes graças à nossa marca de cuidados do calçado Búfalo, líder de mercado também em Portugal.

Frosch é a marca líder europeia de produtos de limpeza ecológicos para a roupa e para a casa. Em Espanha, sem ir muito longe, conta com uma quota de mercado nas categorias de produtos de limpeza ecológicos superior a 65%. Acreditamos que, em 2 ou 3 anos, a situação em Portugal seja a mesma e que também seremos capazes de liderar o mercado de produtos de limpeza ecológicos.

José Espín

José Espín 

Diretor Geral da Búfalo Werner & Mertz

Licenciado em Economia pela Universidad de Barcelona, ​​MBA pela ESADE e Kelly School of Business (Indiana University). Tem uma experiência de mais de 25 anos em multinacionais, ocupando vários cargos em marketing, trade marketing e vendas em mercados de consumo. Destaca-se  a sua passagem de quase 3 anos por Lisboa, enquanto trabalhava na Henkel Portugal para as divisões de Home and Laundry Care e Beauty Care. 

Professor convidado da ESADE no departamento de Marketing. Embaixador do pacto climático da EU. Voluntário ativo para diversas ONGs e fundações, como coordenador do banco de alimentos, doador a diversos hospitais e organizações de defesa do meio ambiente. Apaixonado pela natureza e pelo desafio de construir um mundo mais sustentável com a ajuda de sua equipa, família, amigos e clientes.

 

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A Embalagem ECO Reutilizável é a alternativa de embalamento para encomendas de e-commerce em Portugal. Estas embalagens pretendem substituir as tradicionais embalagens de utilização única e têm uma capacidade de resistência prevista até 50 envios!

Os CTT pretendem inovar no embalamento das encomendas online, com um conceito de embalagem reutilizável que permite reduzir o desperdício associado a soluções de embalamento de utilização única. Tendo como principais benefícios:

  • Menos embalagens em circulação

    Com uma vida útil média de 50 utilizações, cada Embalagem ECO Reutilizável representa menos 50 embalagens de utilização única que precisam de ser produzidas para enviar as suas encomendas.

  • Menos desperdício

    Menos embalagens de utilização única, significa menos lixo associado à distribuição de encomendas

  • Mais verde

    A Embalagem ECO Reutilizável é uma alternativa mais sustentável que a utilização de embalagens de utilização única. Ao devolver uma embalagem está a contribuir para este ciclo sustentável.

  • 100% Reciclável

    No fim da sua vida útil a a Embalagem ECO Reutilizável é totalmente transformada em novos produtos.

 

Em conjunto com clientes parceiros que aceitaram o desafio de participar neste projeto-piloto, a Näz (que já concedeu uma entrevista ao Green Purpose) e a Sanjo, os CTT apostaram numa solução sustentável para a sua distribuição, reduzindo o desperdício, diminuindo a pegada carbónica e promovendo a economia circular através da reutilização.

Descobre tudo, desde como funciona,  até que vantagens tens, e como tudo se processa em https://www.ctt.pt/grupo-ctt/sustentabilidade/projetos-e-iniciativas/embalagem-eco-reutilizavel 

 

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A Quinta dos Murças, propriedade do Esporão no Douro, foi distinguida pelo IVDP – Instituto dos Vinhos do Douro e Porto – com o Prémio Vintage IVDP Ambiente e Sustentabilidade 2020. Depois de certificar a totalidade da sua área em produção biológica, a Quinta dos Murças vê reconhecido o trabalho na implementação de uma agricultura de melhor qualidade.

 

Iniciámos o projeto ‘PGBE-QM Plano de Gestão de Biodiversidade e Ecossistemas da Quinta dos Murças’ em 2017, juntamente com a ADVID, o centro de Ecologia Funcional CEF da Universidade de Coimbra, a Sociedade Portuguesa de Botânica, o CIBIO-InBio, a FCUL e mais recentemente com a NBI. Centrámo-nos na avaliação de vários grupos indicadores de biodiversidade e do estado ecológico das vinhas e sua área envolvente, de forma a compreendermos o impacto das boas práticas de gestão agroecológica na biodiversidade da fauna e flora, e na dinâmica das interações entre potenciais pragas e fauna auxiliar. Este reconhecimento, por parte do IVDP, dá-nos motivação adicional para continuarmos o trabalho que iniciámos em 2011, contribuindo para um Douro mais ecológico e sustentável.

Salienta o enólogo José Luís Moreira da Silva.

 

Agradecemos ao IVDP esta distinção a Murças e ao caminho importante que este projecto tem feito na procura de novos patamares de qualidade, nesta região tão única.

Refere João Roquette, CEO do Esporão.

 

Os Prémios Vintage IVDP foram criados com o intuito de incentivar e distinguir pessoas, instituições e projetos que estejam relacionados, direta ou indiretamente, com a Região Demarcada do Douro. Com diversas categorias, pretendem ser um “estimulo à inovação tecnológica, ao desenvolvimento técnico-científico, ao progresso no conhecimento das dinâmicas da sociedade, ao empreendedorismo, à sustentabilidade ambiental, económica e social, o estudo e preservação do património enquanto ativo cultural incontornável, enquanto áreas prioritárias para o progresso da Região Demarcada do Douro, do seu território, das suas gentes, da vinha, do vinho, e dos mercados”.

 

 

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Schneider Electric, líder global na transformação digital da gestão e automação da energia, anuncia que foi reconhecida pela Microsoft com o prémio Parceiro “Sustainability Changemaker” do Ano 2021. O galardão reconhece o impacto que a Schneider Electric tem tido na definição e consecução das metas de descarbonização dos seus clientes, utilizando as suas soluções de software de referência EcoStruxure™, que são alicerçadas por tecnologia Microsoft.

No período 2018-2020, a Schneider Electric ajudou os seus clientes a poupar 134 milhões de toneladas de emissões de CO2; e atingiu entretanto, no final do primeiro trimestre de 2021, uma poupança de 276 milhões de toneladas.

No início do ano, o Grupo foi considerado pela Corporate Knights como a empresa mais sustentável do mundo, ajudando outras empresas a preencher a lacuna entre a definição e consequente conquista de metas relativas às alterações climáticas. Utilizando o seu portefólio de soluções a Schneider Electric apoia as organizações na definição, consecução, medição e reporting de objetivos de descarbonização com base na ciência, com um impacto positivo nos resultados.

“Vencer o prémio Parceiro ‘Sustainability Changemaker’ do Ano 2021 da Microsoft é um grande reconhecimento do trabalho que estamos a fazer juntos para deter as alterações climáticas. Esta é uma relação muito apreciada e, no futuro, vamos trabalhar na implementação de uma inovação criada e vendida em conjunto, o EcoStruxure Traceability Advisor. Esta solução ajudará os nossos clientes em comum a conectar o grande volume de dados ao longo da sua cadeia de valor, para construírem uma cadeia de distribuição resiliente e rastreável 360º,”

 

 “Sendo a empresa mais sustentável do mundo para a Corporate Knights, sabemos que o futuro é verde, inteligente, focado nas pessoas e alimentado por energia renovável. Sentimo-nos gratos por os nossos parceiros partilharem a nossa missão à medida que continuamos a expandir a nossa oferta de produtos e a reforçar a nossa relação de 30 anos com a Microsoft, no sentido de construirmos juntos um futuro sustentável.”

 

Philippe Delorme, Executive Vice-President, Energy Management da Schneider Electric

 

Entre os clientes que a Schneider Electric e a Microsoft ajudaram em conjunto inclui-se a JLL, um dos maiores proprietários de património imobiliário do mundo.

A JLL definiu compromissos ambiciosos para reduzir a sua pegada de carbono e obter dados acionáveis de energia e sustentabilidade em todo o seu portefólio de investimento.

“Graças à solução EcoStruxure™ for Real Estate da Schneider Electric, a nova sede da JLL na região Ásia-Pacífico, localizada em Singapura, utiliza tecnologia inteligente IoT para suportar as nossas ambições de criar o espaço de trabalho do futuro,”

 

“Esta solução ajuda a JLL a melhorar o bem-estar dos ocupantes do edifício, reduzindo a utilização de energia em 30% e aumentando o valor geral do edifício de uma forma completamente sustentável.”

 

Darren Battle, Asia-Pacific Head of Corporate Real Estate and Workplace da JLL.

A Schneider Electric também se comprometeu a alcançar a neutralidade carbónica em toda a sua cadeia de valor até 2050 e, no início deste ano, implementou o seu Projeto Zero Carbon, um ambicioso novo programa concebido para ajudar os seus principais 1.000 fornecedores a reduzir as suas emissões em 50% até 2025.

 

 

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A Tetra Pak e a Compal, em parceria com o Programa Eco-Escolas da  Associação Bandeira Azul da Europa, anunciam os vencedores do passatempo “Constrói o teu Ecoponto  Amarelo e Recicla”, destacando os trabalhos desenvolvidos, uma vez que para além dos 6 vencedores  foram também atribuídas 5 menções honrosas. 

No primeiro escalão (jardins de infância e escolas de 1º ciclo) as escolas premiadas foram a Associação  Externato Santa Joana, em Sesimbra, a Escola EB1/PE do Covão e Vargem em Câmara de Lobos e o  Jardim de Infância das Fontaínhas em Santo Tirso. 

No segundo escalão (escolas de outros níveis de ensino a partir do 2º ciclo (inclusive) as escolas  premiadas foram Escola Básica e Secundária de Ourém, em Ourém, a Escola EB 2,3 de Gualtar em Braga  e a Escola Superior de Comunicação Social e Escola Superior de Música de Lisboa do Instituto Politécnico  de Lisboa 

Os principais objetivos da iniciativa eram:

  • (in)formar sobre a importância da correta  deposição das Embalagens Tetrapak;
  • (in)formar sobre a importância da reciclagem como o 3ºR;
  • (in)formar  sobre o significado do selo FSC;
  • construir ecopontos que possam ser utilizados na escola e reutilizar  materiais.

Com os projetos executados, o júri considera que os objetivos foram atingidos.  

Toda a organização do concurso conclui que o saldo é extremamente positivo, uma vez que todos os  envolvidos adquiriram uma maior e melhor perceção da importância da reciclagem e que agora poderão  fazê-la corretamente, colocando todas as embalagens no contentor amarelo, para que lhes  seja atribuída uma nova vida. 

Para visitar o website oficial do passatempo e consultar todas as informações úteis, basta aceder a:  https://desafioecoponto.abae.pt/ 

 

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Tetra Pak, anuncia o fim de um ciclo, o da produção de palhinhas de plástico na fábrica da Tetra Pak Tubex Portugal, Lisboa. A fábrica da Tetra Pak sediada em Lisboa, Portugal, já alterou todas as suas linhas de produção para, de hoje em diante, produzir exclusivamente palhinhas de papel.

Desta forma, a Tetra Pak, enquanto primeira empresa de embalagens de cartão a produzir palhinhas de papel na Europa, dá agora um novo passo no que diz respeito à sustentabilidade, o que também lhe permite cumprir os requisitos legais definidos pela União Europeia na sua Diretiva sobre Plásticos de Uso Único (SUP). Um marco importante para uma empresa que trabalha para liderar a sustentabilidade no setor de alimentos e bebidas e promover a economia circular.

Daniele De Franciscis, gerente da Fábrica Tetra Pak Tubex Portugal, partilha “termina hoje a jornada da Tetra Pak Tubex Portugal na produção de palhinhas de plástico. Foi uma honra servir os nossos clientes e acompanhar o desenvolvimento da distribuição de alimentos em Portugal, sempre “protegendo o que é bom”, durante quatro décadas. Mas urge a mudança e como tal vamos continuar agora a escrever a nova página da fábrica de Lisboa, com a expansão das palhinhas de papel, suportando a ambição de Sustentabilidade da Tetra Pak. Um agradecimento especial a todos os colaboradores que têm contribuindo para esta mudança e o alcance desta meta!”

O anúncio do fim da produção das palhinhas de plástico demonstra a preocupação e trabalho desenvolvido na promoção da economia circular. As palhinhas de papel são certificadas de acordo com os standards da FSC® (Forest Stewardship Council®), por forma a garantir que o papel utilizado vem de florestas com gestão responsável e outras fontes controladas. As palhinhas de papel são recicláveis juntamente com a embalagem de cartão, deixando-as dentro da embalagem e, sendo esta, por último, colocada no ecoponto amarelo. A utilização de palhinhas de papel, aumenta a percentagem de materiais renováveis na embalagem, reduzindo a dependência de recursos fósseis, auxiliando na melhoria da reciclagem e minimizando o lixo.

A Tetra Pak tem vindo a reforçar e implementar inovações nas soluções que apresenta, como é o caso das tampas integradas nas embalagens, fabricadas com polímeros vegetais e que permitem uma melhor reciclagem, uma vez que, ao estarem unidas às embalagens, é reduzido o risco de dispersão durante o processo de recolha e reciclagem.

Em Portugal, de acordo com o Ponto Verde LAB, cerca de 9 em cada 10 portugueses fazem a reciclagem de embalagens e consideram que este é o comportamento que mais permite contribuir para a proteção do ambiente, e a Tetra Pak pretende contribuir para o aumento destes números tanto em Portugal como a nível global.

A maior ambição da Tetra Pak é fornecer ao mercado global soluções de embalagens de bebidas mais sustentáveis, como parte da meta estratégica de 2030 para liderar uma transformação de sustentabilidade em todo o setor.

 

 

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A Fidelidade é a seguradora oficial do Global Exploration Summit (GLEX) que irá decorrer em Lisboa de 6 a 8, na Gare Marítima de Alcântara, em Ponta delgada, no dia 9, no Teatro Micaelense. Esta iniciativa, que irá refletir sobre o mar, a biodiversidade e o espaço realiza-se, em formato híbrido (presencial, com transmissão online).

Contando com a presença de importantes exploradores e cientistas de todo mundo, esta conferência vai debruçar-se sobre temas como a exploração espacial e dos oceanos e a exploração polar. A sustentabilidade ambiental do planeta, as alterações climáticas e fenómenos como tsunamis e ondas gigantes, bem como a conservação de santuários naturais, serão outros temas a ser abordados.

Integrado nas comemorações dos 500 anos da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães o Glex Summit contará com a participação de cientistas e exploradores como Nina Lanza, team líder da NASA que está ao comando do Perseverance Rover na sua viagem a Marte, o astronauta Richard Garriott que é o novo presidente do Explorers Clube de Nova Iorque, Alan Stern, astrofísico e engenheiro aeroespacial da NASA e James Cameron, realizador e explorador.

A Fidelidade associa-se a esta iniciativa como ‘Sustainable Partner’, no âmbito da sua estratégia para o desenvolvimento e construção de uma sociedade cada vez mais sustentável.

 

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O Bankinter passou a fazer parte do Índice ESG Euronext Vigeo Eiris Eurozone 120, onde estão cotadas as 120 empresas mais sustentáveis​​da Zona Euro.

O referido índice é elaborado com os ratings atribuídos pela V.E – agência de classificação da Moody’s ESG Solutions ASG que está associada à Euronext, a maior bolsa de valores da Europa – que avaliou o desempenho do banco de acordo com critérios ambientais, sociais e de governo corporativo (ESG).

Em 2020 o Bankinter renovou sua permanência no índice mundial Dow Jones Sustainability Index pelo terceiro ano consecutivo, no qual estão listadas as empresas mais sustentáveis​​do mundo.

O Bankinter está também presente no índice FTSE4Good, desde o seu ano de lançamento, e na categoria “Liderança” com nota “A-” na notação ambiental do Carbon Disclosure Project.

O Bankinter refere que a Sustentabilidade é uma das suas prioridades estratégicas, investindo nela há décadas através de sucessivos Planos de Sustentabilidade executados em três linhas de atuação: social, ambiental e governo corporativo.

 

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